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Isabel I de Castela

Isabel I de Castela (22 de abril de 1451 – 26 de novembro de 1504) foi uma Rainha de Castela e Leão, e a esposa do Rei Fernando II. Além disso, ela era uma pessoa muito religiosa e muitas vezes teve contato com Tomás de Torquemada, Inquisidor Geral e seu confessor pessoal. Suas crenças a levaram a pedir a conversão ou o exílio de seus súditos muçulmanos e judeus na Espanha, no que mais tarde se tornaria conhecido como a Inquisição Espanhola.

Biografia Editar

Em 1491, os membros de ambas as Ordens dos Assassinos e Templários se infiltraram nos círculos íntimos de Fernando e Isabel. Naquele ano, o explorador Genovês Cristóvão Colombo, um amigo próximo do ministro das finanças judaica de Isabel e Assassino secreto Luis de Santángel, pediu à Isabel para financiar suas viagens às Índias Orientais. Os Templários, cientes de que a rota de Colombo iria levá-lo a descobrir o Novo Mundo, deliberadamente influenciaram Isabel a prolongar a guerra em curso com os Mouros, impedindo-a assim de financiar Colombo.[1]

Em 1492, o Assassino Italiano Ezio Auditore da Firenze resgatou o Rei Maomé XII de um ataque de Templários em seu palácio de Alhambra, e persuadiu-o para colocar um fim à guerra com Fernando e Isabel. A Rainha Isabel, embora grata pelos esforços de Ezio, ainda era incapaz de financiar a viagem de Colombo, visto que seus recursos ainda eram escassos. Além disso, ela revelou que o Rei da França tinha feito uma oferta a Colombo, embora Ezio tenha percebido rapidamente que era uma armadilha dos Templários e resgatado Colombo. Luis de Santángel e Raphael Sánchez, ministros das finanças de Fernando e Isabel, finalmente convenceram Isabel a financiar metade da viagem de Colombo, enquanto ambos pagam a outra metade.[1]

Quando Luis de Santángel morreu em 1498, os Assassinos não tinham mais olhos dentro do círculo real Espanhol. No início da década de 1500, Ezio Auditore enviou uma equipe de Assassinos para recuperar o diário de Santángel, resultando na descoberta de que ele tinha tentado envenenar a rainha. Após investigar se os motivos de Santángel foram de vingança pela Inquisição Espanhola, que matou a maioria de sua família ou foram por causa da influência dos Templários, os Assassinos descobriram que Isabel tinha trocado cartas com César Bórgia, e concluíram que ela foi forçada a servir os Bórgia. Depois de estabelecer contato com o associado de Santángel, um dos servos de Isabel, os Assassinos continuaram o trabalho de Santángel e começaram lentamente a envenenar a Rainha.[2]

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Isabel em seu leito de morte

Em 1504, Fernando e Isabel fizeram um acordo com o Papa Júlio II para terem César Bórgia preso no Castelo da Mota perto de Valência.[3] No entanto, Isabel depois sucumbiu ao envenenamento dos Assassinos em 26 de novembro.[2]

Referências Editar

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