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"Você deve aprender a falar francês, ajudaria a mascarar suas sensibilidades bárbaras."
―Valois falando com Bartolomeo d'Alviano.

Octavian, Barão de Valois (1448 - 1503) foi um nobre francês, general do Exército Francês e um membro do Rito Italiano da Ordem dos Templários.

Valois providenciava reforços franceses às tropas de César Bórgia, o líder dos Templários Italianos em Roma, e dominava com seu exército o Distrito Campagna da cidade. Servindo como um dos três tenentes de César, Valois era essencial para o controle dos Bórgia sobre Roma.

BiografiaEditar

O general francês de RomaEditar

Em 1498, o primo distante de Valois, Rei Luís XII, foi coroado Rei da França. Após isso, Luís nomeou Valois o general das campanhas militares francesas na Itália, mas no entanto Valois não havia recebido qualquer espécie de treinamento militar, apenas treinamento aristocrático formal. O secretário real escreveu "...as coisas que as pessoas fazem por seus familiares..." sobre Luís e Valois.

Na corte francesa, Valois conheceu os espanhóis César e João Bórgia, que estavam lá para cortejar Charlotte d'Albret. Descobrindo que os Bórgia eram a liderança dos Templários italianos, Valois fez uma aliança com eles e e juntou-se à Ordem, pensando erroneamente que a Itália seria dada à ele após eles destruírem toda a oposição.

Viajando para Roma com seus novos aliados e com seu exército, Valois providenciou vasta ajuda militar para os Bórgia, e estabeleceu sua base-de-operações na fortaleza de Castro Pretório. Vivendo luxuosamente, Valois não tinha participação alguma nas campanhas militares que deveria estar liderando, apenas oprimindo os cidadãos de Roma e batalhando os Mercenários do Assassino Bartolomeo d'Alviano.

Nesse tempo, os Templários forçaram Leonardo da Vinci a projetar armas e máquinas de guerra para eles, e Valois fez Da Vinci projetar e construir uma pistola de roda dourada.

Cerco de MonteriggioniEditar

Difamado 9 v

Os Templários na entrada de Monteriggioni.

Em 2 de janeiro de 1500, após o Mestre Assassino Ezio Auditore ter acabado com os planos do Grão-Mestre Rodrigo Bórgia e o humilhado, Rodrigo deu a César controle sobre a Ordem dos Templários, e a primeira coisa que César fez foi atacar Monteriggioni para destruir os Assassin

os e tomar a Maçã do Éden de volta.

Valois acompanhou César, João e Lucrécia Bórgia, e o assassino de César Micheletto Corella, à Monteriggioni. As tropas Bórgia destruíram as defesas, derrubaram parte das muralhas e saquearam a cidade, mas felizmente o povo já havia fugido pelos túneis. Os Templários entraram pelo portão, mantendo Mario Auditore e Caterina Sforza reféns, e César tomou a pistola de roda de Valois e executou Mario.

Retornando à Roma com o tesouro de Monteriggioni, a Maçã e Caterina como prêmios, Valois continuou sua guerra contra Bartolomeo d'Alviano.

Controle sobre RomaEditar

"Esqueçam o Papa, vocês obedecem apenas à mim. Roma é a estrutura que segura nossa organização inteira. Ela não pode oscilar, o que significa que vocês também não."
―César falando com seus três tenentes.
Alguns meses depois, em Roma, Valois se reuniu com César, junto com os outros dois tenentes João Bórgia e Micheletto Corella, no pátio do Castelo de Santo Ângelo. Lá, César disse que irá partir para Urbino para continuar suas conquistas, deixando Roma sob o controle dos três.
IC 4

Os três tenentes e César.

Ezio, que chegou em Roma naquele ano, buscando revanche contra os Bórgia e a reconstrução da Irmandade, espionou a reunião, e decidiu acabar com o império dos Bórgia. Assassinando agentes, destruindo torres e reerguendo os Mercenários, Ladrões e Cortesãs, Roma estava sendo rapidamente libertada.

João Bórgia, o banqueiro, foi assassinado por Ezio em 1503, e Ezio voltou sua atenção para o Barão de Valois, que estava atualmente bem ocupado com o conflito com Bartolomeo. Valois atacou o quartel de Bartolomeo e sequestrou Pantasilea Baglioni, a esposa de Bartolomeo, para virar o jogo.

Porteiro 2

Valois e suas tropas.

Valois requiriu a rendição de Bartolomeo e os mercenários, mas Ezio e Bartolomeo conseguiram impedir o ataque. Vendo seus inimigos por trás do portão, Valois trocou insultos com Bartolomeo, o chamando de bárbaro e pedindo que ele lhe encontre em sua fortaleza para declarar sua rendição.

Contudo, Ezio pensou em um jeito de enganar Valois, resgatar Pantasilea e acabar com as tropas francesas. Ele atacou um dos postos avançados franceses perto do Quartel, matando 20 dos soldados de Valois e obtendo as armaduras deles. Os homens de Bartolomeo vestiram-se com os uniformes, Ezio vestiu-se como oficial e eles iriam então fingir entregar Bartolomeo.

MorteEditar

"Eu só queria respeito..."
―Valois em seus últimos momentos

Entrando na fortaleza, Valois não percebeu a enganação e continuou a insultar Bartolomeo, declarando que seu nome não possuía valor algum, mas Valois ficou enraivecido quando Bartolomeo disse que pelo menos o nome dele não é falso.

Valois

Valois ameaçando Pantasilea.

Bartolomeo disse à Valois que nobreza é ganha através de coragem e respeito, e não através de sequestro e compras. Nervoso, Valois declarou que "selvagens nunca aprendem" e mirou sua pistola de roda na cabeça de Pantasilea.

Vendo o perigo, Ezio disparou sua Pistola Oculta no ar, sinalizando as tropas disfarçadas para o ataque. Acovardado, Valois abandonou seus homens para a batalha e fugiu com Pantasilea, mantendo-a como refém com sua pistola de roda. Uma batalha sangrenta e furiosa eclodiu, e enquanto Bartolomeo e os mercenários despachavam os soldados franceses, Ezio perseguiu Valois.

Au Revoir

Últimos momentos de Valois.

Ao perceber Ezio, Valois disparou nele mas errou por centímetros, e conseguiu fugir para um lugar protegido por Arcabuzeiros. Desesperado, Valois gritou que ele iria executar Pantasilea a qualquer sinal de problema, mas foi aproximado e esfaqueado fatalmente pela Lâmina Oculta de Ezio.

Morrendo, Valois admitiu a Ezio que tudo que ele queria era respeito, e Ezio retrucou dizendo que respeito é ganho, não herdado ou comprado. Percebendo tarde demais os erros da sua vida, Valois aceitou a morte e recebeu ritos finais de Ezio.

Personalidade e característicasEditar

Valois tinha a clássica sede de poder e propriedade por causa de seu sangue nobre, mas na verdade desejava apenas ser respeitado e temido por seus conhecidos e pelo povo, mas não tinha a honra e coragem para ser assim, pensando que iria ganhar respeito através de riquezas, herança e covardia. A personalidade dele era o exato oposto da de seu rival Bartolomeo.

Como muitos da realeza, Valois pensava que as batalhas eram bárbaras demais para serem lutadas por ele, e apenas sentava confortavelmente enquanto seus soldados morriam e sangravam. Quando estava cercado de suas tropas, Valois se declarava um homem poderoso e forte, mas ao ser encurralado por Ezio, mostrou covardia e desespero.

No entanto, Valois parecia ser mais um fantoche do que um Templário de verdade, acreditando que os Bórgia dariam Itália à França no final, e sendo importante apenas por causa de sua posição como general. Ele também aparenta ser o único Templário romano que finalmente viu seus erros em seus últimos momentos, e pelo menos morreu com um pouco de dignidade.

CuriosidadesEditar

  • Não existe nenhum barão de Valois historicamente, apenas duques e condes.

ReferênciasEditar