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A Ordem dos Anciões, também conhecida coletivamente como A Serpente, foi uma cabala secreta ativa durante a Antiguidade que buscou usar os artefatos dos deuses antigos para promover a paz e o progresso à humanidade sob a supervisão deles, em uma sociedade onde as massas viveriam em paz mas em subjugação, enquanto eles administrariam tudo.

Durante o final da Dinastia Ptolemaica do Egito, eles usaram o jovem Faraó Ptolemeu XIII como marionete, controlando o Egito pelas sombras. Nesta época, eles eram brutais e usavam métodos desumanos para construir um futuro melhor, e entraram em conflito com os Ocultos. Após a queda de Ptolemeu, eles então começaram a apoiar Júlio César, mas sofreram uma grande derrota com a morte de César e de seus líderes: Flavius Metellus, Lucius Septimius e Potino.

Eles iriam eventualmente evoluir para a Ordem dos Cavaleiros Templários.

HistóriaEditar

A Ordem dos Anciões foi fundada pelo Faraó Semencaré, em cerca de 1334 AEC, que estava intrigado pelos artefatos e relíquias que ele acreditava serem dos deuses antigos, e via neles uma forma de tomar as rédeas da sociedade e criar um mundo pacífico onde a população viveria subjugada mas sem nenhum conflito ou complicação, supervisionada por eles.

Desde então, a Ordem controlou ou tentou controlar o Egito de uma forma ou de outra. No final da Dinastia Ptolemaica, Ptolemeu XIII e sua irmã-esposa Cleópatra estavam no trono, mas a Ordem era quem realmente controlava tudo isso. Entretanto, eles viram que Cleópatra era bem mais estratégica, capaz, audaciosa e ambiciosa que seu irmão, e exilaram-a para assegurar o controle deles sobre o trono.

Ptolemeu, que ligava apenas para os privilégios e prazeres do poder, foi facilmente manipulado pela Ordem, que passou a ter quase total controle sobre o Egito. A população era duramente oprimida, pois a Ordem acreditava que para criar o mundo perfeito, sangue seria derramado. Nesta época, eles também foram responsáveis pela morte do filho pequeno do Medjai de Siuá, Bayek, durante uma busca por um dos artefatos.

Furiosos, Bayek e sua esposa Aya, que também estava envolvida em um plano para derrubar Ptolemeu e restaurar Cleópatra, começaram a perseguir e matar os membros da Ordem, tirando cada região do Egito das mãos deles no processo. No entanto, a Ordem conseguiu se recuperar após a derrota de Ptolemeu ao conseguir virar César e Cleópatra para o lado deles, além de terem conseguido uma Maçã e um Cajado do Éden no processo.

Apesar desta vantagem, eles ainda foram enfrentados por Bayek, Aya e outras pessoas de pensamentos parecidos que fundaram os Ocultos, um grupo secreto com ideias opostas às da Ordem. Nos anos seguidos, seus líderes foram perseguidos e assassinados, junto com César e Cleópatra, mas a Ordem continuou com uma certa presença em Roma.

MembrosEditar

  • O Leão: Flavius Metellus - Procônsul de Cirenaica e tenente de Júlio César.
  • O Chacal: Lucius Septimius - Comandante dos Gabiniani.
  • O Escorpião: Potino - Regente de Ptolemeu XIII, responsável por administrar os assuntos importantes do governo e decidir eventos importantes.
  • O Lagarto: Hetepi - Sacerdote de Anúbis, responsável por controlar Mênfis discretamente através de uma brutal maldição.
  • O Crocodilo: Berenike - Governante de Faium e grande proprietária de terras.
  • A Hiena: Khaliset - Saqueadora e assassina em Gizé, responsável por trazer sílica e controlar a área.
  • O Escaravelho: Taharqa - Proprietário de terras no sul do Delta do Nilo e governante de Letópolis.
  • O Hipopótamo: Eudoros - Escriba real em Alexandria, responsável por coordenar as ações dos Phylakitai e garantir a obediência de Ptolemeu.
  • A Garça: Rudjek - Nomarca de Saqqara.
  • O Íbis: Medunamun - Oráculo de {{Wiki|Ámon]], responsável por controlar Siuá.
  • O Abutre: Acteon - Nobre alexandrino, e um dos dois subordinados de Eudoros.
  • O Carneiro: Ktesos - Militar alexandrino, e um dos dois subordinados de Eudoros.
  • Venator - Tenente de Septimius e membro de alto escalão dos Gabiniani.
  • Livius - Subordinado de Septimius.

Aliados e marionetesEditar

ReferênciasEditar