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Francesco de Pazzi

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"Francesco de Pazzi é muitas coisas, e nenhuma delas é boa."
Maria Auditore da Firenze sobre Francesco, 1476.[src]
Francesco de Pazzi
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Informações biológicas
Nasceu em

28 de janeiro de 1444
Florença, Republica Florentina

Morreu em

26 de abril de 1478 (aos 34 anos)
Florença, Republica Florentina

Informações políticas
Afiliações

Templários
Casa dos Pazzi

Informações do mundo real
Aparece em

Assassin's Creed II
Assassin's Creed: Renascença
Assassin's Creed: Recollection

Ator

Andreas Apergis

Francesco de Pazzi (1444 - 1478) foi um influente nobre italiano de Florença e um membro secreto da Ordem dos Templários.

Francesco fazia parte da alta nobreza da cidade de Florença, e pertencia a família Pazzi, sendo o pai de Vieri e Viola de Pazzi, assim como o sobrinho de Jacopo de Pazzi.

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

Francesco nasceu em 1444 na grande Florença na Itália, como um membro da alta nobreza da cidade em um tempo em que a população estava cativada por seus governadores, a família Médici. Seus pais o ensinaram a não gostar da classe média e de pessoas que tentavam subir na piramide social, como os Médici.

Durante sua adolescência e anos iniciais como adulto, Francesco assistiu o banco dos Médici superar o dos Pazzi, e influência que sua família tinha no governo caiu. Mesmo continuando com sua imensa fortuna e grandes propriedades, Francesco ficou enraivecido e com sede de sangue Médici após sua família perder em aspectos econômicos e políticos para os Médici, e passou a odiar eles profundamente.

Em 1459, Francesco teve seu primeiro filho com uma mulher desconhecida, e deu o nome a ele de Vieri de Pazzi. Alguns anos depois, ele teve uma filha, Viola.

Após esses acontecimentos, Francesco e seu tio Jacopo foram contatados pelo cardeal e Grão-Mestre dos Templários Italianos Rodrigo Bórgia. Rodrigo ofereceu uma solução ao problema deles que iria beneficiar a ele e eles, matar os Médici e usurpar poder de Florença. Os Pazzi aceitaram rapidamente, e Rodrigo induziu eles na Ordem dos Templários. Ele também induziu Vieri nos Templários e o treinou como um habilidoso assassino.

Conspiração dos PazziEditar

Lidando com os AuditoreEditar

Em 1476, Francesco foi acusado de assassinato por Giovanni Auditore da Firenze, que era secretamente um Assassino. Giovanni se preparou para apresentar a evidência mas foi traído por Uberto Alberti, um membro secreto dos Templários e Gonfaloneiro florentino.

Uberto então ordenou a execução de Giovanni e seus filhos Ezio, Federico e Petruccio Auditore da Firenze. Enquanto Ezio não estava presente durante a captura de sua família, os três outros homens Auditore foram capturados e a mãe, Maria Auditore da Firenze, foi estuprada e agredida pelos guardas Pazzi.

Giovanni, Federico e Petruccio então foram enforcados no dia seguinte, e Ezio foi declarado um homem procurado. Ezio conseguiu escapar e vingou seu pai e irmãos, assassinando Alberti e fugindo de Florença com sua mãe e irmã para se juntar aos Assassinos em Monteriggioni.

Planejando a ConspiraçãoEditar

Dois anos mais tarde em 1748, Francesco se encontrou com seus conspiradores Templários Jacopo, Vieri e Rodrigo em San Gimignano na região italiana da Toscana. Rodrigo atribuiu a tarefa de organizar os mercenários para Vieri, a de aplicar o golpe aos Médici para Francesco e a de conseguir o apoio da população para Jacopo.

Vieri se queixou, dizendo que o Assassino Mario Auditore está provocando as tropas dele, mas Francesco e Rodrigo disseram a Vieri que ele poderia acabar com Mario depois da conspiração. Após Francesco e os conspiradores saírem da área, a cidade foi atacado por mercenários liderados por Ezio e Mario, e Vieri foi morto no processo.

NVS 25.png

Francesco durante a reunião Templária.

A morte de seu filho aumentou o ódio e determinação de Francesco, e alguns meses depois, ele e os outros conspiradores Templários: Stefano da Bagnone, Antonio Maffei, Bernardo Baroncelli, Francesco Salviati, Jacopo e Rodrigo, nas catacumbas da Santa Maria Novella.

O grupo fez piadas sobre a arrogância e preguiça dos Médici, e Francesco arrogantemente disse a Rodrigo que a conspiração não tinha chance de falhar. Quando a discussão acabou, Rodrigo declarou que um novo sol iria nascer sobre Florença no dia seguinte, e então partiu para Roma.

A ConspiraçãoEditar

"Seus dias chegaram a um fim, Lourenço! Sua família inteira morrera pela minha espada!"
―Francesco para Lourenço de Médici.[src]
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Francesco atacando Juliano.

Na noite daquele domingo, os conspiradores se espalharam pela missa na Santa Maria del Fiore, e quando Lourenço, Juliano e o restante da família Médici desfilaram para fora da igreja, Francesco e Bernardo atacaram. Enquanto Lourenço estava distraído falando com seus associados, Bernardo esfaqueou Juliano e Francesco então finalizou o irmão de Lourenço, esfaqueando o homem mais de 17 vezes seguidas, e acidentalmente acertando sua coxa.

Lourenço viu seu irmão ser assassinado, e tentou intervir, mas da Bagnone e Maffei surgiram e esfaquearam Lourenço algumas vezes, mas ele conseguiu pegar sua espada e espantar os dois padres. Francesco então cercou Lourenço com seus guardas, declarando que ele e a família Médici inteira iriam ser massacrados naquele dia.

Infelizmente para Francesco, Ezio e um grupo de soldados Médici chegaram bem a tempo e mataram os guardas de Francesco. Ainda machucado devia ao esfaqueamento que recebeu na coxa de si mesmo, Francesco fugiu acovardado enquanto Ezio cuidava das feridas de Lourenço.

MorteEditar

Francesco então reuniu suas tropas e atacou o Palazzo della Signoria, com o objetivo de matar os aliados do Médici e os substituir com os de si mesmo. O batalhão atacando o Palazzo de frente não estava tendo muito sucesso, então Francesco reuniu alguns de seus melhores homens e atacaram o Palazzo por trás, subindo nas partes elevadas do edifício.

Quando viu Ezio, Francesco ficou enraivecido e ordenou que seus homens o matassem. Entretanto, Ezio superou os mercenários e matou todos eles um por um, e então desafiou Francesco para um duelo. Sem coragem e revelando sua natureza covarde, Francesco recusou e então pulou do edifício, aterrissando em uma carroça de palha por pura sorte.

AC2 Assassinato Francesco.png

Ezio assassinando Francesco.

Ele então tentou fugir de Ezio, mas acabou sendo fatalmente esfaqueado pela Lâmina Oculta do Assassino. Em seus últimos momentos, Ezio disse a Francesco que ele acabou de pagar por seus crimes, e Francesco simplesmente disse ao Assassino que com a falha da conspiração, tudo estava acabado, antes de sucumbir a seus ferimentos e receber os ritos finais de Ezio.

Para desencorajar as tropas dos Pazzi, Ezio despiu o corpo de Francesco e enrolou uma corda no pescoço do cadáver e então o pendurou na torre do Palazzo, e então os Pazzi foram ou mortos, presos ou fugiram.

Personalidade e característicasEditar

Francesco tinha um ódio profundo por qualquer cidadão da classe média ou menos ricos que ele que tentassem subir na cadeia alimentar, fazendo ele ter desgosto de Lourenço de Médici devido a rápida ascensão dele ao topo.

Ele também era confidente, arrogante e orgulhoso, acreditando que a conspiração não ia falhar de maneira nenhuma, declarando que os Médici eram arrogantes e burros demais para notar os conspiradores. Sua confidência foi até julgada alta demais pelo seu tio Jacopo, demonstrada quando ele arrogantemente disse que nenhum erro seria cometido para Rodrigo Bórgia, e seu orgulho foi o que causou sua morte e a falha da conspiração.

Francesco era extremamente violento, cruel e sadístico, observado quando ele não teve nenhuma piedade do Juliano de Médici indefeso e brutalmente esfaqueou o homem mais de 19 vezes seguidas sem parar enquanto gritando sem parar, demonstrando sua sede por sangue e morte.

Mesmo com sua violência e brutalidade, Francesco também escondia um lado covarde de si mesmo, demonstrado quando ele foi confrontado por Ezio e escolher fugir ao invés de lutar. Essa característica parece ser compartilhada entre os Pazzi, pois Vieri fugiu de uma briga de rua com Ezio após seus lacaios serem derrotados e Jacopo abandonou a conspiração quando viu o corpo de Francesco pendurado no topo do Palazzo della Signoria.

CuriosidadesEditar

ReferênciaEditar

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