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"Eu errei em ser tão descuidada e matar pessoas em público, temos que trabalhar pelas sombras. Quando assassinamos, visamos só aqueles que merecem: as poucas almas doentias que tentam nos controlar... mas eles nunca vão saber quem somos. Poetas frios e calculistas da morte, sim, nós somos os Ocultos."
―Aya.[src]

Os Ocultos foram um grupo secreto que existiu na Antiguidade e nos primeiros séculos da Era comum, que foram precursores à Irmandade dos Assassinos, trabalhando na obscuridade e nas sombras com o objetivo de defender a liberdade e combater a opressão. Alguns indivíduos como Darius, Iltani e Wei Yu já lutavam pela liberdade séculos antes da origem formal dos Ocultos, que foram fundados por Bayek e Aya em 47 AEC, mas após isso com o tempo todas essas pessoas com objetivos foram se unindo no mesmo grupo.

Em 1050, eles vieram a serem conhecidos como Assassinos por causa das ações de Hassan-i Sabbāh, na Terra Santa.

HistóriaEditar

Nos séculos antes de sua formação oficial, vários indivíduos com objetivos dos Ocultos se destacaram, entre eles Iltani, Darius e Wei Yu, os assassinos respectivos de Alexandre o Grande, Xerxes I de Pérsia e Qin Shi Huang. No Egito nos últimos anos da Dinastia Ptolemaica, Bayek e sua esposa Aya fundaram os Ocultos junto com vários outros indivíduos após serem traídos por Júlio César e Cleópatra, que tornaram-se aliados da Ordem dos Anciões, inimigos mortais deles.

Dois senadores romanos - Marcus Junius Brutus e Gaius Cassius Longinus - juntaram-se aos Ocultos e junto com Aya (agora chamando-se de Amunet) mataram César e estabeleceram uma sede em Roma, mesmo com a derrota de Brutus e Cassius na Guerra Civil dos Liberatores. Bayek, por outro lado, permaneceu no Egito e estabeleceu uma sede em Mênfis, além de ter usado todos seus aliados e conexões que ele fez durante sua jornada de vingança para expandir os Ocultos.

Os Ocultos, nas décadas seguintes, mantiveram uma presença duradoura no Velho Mundo, com um equilíbrio de vitórias e derrotas contra a Ordem dos Anciões. Amunet matou Cleópatra,Leonius foi responsável pelo assassinato de Calígula e Aquilus diminuiu a influência da Ordem em Roma ao matar Caïus Fulvus Vultur. Os Ocultos passaram a se chamarem de Assassinos após os atos de Hassan-i Sabbāh no Levante.

MembrosEditar

PrecursoresEditar

Egito Ptolemaico / República RomanaEditar

Império RomanoEditar

Aliados e fantochesEditar

ReferênciasEditar