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"Com essa pele e essa voz, onde eu poderia ir para me sentir confortável? Este país é minha melhor chance. Este país chamado Gralha, onde conheço o nome de todos seus cidadãos e eles sabem o meu, e onde trabalhamos juntos. Nem sempre por amor, mas para manter nosso país flutuando."
Adéwalé para Edward Kenway, 1717.
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O Gralha aportado em Grande Inagua

O Gralha foi um brigue capitaneado pelo pirata e então Assassino Edward Kenway, obtido por ele e por seu quartel-mestre Adéwalé em 1715, usando o Gralha até meados da década de 1720.

Antes de ser obtido por Kenway e Adéwalé, o Gralha era conhecido como El Dorado e era um dos brigues que escoltavam a Frota do Tesouro Espanhola. Ao tomar o navio, Kenway a renomeou Gralha, em homenagem ao gracioso pássaro. Com o passar do tempo, o Gralha mudou de um brigue qualquer para um dos navios mais poderosos da época, capaz de destroçar frotas inteiras de navios de guerra, derrotando até navios como El Impoluto, A Dama Negra e os outros navios lendários.

HistóriaEditar

Adquirida por KenwayEditar

Em 1715, Edward Kenway foi preso pelo governador cubano Laureano de Torres y Ayala e acorrentado no porão de um navio na Frota do Tesouro Espanhola para ser levado à Espanha e preso. No porão, ele conheceu Adéwalé e os dois conseguiram se livrar das correntes. Eles então libertaram os outros prisioneiros e tomaram controle de um brigue, o El Dorado, fugindo da frota saqueada e o renomeando de Gralha. Edward tomou posse como capitão e nomeou Adéwalé o seu quartel-mestre.

Seguindo isso, Edward caçou animais selvagens e conseguiu suprimentos para o Gralha na Ilha Ábaco, antes de partir para a cidade pirata de Nassau, para encontrar seus mentores Edward Thatch e Benjamin Hornigold. O primeiro ato de pirataria dele foi acompanhado de Hornigold, ao saquear embarcações espanholas, e após isso comprar novos canhões, casco e melhorias para o navio, também usando o Gralha para roubar de um plantio de açúcar pertencente ao infame Peter Beckford.

PiratariaEditar

Edward seguiu o Man O' War espanhol El Arca del Maestro com o Gralha até a ilha Grande Inagua, onde ele matou o capitão Julien du Casse, deu o Man o' War à Thatch e tomou posse da ilha, estabelecendo sua base de operações nela e aportando o Gralha lá.

O Gralha esteve presente na maioria das aventuras de Edward; entre elas o ataque ao forte de Punta Guarico para interrogar Torres, a ida dele a Tulum, lar dos Assassinos Caribenhos, a perseguição e assassinato do escravizador Laurens Prins e a batalha de Charles-Towne. Ao longo do tempo, Edward atacou e dominou a maioria dos fortes no Caribe]], os disponibilizando para uso pirata e Assassino.

Após Nassau ser bloqueada e dominada pelas forças britânicas de Woodes Rogers e Peter Chamberlaine, o Gralha conseguiu escapar junto com o Caçador de Charles Vane após eles usarem o Fênix Real para explodir parte da frota do bloqueio. Edward e Vane visitaram Thatch em Ocracoke, e quando uma frota britânica atacou e bombardeou a ilha e os piratas, o Gralha e alguns outros brigues piratas batalharam ferozmente contra a frota de Robert Maynard.

No entanto, Thatch lutou ferozmente até ser baleado, cortado e degolado pelos homens de Maynard, e Edward fugiu da área, enquanto os outros brigues que tentaram fugir com ele foram bombardeados pelos morteiros dos Men o' War britânicos. Este episódio foi provavelmente uma das batalhas que mais afetou Edward, a perda de um mentor e vendo a destruição de tantos piratas como ele. Hornigold, John Cockram, Josiah Burgess e incontáveis outros piratas velhos amigos de Edward traíram a causa pirata e tornaram-se caçadores de piratas. A época dourada da pirataria estava chegando a um fim.

Algum tempo depois, Edward e Vane foram traídos por Jack Rackham e seus capangas, que tomaram o Gralha dele e deixaram os dois flutuando no Caçador, que havia sido roubado de suas velas, timão, armas e suprimentos. Vendo seu amigo enlouquecer quando eles estavam isolados na Ilha Providência, Edward deixou Vane para trás quando Adéwalé veio lhe buscar, tendo retomado o Gralha e capturado Rackham.

Caminho ao ObservatórioEditar

O Gralha se dirigiu à ilha portuguesa de Príncipe, onde o Sábio Bartholomew Roberts, o único que sabia a localização e como entrar no Observatório, estava se escondendo com a tripulação de Howell Davis.

Encontrando Roberts e matando Cockram e Burgess, Edward e Roberts lutaram contra uma frota portuguesa na costa do México para ganhar alguns Frascos de Sangue de pessoas importantes, antes de partir para Long Bay, ilha onde se localizava o Observatório. No caminho, o Gralha batalhou contra O Benjamin, matando Hornigold no processo.

Dentro do complexo, Roberts traiu Kenway e disparou contra ele, fazendo-o quase se afogar e depois ser arrastado por um gigantesco penhasco, quebrando várias partes de seu corpo e sendo vendido por Roberts à Torres e Rogers em Kingston. Quase um ano depois, quando Edward foi libertado da prisão e se recuperou da bebedeira, com novos pensamentos e filosofias, ele se reuniu com seu amado Gralha e tornou-se um Assassino, junto com Adéwalé.

O Navio dos AssassinosEditar

Defendendo Tulum mais uma vez das forças espanholas de Torres, Edward foi iniciado na Irmandade Assassina e colocou uma bandeira negra com a insignia dos Assassinos no lugar da bandeira pirata. Ele então partiu para Kingston para assassinar Rogers e descobrir a localização de Roberts. Concluindo seu objetivo, Edward descobriu que Roberts estava novamente assombrando a costa de Príncipe.

Perseguindo o Man o' War de Roberts, o Fortuna Real, foi ali que o Gralha participou de uma das maiores batalhas do Caribe, entre ele mesmo, o Fortuna Real, uma frota espanhola e uma frota britânica. Em meio a carnificina, Edward matou Roberts e recebeu a caveira do Observatório.

Navegando à Havana para pôr um fim à vida de Torres, Edward foi enganado e descobriu que Torres já estava em Long Bay. Chegando lá, o Gralha batalhou ferozmente contra uma frota de navios Templários, estacionados lá para proteger a ilha de Kenway. Descendo, matando Torres e selando o Observatório, Edward finalmente decidiu aposentar-se de sua vida de pirataria e retornar à Inglaterra, de modo à cuidar de sua filha Jennifer Scott e da Irmandade lá.

Alguns anos depois, o Gralha foi doado por seu capitão à Irmandade, e na década de 1730, afundou na costa de São Domingos.

TripulaçãoEditar

ReferênciaEditar

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