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Jornada ao Novo Mundo 1

O Providence atravessando o Atlântico.

Navios são embarcações marítimas geralmente usadas para atravessar oceanos e outros corpos d'água fundos, como mares e lagos. A maior parte dos navios foi e é usada para transportar passageiros e bens, por motivos como comércio, guerra ou simples transporte. Navios são geralmente liderados por um capitão, que pode ser também o proprietário da embarcação.

Pela maior parte da história humana, navios foram impulsionados por velas, mas os navios usados pelos romanos e gregos antigos eram primariamente movidos à remo. Acompanhando a evolução tecnológica humana, navios variavam desde gigantescos e devastadores barcos bélicos à barcos de transporte simples, chegando no seu pico quando foram inventados o barco à vapor e mais recentemente o barco de impulsão nuclear.

HistóriaEditar

AntiguidadeEditar

Trirreme

Um trirreme e uma felucca.

Os primeiros navios foram desenvolvidos pelas potências da Antiguidade, destacadamente o Egito, Roma, Grécia, Pérsia e China. Nos últimos séculos AEC, os navios mais usados eram as trirremes, que possuíam velas mas eram impulsionados à remo, e as octorremes, que funcionavam da mesma maneira que as trirremes mas eram significativamente maiores, descritas pelo navarco Phoxidas como uma "cidade marítima".

As trirremes eram geralmente capitaneadas por oficiais de importância intermediária ou baixa, enquanto as octorremes sempre pertenciam aos influentes e ricos generais militares, entre eles Pompeu, o Grande. Esses navios eram muito usados em combate, geralmente com arqueiros de flechas flamejantes, bombas de fogo, catapultas ou abalroamento. Existiam também as feluccas, que eram barcos pequenos muito usados para pequenas patrulhas militares ou comércio e transporte civil.

Tempos medievaisEditar

Nos tempos medievais e renascentistas, os navios mais usados eram as Traghetti de dois mastros e as Carracas de três mastros. Os navios faziam uma parte importante do poderio militar dos Cruzados, que possuíam uma quantidade enorme no porto de Acre. A maioria dos navios italianos eram usados para o comércio que estava crescendo incontrolavelmente na região, mas muitos também eram usados para guerras navais, especialmente em áreas táticas costais como a Romanha e Veneza.

Trabalhadores portuários no Arsenal de Veneza conseguiam construir um navio completíssimo à cada dia na época do pico da prosperidade veneziana. Nessa época, navios ainda usavam arqueiros, catapultas e bombas como meios ofensivos, mas os Otomanos e Bizantinos desenvolveram a arma devastadora Fogo grego, capaz de queimar um porto inteiro e causar grande destruição em áreas urbanas ou fortificadas.

Tempos coloniaisEditar

Na época do Período Colonial e Era das Navegações no Novo Mundo e Novíssimo Mundo, os meios ofensivos navais evoluíram drasticamente com a criação de canhões, armas giratórias, morteiros, arietes, barris flamejantes e bombas navais. Isso fazia com que conflitos nos oceanos e mares ficassem muito mais comuns do que antes, além do apoio da tripulação com mosquetes, explosivos e abordagens diretas.

Os navios dessa época geralmente eram divididos entre os gigantescos Man O' War, as intermediárias mas poderosas fragatas, os rápidos e resistentes brigues, as pequenas mas potentes escunas e as minúsculas e muito rápidas canhoneiras. Havia também navios customizados para alcançar o maior potencial de batalha possível, mais notavelmente o Gralha, o Morrigan e o Áquila.

Também surgiram os navios-armadilha, que eram navios menores como brigues ou escunas que eram lotados de pólvora, óleo e explosivos e direcionados suicidamente contra frotas inimigas, causando grandes explosões devastadoras se não fosse destruído à tempo. Estes navios foram notavelmente por Edward Kenway, Charles Vane e Jack Rackham para abrir um buraco no Bloqueio de Nassau e por Adéwalé durante a Batalha de Louisbourg.

Tempos atuaisEditar

Navios atuais são muito mais tecnologicamente avançados que os de períodos anteriores, com armamentos como canhões pesados, lança-mísseis, metralhadoras pesadas, bombas subaquáticas e até armamentos nucleares leves. Eles também são muito mais rápidos, usando novas tecnologias para movimentar-se mais rápido através de vários meios como combustível, vapor, eletricidade ou até impulsos nucleares.

Altaïr II

O Altaïr II.

Os Assassinos atuais, especificamente Gavin Banks, usam um submarino avançado de reconhecimento: o Altaïr II.

ReferênciasEditar