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"Mesmo quando o seu povo parecer triunfar... Nos levantaremos novamente. E sabe por quê? Porque a Ordem nasceu de uma REALIZAÇÃO. Nós não precisamos de um Credo, nem de doutrinação por homens velhos desesperados. Tudo o que precisamos é que o mundo seja como é. E é por isso que os Templários nunca serão destruídos."
Haytham Kenway, ao seu filho Ratonhnhaké:ton, 1781.[src]

A Ordem dos Templários é uma organização mundial formada por indivíduos de todos os tipos que existiu durante toda a história e trava um conflito eterno com seus inimigos jurados, a Irmandade dos Assassinos.

Precedida pela Ordem dos Anciões, foi reorganizada como a Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão por Hugo de Payens e Bernardo de Claraval em 1129, e nos séculos seguintes usaram de campanhas militares religiosas como a Terceira Cruzada para alcançar seus objetivos. Entretanto, em 1307, os Assassinos Franceses desencadearam a queda da Ordem, que passou a ser considerada herética e caçada pela Igreja. A partir desse ponto, os Templários reorganizaram-se completamente como uma sociedade secreta, e por muitos séculos assim permaneceram. Em 1937, Ransom Eli Olds e Henry Ford fundaram a Abstergo Industries, que até hoje permanece como a frente pública dos Templários.

O objetivo definitivo dos Templários é a Nova Ordem Mundial, um modelo de mundo perfeito onde todas as pessoas estão completamente subjugadas à vontade deles, que devem servir como administradores indiretos da sociedade cujo dever é assegurar a ordem absoluta, a paz e a supressão da liberdade e do livre-arbítrio. Esta ideologia é totalmente oposta à dos Assassinos, que acreditam que é possível guiar a população à paz usando métodos pacíficos e ideais de liberdade, e por este motivo as duas organizações batalham-se por toda a história conhecida e além.

Tanto os Templários como os Assassinos também colidem com sociedades secretas menores como os Hermetistas e os Instrumentos da Primeira Vontade, que possuem seus próprios conceitos ideológicos mundiais.

Ideologia e objetivosEditar

Objetivo definitivoEditar

"Logo, capitalistas e trabalhadores estarão trancados em um ciclo fechado que é seguro e próspero para a humanidade. Nada de guerras, apenas mesas, carros e televisões. Nós vamos protegê-los e mantê-los seguros, por toda a eternidade."
―Warren Vidic, 1985.[src]

O objetivo dos Templários é a Nova Ordem Mundial. Eles acreditam que devem liderar e iluminar a humanidade para eventualmente transformar o mundo em uma utopia autossuficiente progressiva, supervisionada por eles e com a natureza barbárica humana erradicada. Os Templários vêem isso como a solução definitiva aos problemas do mundo e da humanidade, lembrando que os humanos foram originalmente criados pela Primeira Civilização com o objetivo de serem seus escravos eternos.

Visões sobre a humanidadeEditar

"Trazemos ordem ao caos. Se tudo for permitido, ninguém estará a salvo."
―As últimas palavras de James Wardrop, 1754.[src]
AC3 Negociações Hostis 7

William Johnson ameaçando os indígenas e ordenando que eles cooperem.

A Doutrina Templária é construída sobre uma visão verdadeiramente pessimista da humanidade. Enquanto os Assassinos acreditavam que a liberdade e o livre-arbítrio eram qualidades e direitos essenciais para toda a humanidade, os Templários insistiam que a liberdade causava caos, instabilidade e agitação, ameaçando a fundação da sociedade. A Ordem, portanto, acredita que ordem, propósito e direção são as bases de um mundo perfeito. Entretanto, certos Templários possuíam visões diferentes sobre isso.

Templários mais moderados geralmente tentariam influenciar a humanidade a ter disciplina, respeito e restrição usando métodos mais pacíficos e ainda ligando para o bem estar dessas pessoas. Contudo, os membros mais fanáticos e radicais da Ordem usariam de métodos brutais e violentos para alcançar a total erradicação da liberdade e o controle absoluto sobre a humanidade. Um representante do primeiro grupo é Haytham Kenway, enquanto um muito mais radical é François-Thomas Germain.

Busca pela pazEditar

"Ambos queremos a mesma coisa, Ezio. Apenas nossos métodos são diferentes. Não consegue ver isso? Paz. Estabilidade. Um mundo onde os homens vivem sem medo. As pessoas querem a verdade, sim, mas mesmo quando a têm, se recusam a encará-la. Como combatemos este tipo de ignorância?"
―Ahmet, em confronto com Ezio Auditore, 1512[src]
Exigimos uma Negociação 8

Woodes Rogers negociando a rendição e perdão dos piratas pacificamente.

O principal objetivo dos Templários é a paz, embora muitos pensem que eles estão em busca apenas de poder e controle. Enquanto, de fato, muitos membros mais individualistas e corruptos da Ordem estivessem em busca de poder para si mesmos, a base da ideologia Templária é a paz mundial e o abandono das raízes violentas animalescas da raça humana. Por isso, muitos Templários na verdade concordam com os Assassinos sobre a busca pela paz, mas detestam a perseguição pela liberdade, eis o conflito entre os dois grupos. Um perfeito exemplo disso é Ahmet, líder do Rito Bizantino, cuja motivação era o fim das disputas raciais, familiares e étnicas, mas que mesmo assim entrou em conflito com os Assassinos locais por discordar com seus ideais de liberdade e livre arbítrio.

Em rara ocasiões, os Templários e os Assassinos propuseram paz ou tréguas para acabar com a sangrenta guerra entre eles. Contudo, isto nunca funcionou de verdade. Esse pensamento começou a ser notável na Revolução Americana, quando Haytham Kenway e Ratonhnhaké:ton, pai e filho, trabalharam juntos e tentaram chegar a fins pacíficos, mas no final, um deles foi morto pelo outro. Antes e durante a Revolução Francesa, François de la Serre e Mirabeau, líderes do Rito Francês e Irmandade Francesa, respectivamente, tentaram a paz, mas ambos foram mortos por membros radicais de suas próprias facções.

Religião e crençaEditar

"Você é tão ingênuo assim? Eu me tornei Papa porque isso me deu acesso a coisas. Me deu poder. Acha que acredito em uma única palavra daquele livro ridículo? É só mentira e superstição. Como qualquer outro tratado religioso escrito nos últimos dez mil anos."
―Rodrigo Bórgia, no confronto no Vaticano, 1499.[src]
Entrar e sair 8

Rodrigo e César Bórgia, ambos que publicamente serviram a Igreja mas na verdade apenas estavam se aproveitando do poder dela.

Após a descoberta das Peças do Éden, a Ordem passou a ser primariamente deísta, acreditando que as religiões eram meras superstições na sombra dos Isu que apenas causavam conflitos e diferenças. Entretanto, os Templários ainda acreditam em uma espécie de ser supremo conhecido como o Pai da Compreensão, que é uma espécie de personificação do sonho de transformar o mundo em uma utopia eterna que avança sob a supervisão deles. Além disso, durante toda sua existência a Ordem nunca revelou suas verdadeiras intenções ao público, e por isso a maioria de seus membros fingiam acreditar nas religiões locais para não atrair suspeitas ou ganhar o apoio de certos indivíduos e grupos poderosos, como a Igreja Católica. O culto que eles seguem é baseado na razão e no aperfeiçoamento da humanidade e do mundo, da maneira que eles acreditam ser a melhor.

Exceções existiram por toda a história da Ordem, mas quase todos os líderes dos Templários seguiam essa crença, e Maximilien de Robespierre chegou a estabelecer o Culto do Ser Supremo durante a Revolução Francesa, que lembrava o Pai da Compreensão. Rodrigo Bórgia não acreditava no Deus que ele publicamente servia, ao invés disso ele acreditava que Deus estava localizado na Câmara do Vaticano, e quando descobriu que isso não era verdade, perdeu toda a fé nos Templários e abandonou a causa. Muitos outros Templários também acreditavam que os Isu e as Peças do Éden eram criações de deuses, como David Brewster. Tomás de Torquemada, embora seguisse os objetivos da Ordem, acreditava que o trabalho Templário era a vontade de Deus, o que explica seu comportamento extremamente intolerante às outras religiões.

Obsessão com as Peças do ÉdenEditar

"Você tem pouca visão. Você acumularia poder e nunca o usaria, enquanto nós melhoraríamos a condição da humanidade. Você não tem ideia do que o Sudário realmente pode fazer."
―Lucy Thorne à Evie Frye sobre o Sudário do Éden, 1868.[src]
ACU O Templo 3

Germain usando uma Espada do Éden.

Como citado acima, a descoberta das Peças do Éden foi um grande marco a ambos os Assassinos e os Templários, que passaram a procurá-las à qualquer custo. Os Templários desejavam usá-las para ajudar no progresso da Nova Ordem Mundial, enquanto os Assassinos geralmente acreditavam que elas eram muito perigosas e poderosas para serem usadas corretamente, dizendo que servem mais para corromper e destruir do que para consertar. Com o passar dos séculos, as Peças do Éden foram os objetos mais cobiçados por ambas as organizações por motivos diferentes.

Enquanto alguns Templários realmente desejavam e quase conseguiram usá-las para os objetivos da Ordem, também existiram àqueles que foram corrompidos por elas, como Rodrigo Bórgia.

Práticas éticas e antiéticasEditar

"Meus atos são tão diferentes dos seus? Você rouba as vidas de homens e mulheres, acreditando fortemente que as mortes deles vão fazer do mundo um lugar melhor. Um mal menor por um bem maior? Somos iguais."
―Abu'l Nuqoud, em seus últimos momentos, à Altaïr, 1191.[src]
Passeio em Boston 13

Charles Lee causando o massacre de Boston.

Mesmo com os ideais nobres da Ordem, os Templários são geralmente consequencialistas em seus métodos, fazendo ou causando atos questionáveis ou hediondos como manipulação, sofrimento das massas, assassinato de inocentes, eventos sangrentos e até mesmo guerras, além do tratamento miserável de indivíduos como Desmond Miles, Clay Kaczmarek e Daniel Cross. Eles também já tentaram suprimir ou alterar o conhecimento ou a ciência do público muitas vezes, como os atos de Jubair al Hakim em Damasco, a conspiração contra Nicolau Copérnico e o assassinato de Alan Turing. Entretanto, os Templários geralmente justificam suas atrocidades cometidas ao longo da história dizendo que elas são pelo "bem maior", a Nova Ordem Mundial.

Contudo, vários grupos de Templários realmente evitaram cometer atos hediondos, em destaque o Rito Colonial, embora a definição de "pessoa inocente" deles fosse significativamente mais fechada que a dos Assassinos. Pelo contrário, o Rito Francês de François-Thomas Germain foi indiretamente e diretamente responsável por grande parte dos massacres e eventos hediondos ocorridos durante a Revolução Francesa, mas Germain justificava isso pela busca de um "bem maior", novamente. Ambos estes ritos, mesmo com seus métodos muito diferentes, realmente estavam à procura de uma sociedade melhor.

Vulnerabilidade à corrupçãoEditar

"Nossa Ordem ficou corrompida, tão obcecados pela busca por poder, que abandonamos nosso propósito. Durante séculos nós focamos nossas atenções na aquisição do poder: títulos de nobreza, cargos na Igreja e no Estado... Pegos nas mesmas mentiras que criamos para dominar as massas."
―François-Thomas Germain, 1794.[src]
Assassinato Majd 3

Majd Addin executando civis inocentes para alimentar seu próprio desejo de sangue.

A natureza da Ordem, que envolve a aquisição e uso de poder e riqueza, faz com que qualquer Templário seja altamente susceptível à corrupção.

O Rito Italiano é considerado pelos próprios Templários modernos como um coletivo de tiranos debochados extravagantes, pois Rodrigo e César Bórgia foram ambos homens corruptos que alteraram os objetivos do Rito para a busca de poder, dominação e riqueza à todo custo. Outros indivíduos como Majd Addin, Edward Braddock, Thomas Hickey, le Roi des Thunes e Pearl Attaway claramente se importavam mais com seus próprios ganhos do que com a Ordem e a humanidade.

OrganizaçãoEditar

DogmasEditar

Assim como os Assassinos, os Templários também possuíam vários dogmas fundamentais e inquestionáveis.
1. Manter os princípios da nossa Ordem e tudo aquilo que representamos.
2. Nunca compartilhar os nossos segredos ou divulgar a natureza do nosso trabalho.
3. Fazê-lo até a morte, a qualquer custo.

Hierarquia e estruturaEditar

Templários Masyaf

Robert de Sablé e um exército de Templários cercando Masyaf, 1191.

Quando a Ordem foi reorganizada na Idade Média em uma organização militar monástica cristã, o título de Grão-Mestre denotava o líder supremo de todos os Templários no mundo, enquanto outros títulos típicos de organizações monásticas eram usados para os outros membros da Ordem. Entretanto, após a queda pública da Ordem, os Templários se dispersaram pelo mundo completamente e, por muito tempo, não houve um verdadeiro líder de todos os Templários no globo.

Durante esse tempo, a Ordem se subdividiu em incontáveis Ritos, organizações Templárias baseadas em um país ou região individual. Cada Rito possuía seu próprio Grão-Mestre, que quase sempre se comunicava com outros Grão-Mestres que, obviamente, compartilhavam de ideais similares ou idênticos. Outro título era o de Mestre Templário, que denotavam Templários extremamente capazes e importantes que respondiam diretamente aos Grão-Mestres ou aos imediatos.

Apresentação mortal 13

Reunião do Rito Britânico, 1754.

Após a criação da Abstergo Industries e a subsequente reorganização da Ordem, a estrutura e hierarquia mudaram muito. A liderança Templária ficou muito mais centralizada e clara, para manter a coesão entre os Ritos foi estabelecido o Inner Sanctum, que é composto pelos melhores e mais brilhantes Templários do mundo. Acima do Inner Sanctum estão os Guardiões, que são três líderes da Ordem conhecidos por seus membros. No topo da hierarquia está o General da Cruz, que é o líder supremo da Ordem cuja identidade é conhecida apenas pelos Guardiões e ninguém mais.

Salão Templário

Centenas de Templários reunindo-se em Londres, 2016.

Há também o Conselho dos Anciões, formado por cinco Templários cuja posição exata na hierarquia não é clara. É apenas sabido que eles estão aproximadamente no mesmo nível nos Guardiões, e que uma de suas principais funções é julgar os investimentos da Abstergo e de suas subsidiárias e empresas relacionadas. O Cruz Negra, outro título mais obscuro da Ordem, é um inquisidor ultra-confidencial cuja função é caçar e eliminar indivíduos importantes que são inimigos ou traidores da Ordem.

ReferênciasEditar

Predefinição:ACBL

Predefinição:AC3L

Predefinição:PL