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Império Bizantino
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Informações organizacionais
Fundador

Constantino I

Título de líder

Imperador

Sede

Constantinopla

Organizações relacionadas

Império Romano
Templários

Religião

Paganismo Romano (até 391)
Cristianismo calcedoniano (330 - 1054)
Igreja Ortodoxa (a partir de 1054)

Informações históricas
Data de formação

330

Data de colapso

1453


Império Bizantino, conhecido contemporâneamente como o Império Romano, ou o Império Romano do Oriente, foi a continuação predominantemente Grega ou Helenizada do Império Romano durante a Antiguidade Tardia e a Idade Média.

A capital Bizantina, Constantinopla, foi eventualmente conquistada pelo Império Otomano e caiu em controle Otomano, em seguida sendo renomeada de Istanbul; até seu colapso, o Império Bizantino havia sido estabelecido por 1123 anos.

HistóriaEditar

Infiltração TempláriaEditar

Durante o começo do século 16, após os Templários terem sido tirados da Itália pelos Assassinos, os membros da Ordem dos Templários foram capazes de assumir o controle dos remanescentes do Império Bizantino. Agora em comando, os Templários armaram seu quartel-general principal em Derinkuyu na Capadócia, onde o objetivo definitivo dos Bizantinos era desenraizar o Império Otomano e retomar o controle de Constantinopla. Por um tempo, porém, eles remanesceram relativamente quietos.

MasyafEditar

Por 1509, os Templários estavam conscientes dos cinco selos de Altaïr Ibn-La'Ahad. Nesse ano, após um terremoto ter sacudido Constantinopla, os Templários descobriram um dos selos sob o Palácio Topkapi, já que a entrada para a câmara do selo havia sido aberta pela atividade sísmica.

Seguindo esta descoberta, os Templários Bizantinos se tornaram mais ativos e militantes em seu desejo de retomar Constantinopla e encontrar os quatro selos remancescentes. Pouco depois, esse selo passou para a posse do de facto Imperador Bizantino - o Templário encarregado da caça pelos selos - Manuel Paléologo.

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Leandros instruíndo soldados Bizantinos

Pelo começo de 1511, um capitão Templário Bizantino chamado Leandros havia ocupado a região ao redor de Masyaf, onde a livraria de Altair Ibn-La'Ahad estava localizada, embora por Maio de 1511, a região havia sido limpa de Templários pelo Mentor dos Assassinos Italianos, Ezio Auditore da Firenze, cujo estava visitando Masyaf para aprender mais da Ordem dos Assassinos.

Nesse tempo, os Templários estavam procurando o Fórum do Ox e a Cisterna Yerebatana em Constantinopla por selos, embora eles terem sido ambos roubados os selos por Ezio.

ConstantinoplaEditar

Enquanto os Templários conspiravam para derrubar os Otomanos, muitos soldados Bizantinos estavam
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Dois Bizantinos na Cisterna Yerebatana

presentes em Constantinopla pela metade de 1511. Esses soldados rivalizavam com a Guilda dos Assassinos de Constantinopla, e pelo mês de Maio, eles haviam apreendido todas as Tocas Assassinas para eles mesmos a não ser por duas, com elas sendo uma em Galata, e uma no Distrito Imperial, perto do Grand Bazaar.

Pouco depois da chegada de Ezio na cidade, os Templários lançaram um ataque em ambas das tocas restantes, e embora eles terem sido derrotados em Galata, eles conseguiram tomar a toca no Grand Bazaar.

Porém, isso iria demonstrar-se um vitória temporária, já que os Assassinos retomaram a toca pouco depois, pelos 11 meses que Ezio passou na cidade, ele conseguiu retomar as tocas uma por uma e severamente enfraquecer os Templários, até Março de 1512.

Seguindo isso, Ezio partiu para a Capadócia em busca de Paléologo, cujo possuía o último selo. No fim, Ezio matou Manuel e clamou o selo para si mesmo, embora, quando ele estava para partir, ele percebeu o prícipe Otomano Ahmet em um navio com os Bizantinos, cujo revelou que ele era o cérebro por trás da expedição de Masyaf.

CapadóciaEditar

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Ezio escutando Manuel e Shahkulu

Durante o começo do século 16, os Templários armaram seu quartel-general na Capadócia, após terem sido tirados se sua base prévia em Roma pelos Assassinos. Lá, os Templários armaram prisões e se instalaram como os governantes da cidade, enchendo as ruas com soldados Bizantinos.

Paléologo residia na Capadócia por algum tempo após sua família perder seu domínio no trono Bizantino. Ele, junto com seu guarda-costas e companheiro Templário, Shahkulu, governou muito da cidade e mantinha poder dentro de seus muros até a chegada de Ezio.

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