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Jacopo de Pazzi

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Jacopo de Pazzi
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Informações biológicas
Nasceu em

1421
Florença, República Florentina

Morreu em

3 de janeiro de 1480
Antico Teatro Romano, Toscana

Informações políticas
Afiliações

Templários
Templários Italianos
Casa dos Pazzi

Informações do mundo real
Aparece em

Assassin's Creed II
Assassin's Creed: Renascença

Dublador

Arthur Grosser

Jacopo de Pazzi (1421 - 1480) foi o chefe do Banco Pazzi, um nobre florentino influente e um membro do Rito Italiano da Ordem dos Templários, sendo o mestre por trás da Conspiração dos Pazzi e o líder geral dos Templários de Florença.

Jacopo era o membro mais velho da Casa dos Pazzi, e era quem comandava o poderoso banco deles, sendo o tio de Francesco de Pazzi e tio-avô de Vieri e Viola de Pazzi.

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

Nascido na influente e rica Casa dos Pazzi, o Banco Pazzi foi a operação financeira mais poderosa de toda Florença por bastante tempo, sob o comando dos Pazzi. Com a ascensão da Casa dos Médici e de seu respectivo banco, o Banco Pazzi tornou-se o segundo mais rico, com os Médici lhe superando. Jacopo não foi drasticamente atingido por isso, sendo um sócio de negócios de Lourenço de Médici, mas seu sobrinho Francesco de Pazzi e outros de seus afiliados foram. Stefano da Bagnone era o secretário de Jacopo, e Bernardo Baroncelli era seu contador chefe e assassino pessoal ao mesmo tempo.

A família Pazzi foi contatada pelo cardeal e Grão-Mestre dos Templários, Rodrigo Bórgia, que ofereceu à eles a situação perfeita: o Banco Médici destruído, a classe média incapacitada e os Pazzi no comando de Florença. Francesco e outros dos aliados dos Pazzi rapidamente aceitaram, e Jacopo, vendo oportunidade nisso, mas ainda sendo cauteloso, também aceitou. Jacopo, Francesco, Vieri e um sobrinho desconhecido de Jacopo, tornaram-se membros do Rito Italiano da Ordem dos Templários.

Conspiração dos PazziEditar

Em 1478, Jacopo se encontrou com Francesco, Vieri e Rodrigo em San Gimignano, que estava sob controle dos Pazzi, para discutir os próximos procedimentos da conspiração. Foi dada à Vieri a tarefa de manter o controle sob a Toscana, à Francesco a tarefa de matar os Médici e liderar o ataque à cidade, e à Jacopo a tarefa de acalmar a população e virar-los para o lado dos Pazzi quando a batalha estiver vencida.

Naquele momento, San Gimignano foi invadida por tropas mercenárias de Monteriggioni, lideradas pelo Mestre Assassino Mario Auditore e seu sobrinho aprendiz Ezio Auditore da Firenze. Jacopo, Francesco e Rodrigo deixaram a cidade à cavalo, enquanto Vieri ficou para trás para impedir o ataque, mas ao invés disso foi enfrentado e morto por Ezio.

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Jacopo repreendendo Francesco.

Algum tempo depois naquele ano, Jacopo se encontrou com os outros conspiradores Pazzi; Francesco, Stefano da Bagnone, Antonio Maffei, Francesco Salviati, [[Bernardo Baroncelli; e Rodrigo, nas catacumbas abaixo da igreja Santa Maria Novella em Florença, para discutir a conspiração. Com o grande número de equipamentos providenciados pelo Templário veneziano Emilio Barbarigo e a legião de mercenárias contratados pelos Pazzi e por Salviati, os conspiradores estavam prontos para dar o golpe.

Durante a reunião, Francesco e Baroncelli zombaram da família Médici, perguntando sarcasticamente se o irmão playboy de Lourenço, Juliano de Médici, iria estar acordado à tempo para ir à missa. Vendo essas brincadeiras, Jacopo repreendeu eles, dizendo que os inimigos deles não podiam ser subestimados, lembrando do assassinato de Vieri na Toscana.

No domingo seguinte, enquanto a família Médici e seus aliados estavam andando em frente à Basílica Santa Maria del Fiore, Francesco e Baroncelli os atacaram, assassinando Juliano. Lourenço foi esfaqueado por Bagnone e Maffei, mas sobreviveu e foi salvo por Ezio. As próximas horas jogaram Florença em um banho de sangue entre os guardas dos Médici e os mercenários dos Pazzi, iniciando uma sangrenta batalha pela cidade, concentrada em frente ao Palazzo della Signoria.

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Jacopo liderando a multidão de apoiadores.

Jacopo cavalgou ao longo de Florença, incentivando a população à lutar contra os Médici e se aliar aos Pazzi, liderando uma grande multidão de cidadãos em frente ao Palazzo. Para o espanto de Jacopo, dos mercenárias e da multidão, o cadáver despido de Francesco foi pendurado na torre do Palazzo, desmotivando os Pazzi. Jacopo, revelando sua natureza covarde e cautelosa, imediatamente fugiu da cidade no seu cavalo, ocultando-se em San Gimignano junto com Maffei, Bagnone, Salviati e Baroncelli.

Escondendo-se em San GimignanoEditar

Com a falha da conspiração, o nome Pazzi foi condenado na República Florentina inteira, e os Médici e seus aliados caçaram sem remorso os conspiradores sobreviventes, saqueando propriedades dos Pazzi e espalhando a notícia para seus aliados.

Jacopo, sendo cauteloso e tendo vastos recursos, escondeu-se bem na cidade de San Gimignano, que havia sido de novo tomada pelos restantes dos soldados Pazzi. Entretanto, Jacopo sabia que seus mercenárias não podiam lhe salvar das garras de Ezio, então ocultou-se em um lugar ainda desconhecido na cidade.

Ele também providenciou seus co-conspiradores com uma porção de seus recursos, escondendo Bagnone na Abadia Monte Oliveto Maggiore e escondendo várias guardas lá disfarçados de monges, posicionando Maffei no topo da Torre Grossa com muitos arqueiros ao redor dele, escondendo Baroncelli em outro lugar secreto de San Gimignano. Ele não precisou ajudar Salviati, que já era extremamente rico e se trancou na Villa Salviati.

No entanto, os aliados de Jacopo não eram tão cautelosos como ele, e foram um à um rastreados e assassinados por Ezio, que aprendeu com as últimas palavras de cada um deles e de uma carta enviada por Jacopo que eles iriam se encontrar perto da Santa Maria Assunta e caminhar até o Antico Teatro Romano para falar com Rodrigo.

MorteEditar

Sendo o último conspirador Pazzi vivo, Jacopo finalmente saiu de seu esconderijo pois precisava atender à reunião com Rodrigo. Ezio localizou Jacopo rapidamente, provando que os medos de Jacopo eram reais, e o seguiu até o teatro arruinado, onde ele observou à distância a reunião Templária.

Rodrigo e o outro Templário lá, Emilio Barbarigo, criticaram e repreenderam Jacopo pela "covardice" dele e da falha na conspiração contra os Médici. Jacopo culpou Francesco pelo fracasso, dizendo que ele subestimou os Médici e atacou muito descautelosamente, mas foi ignorado por Rodrigo e Emilio, o último que lhe xingou de covarde.

Jacopo, perdendo a calma e cometendo um erro fatal, insultou Emilio, dizendo que a "bosta que os venezianos chamam de armadura e armas que lhe deram não serviram para nada". Isto fez Emilio ficar extremamente raivoso, mas Rodrigo disse que já chega, declarando que eles confiaram nos Pazzi, e que foram recompensados por fracassos, desculpas e insultos. Rodrigo então questionou Jacopo se ele sabia como ele iria reagir, recebendo um "não" como resposta.

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Ezio dando à Jacopo seus ritos finais.

Rodrigo disse "Está tudo bem, eu sei..." e esfaqueou o estômago de Jacopo com um estilete. O velho implorou por piedade, mas Emilio revelou uma adaga e esfaqueou Jacopo no peito, arremessando-o no chão. Ainda não convencido, Jacopo continuou implorando por piedade, e Rodrigo desembainhou sua espada e brutalmente empalou o pescoço de Jacopo.

Personalidade e característicasEditar

Um membro antigo dos Templários e conspirador, Jacopo era um planejador pragmático, sem subestimar seus inimigos e capaz de ver as fraquezas nos seus planos. Quando Francesco zombou de seus inimigos, Jacopo disse à ele que os Assassinos eram uma ameaça grande, lembrando-o da morte de Vieri alguns meses antes. Ele também foi racional e cauteloso ao se ocultar em um lugar desconhecido em San Gimignano, saindo apenas quando Rodrigo lhe chamaria.

A personalidade cautelosa de Jacopo era vista por outros como covardice, inclusive seus irmãos Templários e os Médici, fugindo de Florença assim que viu o cadáver de Francesco. Quando xingado de covarde por Emilio, Jacopo imediatamente argumentou de volta.

Jacopo também era um homem calmo, que respeitava aqueles que estavam acima dele, mesmo que raras vezes ele aumentara seu ton de voz. Ele respeitava e temia Rodrigo igualmente, e nunca uma vez aumentou o ton de voz contra o mestre Templário. Até quando ele estava esfaqueado e morrendo, Jacopo permaneceu obediente à ele, implorando por piedade e falando que a confusão em Florença ainda podia ser consertada.

CuriosidadesEditar

  • Historicamente, Jacopo foi surrado por uma multidão de civis e arremessado para fora de uma janela, sendo então arrastado pela multidão nas ruas de Florença. Ele foi um dos únicos conspiradores a receberem um enterro, mas alguns anos depois, descendentes de suas vítimas desenterram o cadáver de Jacopo e o jogaram no Arno.
  • Jacopo é o único personagem em Assassin's Creed II a ser visto cavalgando dentro de uma cidade, mesmo que tenha sido em uma cutscene.

ReferênciasEditar

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