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Clube Jacobino
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Informações organizacionais
Organizações relacionadas

Templários
Comuna de Paris

Religião

Deísta (Culto do Ser Supremo)

Informações históricas
Data de formação

1789

Data de colapso

1795

Informações adicionais
Membros notáveis

Maximilien de Robespierre
Georges Danton
Louis Antoine de Saint-Just
Jean-Paul Marat
Jacques-Louis David
Comte de Mirabeau
François Hanriot


A Sociedade dos Amigos da Constituição, mais conhecida como o Clube Jacobino, foi um partido político radical da extrema-esquerda durante a Revolução Francesa. O nome "Jacobino" vem do nome do local em que a maioria das reuniões Jacobinas eram localizadas, o Convento Jacobino. Seus principais membros eram Maximilien de Robespierre, Georges Danton, Jean-Paul Marat, Louis Antoine de Saint-Just e François Hanriot.

HistóriaEditar

FormaçãoEditar

O partido foi fundado em 1789 com o início da Revolução Francesa, e pelos dois primeiros anos de sua existência, foi politicamente moderado e não violento, liderado por Honoré Gabriel Riqueti, Conde de Mirabeau, líder revolucionário e Mentor da Irmandade dos Assassinos. Alguns Jacobinos também eram membros da Ordem dos Templários, o mais notável sendo Maximilien de Robespierre.

Devido a complicações internas na Irmandade dos Assassinos, que resultaram na morte de Mirabeau em 1791, os Jacobinos foram dominados e controlados pelos Templários, servindo como o grupo principal da Facção radical da Ordem liderada por François-Thomas Germain, que usaram os Jacobinos para tentar influenciar os eventos da Revolução, enquanto a Facção moderada da Ordem liderado por Élise de la Serre estava arruinada e sem nenhum partido politico para ajudar.

Alguns dos membros dos Templários se encontraram no Hôtel de Beauvais em 1791 para discutir os planos futuros, e entre esses Templários estavam vários membros dos Jacobinos.

Por causa da morte de Mirabeau, que era extremamente pacifico e moderado, os Jacobinos ficaram mais radicais do que antes sob a liderança da facção radical dos Templários. Quando outro membro influente do partido, Antoine Barnave, desertou junto com a maioria dos membros moderados do partido para criar outro partido, o Clube dos Feuillants, deixando os Jacobinos com muitos membros mais radicais. O jornalista radical Jean-Paul Marat, um membro dos Jacobinos, também incitou grandes controvérsias com seus artigos. Robespierre também ficou muito famoso, e ficou conhecido como o "incorruptível", ao contrário de Danton e Desmoulins, que eram aliados secretos dos Assassinos ao invés dos Templários.

Revolução FrancesaEditar

Abolição da monarquiaEditar

Os Jacobinos foram um dos maiores beneficiários da insurreição de 10 de Agosto de 1792, evento em que uma enorme multidão de revolucionários e militantes atacaram o Palácio das Tulherias, marcando o fim e a abolição da monarquia francesa.

Com a queda da monarquia, os Jacobinos foram um dos dois partidos políticos mais poderosos de Paris, junto com seus rivais mortais, o Clube Girondino, que era mais influentes do que eles na época. Após esses incidentes, os Jacobinos se tornam um partido mais militante do que um partido de deputados. Os Jacobinos também se associaram com Jacques Roux, líder dos Enragés, mas Roux rapidamente ficou brigado com Marat, e começou a escrever jornais também, criticando a lentidão da guilhotina.

Queda dos GirondinosEditar

Em 1793, os Jacobinos superaram seus rivais, os Girondinos, e executaram quase todos os Girondinos de Paris, incluindo seu líder Jacques Pierre Brissot e a mulher que lutou pelos direitos femininos, Olympe de Gouges. O massacre dos Girondinos causou grande controvérsia entre os dois líderes dos Jacobinos, Robespierre e Danton, pois Danton desejava um resultado mais moderado para os Girondinos.

Naquele mesmo ano, Marat foi assassinado por Charlotte Corday, uma simpatizante Girondina que culpava Marat pelos massacres de Setembro de 1792 e pelo fim brutal dos colegas Girondinos dela. O Assassino Arno Dorian investigou a morte de Marat, e descobriu que Corday havia deixado pistas que ele era a matadora, desejando tornar-se uma mártir. As autoridades descobriram que Corday matou Marat, e os Jacobinos então a guilhotinaram por seus atos, e Corday disse em seus últimos momentos que "matou um homem para salvar cem mil". Com a morte de Marat, Jacques Roux dominou os jornais.

Em 1793, Arno Dorian assassinou três aliados de Robespierre sob as ordens do Conselho dos Assassinos, que não gostavam do novo radicalismo de Robespierre.

O Reino do TerrorEditar

A hostilidade entre Robespierre e Danton aumenta devido as afiliações Templárias e Assassinas, respectivamente, dos dois políticos. Robespierre então usa várias maneiras para provar a corrupção de Danton, e consegue prender ele com a ajuda de François Hanriot, membro militante dos Jacobinos.

Os Jacobinos conseguem prender e sequestrar Roux, que os Templários acreditavam ser "excessivamente brutal e extremo, mesmo quando comparado com Robespierre e Saint-Just". Germain e os outros Templários desconfiam da capacidade de Robespierre de manter o poder, e decidem soltar Roux e os Enragés pela cidade para causar mais terror ainda para manter os Templários e Jacobinos no poder. Roux é entre tanto assassinado por Arno Dorian e três outros Assassinos.

O Reino do Terror inicia em 1794, com Robespierre trazendo a Revolução a novos níveis de brutalidade e terror. Ele estava no seu auge quando Robespierre consegue planejar a execução de Danton, Desmoulins e outros aliados políticos dos Assassinos no clube Jacobino. Arno Dorian e três outros Assassinos tentam resgatar Danton, mas o político diz que prefere morrer pela França, dizendo que sua morte ira causar desconfiança a figura de Robespierre.

Danton foi então guilhotinado, mas alguns de seus aliados foram salvos por Arno antes que eles pudessem ser capturados também. O Reino do Terror causou brutalidades e injustiças contra os Parisienses, e a Revolução muda de uma "luta pela igualdade e justiça" para um "massacre pelo poder".

Com Danton e Marat mortos, Robespierre tornou-se o supremo líder dos Jacobinos, agora junto com Louis Antoine de Saint-Just, Georges Couthon e François Hanriot. Robespierre também usou a arte a seu favor, através do pintor Jacobino Jacques-Louis David. Os Assassinos começaram a colaborar com a famosa Théroigne de Méricourt para derrubar os Jacobinos, mas eles eram tão fortes que mesmo roubando armas e organizando brigadas militares contra eles, não conseguiram.

Naquele ano, Arno também investigou Saint-Just, braço-direito de Robespierre. Ele se envolveu em uma reviravolta envolvendo um fabricante de casacos que suspeitava do material que Saint-Just lhe deu para fazer o casaco. Após investigar, Arno descobriu que os casacos de Saint-Just eram feitos com a pele humana das vítimas dele, e o valete de Saint-Just tentou matar Arno para silenciar-lo, mas acabou morto pelo Assassino. Arno deu essa evidência para os inimigos dos Jacobinos, que disseram que iam tentar usar isso para derrubar Saint-Just.

Culto do Ser SupremoEditar

Robespierre também fundou o Culto do Ser Supremo, um culto a uma divindade conhecida como o "Ser Supremo", que está por trás da natureza e maravilhas do mundo, e Robespierre então tornou esse culto a religião oficial da França. Ele organizou vários festivais harmoniosos por toda Paris, que davam uma diferença do banho de sangue que estava acontecendo fora dos festivais.

Em um desses festivais em Julho de 1794, o Assassino Arno Dorian e sua amante Templária Élise de la Serre, filha de François de la Serre, o grão-mestre usurpado, atenderam um dos festivais, dispostos a acabar com Robespierre e descobrir o paradeiro de François Germain. Eles planejaram arruinar a imagem de Robespierre, e Arno foi até a barraca pessoal do político para tentar encontrar algo incriminatório.

Arno infiltrou-se na barraca e após vasculhar ela, conseguiu encontrar cartas Templárias de Germain e algumas listas com nomes de alguns dos principais rivais e críticos de Robespierre. Ele então roubou essas listas e as distribuiu entre alguns desses críticos presentes no festival.

Enquanto isso, Élise colocou um tônico alucinógeno no vinho de Robespierre. Quando Robespierre bebeu, ele começou a ter alucinações aleatórias e fez ações bruscas, parecendo ser insano e louco na frente da multidão.

Reação TermidorianaEditar

As listas com os nomes dos rivais dos Jacobinos e a suposta insanidade de Robespierre fez com que os cidadãos se rebelassem contra os Jacobinos, e a Convenção Nacional declarou guerra aos Jacobinos. Paris entrou em guerra, com os militantes Jacobinos liderados por Hanriot lutando contra os soldados termidorianos que eram membros da Guarda Nacional Francesa e dos Sans-culottes, liderados por Paul Barras e outros rivais políticos dos Jacobinos.

Saint-Just, Hanriot e os outros líderes Jacobinos se refugiaram no Hôtel de Ville, enquanto Robespierre tentou ir para lá. Entre tanto, os guardas conseguiram capturar Robespierre e tentaram escoltar ele até a prisão, mas a escolta foi atacado por militantes Jacobinos, e Robespierre então fugiu para o Hôtel e se refugiou em seu escritório no piso mais alto.

Os Sans-culottes e guardas nacionais então cercaram e invadiram o Hôtel, iniciando uma feroz batalha entre os Termidorianos e os Jacobinos. Enquanto isso, Arno e Élise infiltraram-se no Hôtel silenciosamente e encurralaram Robespierre em seu escritório, querendo saber a localização de Germain.

Enquanto isso, o irmão de Robespierre, Augustin, não aceitou a derrota e pulou de uma janela, mas ele sobreviveu milagrosamente, mas suas duas pernas quebraram e ele ficou gravemente ferido. Saint-Just foi preso, e Hanriot foi arremessado para fora de uma janela, sobrevivendo como Augustin.

Sendo interrogado por Arno e Élise, Robespierre recusou-se a falar. Para fazer o Jacobino falar, Élise disparou uma bala na bochecha de Robespierre, fazendo ele perder a voz e ficar gravemente ferido. Ele então escreveu a localização de Germain, e foi abandonado pelos dois amantes, que então fugiram.

DissoluçãoEditar

Os irmãos Robespierre, Saint-Just, Hanriot e Couthon foram então guilhotinados após a reação Termidoriana, e os Jacobinos foram declarados fora-da-lei pela Convenção Nacional. Com a queda dos Jacobinos, a morte de seus líderes e o assassinato de Germain feito por Arno, os Templários parisienses tombaram.

Pouco tempo depois da execução dos líderes Jacobinos, os Jacobinos que ainda restavam se refugiaram novamente no Hôtel de Ville para tentar fugir de Paris e depois restaurar o partido. Uma multidão de revolucionários liderada por Théroigne de Méricourt então cercou o esconderijo, e ajudados por Arno e outros três Assassinos, eliminaram os Jacobinos sobreviventes.

MembrosEditar

Aliados e associadosEditar

ReferênciaEditar

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