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Octavian de Valois
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Informações biológicas
Nasceu em

1448
França, Reino da França

Morreu em

Agosto de 1503 (aos 55 anos)
Roma, Estados Papais

Informações políticas
Afiliações

Casa dos Valois
Casa dos Bórgia
Templários
Templários Italianos

Informações do mundo real
Aparece em

Assassin's Creed: Brotherhood
Assassin's Creed: Ascendance

Dublador

Arthur Holden

"Você deve aprender a falar francês, ajudaria a mascarar suas sensibilidades bárbaras."
―Valois falando com Bartolomeo d'Alviano.

Octavian, Barão de Valois (1448 - 1503) foi um nobre francês, general do Exército Francês e um membro do Rito Italiano da Ordem dos Templários.

Valois providenciava reforços franceses às tropas de César Bórgia, o líder dos Templários Italianos em Roma, e dominava com seu exército o Distrito Campagna da cidade. Servindo como um dos três tenentes de César, Valois era essencial para o controle dos Bórgia sobre Roma.

BiografiaEditar

O general francês de RomaEditar

Em 1498, o primo distante de Valois, Rei Luís XII, foi coroado Rei da França. Após isso, Luís nomeou Valois o general das campanhas militares francesas na Itália, mas no entanto Valois não havia recebido qualquer espécie de treinamento militar, apenas treinamento aristocrático formal. O secretário real escreveu "...as coisas que as pessoas fazem por seus familiares..." sobre Luís e Valois.

Na corte francesa, Valois conheceu os espanhóis César e João Bórgia, que estavam lá para cortejar Charlotte d'Albret. Descobrindo que os Bórgia eram a liderança dos Templários italianos, Valois fez uma aliança com eles e e juntou-se à Ordem, pensando erroneamente que a Itália seria dada à ele após eles destruírem toda a oposição.

Viajando para Roma com seus novos aliados e com seu exército, Valois providenciou vasta ajuda militar para os Bórgia, e estabeleceu sua base-de-operações na fortaleza de Castro Pretório. Vivendo luxuosamente, Valois não tinha participação alguma nas campanhas militares que deveria estar liderando, apenas oprimindo os cidadãos de Roma e batalhando os Mercenários do Assassino Bartolomeo d'Alviano.

Nesse tempo, os Templários forçaram Leonardo da Vinci a projetar armas e máquinas de guerra para eles, e Valois fez Da Vinci projetar e construir uma pistola de roda dourada.

Cerco de MonteriggioniEditar

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Os Templários na entrada de Monteriggioni.

Em 2 de janeiro de 1500, após o Mestre Assassino Ezio Auditore ter acabado com os planos do Grão-Mestre Rodrigo Bórgia e o humilhado, Rodrigo deu a César controle sobre a Ordem dos Templários, e a primeira coisa que César fez foi atacar Monteriggioni para destruir os Assassin

os e tomar a Maçã do Éden de volta.

Valois acompanhou César, João e Lucrécia Bórgia, e o assassino de César Micheletto Corella, à Monteriggioni. As tropas Bórgia destruíram as defesas, derrubaram parte das muralhas e saquearam a cidade, mas felizmente o povo já havia fugido pelos túneis. Os Templários entraram pelo portão, mantendo Mario Auditore e Caterina Sforza reféns, e César tomou a pistola de roda de Valois e executou Mario.

Retornando à Roma com o tesouro de Monteriggioni, a Maçã e Caterina como prêmios, Valois continuou sua guerra contra Bartolomeo d'Alviano.

Controle sobre RomaEditar

"Esqueçam o Papa, vocês obedecem apenas à mim. Roma é a estrutura que segura nossa organização inteira. Ela não pode oscilar, o que significa que vocês também não."
―César falando com seus três tenentes.
Alguns meses depois, em Roma, Valois se reuniu com César, junto com os outros dois tenentes João Bórgia e Micheletto Corella, no pátio do Castelo de Santo Ângelo. Lá, César disse que irá partir para Urbino para continuar suas conquistas, deixando Roma sob o controle dos três.
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Os três tenentes e César.

Ezio, que chegou em Roma naquele ano, buscando revanche contra os Bórgia e a reconstrução da Irmandade, espionou a reunião, e decidiu acabar com o império dos Bórgia. Assassinando agentes, destruindo torres e reerguendo os Mercenários, Ladrões e Cortesãs, Roma estava sendo rapidamente libertada.

João Bórgia, o banqueiro, foi assassinado por Ezio em 1503, e Ezio voltou sua atenção para o Barão de Valois, que estava atualmente bem ocupado com o conflito com Bartolomeo. Valois atacou o quartel de Bartolomeo e sequestrou Pantasilea Baglioni, a esposa de Bartolomeo, para virar o jogo.

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Valois e suas tropas.

Valois requiriu a rendição de Bartolomeo e os mercenários, mas Ezio e Bartolomeo conseguiram impedir o ataque. Vendo seus inimigos por trás do portão, Valois trocou insultos com Bartolomeo, o chamando de bárbaro e pedindo que ele lhe encontre em sua fortaleza para declarar sua rendição.

Contudo, Ezio pensou em um jeito de enganar Valois, resgatar Pantasilea e acabar com as tropas francesas. Ele atacou um dos postos avançados franceses perto do Quartel, matando 20 dos soldados de Valois e obtendo as armaduras deles. Os homens de Bartolomeo vestiram-se com os uniformes, Ezio vestiu-se como oficial e eles iriam então fingir entregar Bartolomeo.

MorteEditar

"Eu só queria respeito..."
―Valois em seus últimos momentos

Entrando na fortaleza, Valois não percebeu a enganação e continuou a insultar Bartolomeo, declarando que seu nome não possuía valor algum, mas Valois ficou enraivecido quando Bartolomeo disse que pelo menos o nome dele não é falso.

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Valois ameaçando Pantasilea.

Bartolomeo disse à Valois que nobreza é ganha através de coragem e respeito, e não através de sequestro e compras. Nervoso, Valois declarou que "selvagens nunca aprendem" e mirou sua pistola de roda na cabeça de Pantasilea.

Vendo o perigo, Ezio disparou sua Pistola Oculta no ar, sinalizando as tropas disfarçadas para o ataque. Acovardado, Valois abandonou seus homens para a batalha e fugiu com Pantasilea, mantendo-a como refém com sua pistola de roda. Uma batalha sangrenta e furiosa eclodiu, e enquanto Bartolomeo e os mercenários despachavam os soldados franceses, Ezio perseguiu Valois.

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Últimos momentos de Valois.

Ao perceber Ezio, Valois disparou nele mas errou por centímetros, e conseguiu fugir para um lugar protegido por Arcabuzeiros. Desesperado, Valois gritou que ele iria executar Pantasilea a qualquer sinal de problema, mas foi aproximado e esfaqueado fatalmente pela Lâmina Oculta de Ezio.

Morrendo, Valois admitiu a Ezio que tudo que ele queria era respeito, e Ezio retrucou dizendo que respeito é ganho, não herdado ou comprado. Percebendo tarde demais os erros da sua vida, Valois aceitou a morte e recebeu ritos finais de Ezio.

Personalidade e característicasEditar

Valois tinha a clássica sede de poder e propriedade por causa de seu sangue nobre, mas na verdade desejava apenas ser respeitado e temido por seus conhecidos e pelo povo, mas não tinha a honra e coragem para ser assim, pensando que iria ganhar respeito através de riquezas, herança e covardia. A personalidade dele era o exato oposto da de seu rival Bartolomeo.

Como muitos da realeza, Valois pensava que as batalhas eram bárbaras demais para serem lutadas por ele, e apenas sentava confortavelmente enquanto seus soldados morriam e sangravam. Quando estava cercado de suas tropas, Valois se declarava um homem poderoso e forte, mas ao ser encurralado por Ezio, mostrou covardia e desespero.

No entanto, Valois parecia ser mais um fantoche do que um Templário de verdade, acreditando que os Bórgia dariam Itália à França no final, e sendo importante apenas por causa de sua posição como general. Ele também aparenta ser o único Templário romano que finalmente viu seus erros em seus últimos momentos, e pelo menos morreu com um pouco de dignidade.

CuriosidadesEditar

  • Não existe nenhum barão de Valois historicamente, apenas duques e condes.

ReferênciasEditar

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