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"A Serpente?... A Serpente nunca morrerá."
―Últimas palavras de Eudoros.[src]

Eudoros (década de 100 AEC - 48 AEC), também conhecido como O Hipopótamo e erroneamente como A Serpente, foi o Escriba Real de Ptolemeu XIII, um filósofo grego e um membro da Ordem dos Anciões.

Como um dos conselheiros mais próximos de Ptolemeu, Eudoros era o homem por trás de muitos dos atos do Faraó, e era responsável por vigiar ele e assegurar que ele estivesse seguindo os interesses da Ordem, assim como Potino. Ele também era responsável por supervisionar Alexandria, usando os Phylakitai liderados por Gennadios como seu exército pessoal.

BiografiaEditar

Servindo a OrdemEditar

Eudoros nasceu na Grécia mas viajou para Alexandria, capital do Egito, para desenvolver sua carreira. Ele ficou conhecido por ser um filósofo que formou uma visão metafísica e cosmológica que misturava as ideias de Platão, Pitágoras e do Estoicismo, sendo um representante do Médio platonismo. Com o tempo, ele foi ganhando prestígio político até tornar-se um membro da Corte Ptolemaica, recebendo o cargo de Escriba Real.

Nessa época, ele descobriu da existência da Ordem dos Anciões, uma cabala secreta formada pelas figuras políticas, religiosas e militares mais poderosas do Egito, e eventualmente tornou-se um membro da mesma, conhecido como O Hipopótamo. Junto com Potino, Eudoros supervisionava o governante Ptolemeu XII Auleta para manter os interesses da Ordem em mente, e com o tempo consolidou o controle da Ordem sobre Alexandria. Os Phylakitai, a força policial ptolemaica, foram usados por Eudoros como músculo, explorando o líder deles, Gennadios.

Ordem Ptolemeu

Eudoros e Potino influenciando o Faraó.

Quando Auleta morreu, o reino foi então passado para o menor de idade Ptolemeu XIII e sua irmã mais velha Cleópatra. O real poder por trás do reino foi a Ordem, que explorou a incompetência e mente fraca do jovem Ptolemeu, mas Cleópatra começou a ter ambições próprias e Eudoros e Potino influenciaram Ptolemeu a exilá-la. Com Cleópatra fora da jogada, Eudoros e Potino tinham controle total sobre Ptolemeu, que passou a ser o fantoche completo da Ordem.

Encarregado de administrar o controle sobre Alexandria, Eudoros e seus dois subordinados, Acteon e Ktesos, conseguiram influência total sobre a cidade, usando os Phylakitai, o poder político ganhado através de Ptolemeu, o dinheiro mais do que suficiente e uma forte censura sobre qualquer obra cultura que agisse contra os interesses da Ordem ou Ptolemeu. Nessa época, Eudoros plagiou um trabalho natural de Aristo, outro filósofo, e mandou prendê-lo quando foi confrontado com acusações disso.

MorteEditar

Eudoros e Gennadios

Eudoros observando Gennadios interrogar um civil usando métodos brutais.

Em 48 AEC, Aya chegou em Alexandria com o objetivo de acabar com a presença da Ordem na cidade, colaborando com Phanos e Apolodoro em investigar os possíveis membros da Ordem lá presentes. Ela conseguiu identificar e matar Acteon e Ktesos, mas fez isso descuidadamente e foi descoberta pelos Phylakitai, que sob influência de Eudoros iniciaram uma violenta caçada humana de porta em porta na cidade, procurando por Aya, que conseguiu se esconder com a ajuda de seus aliados.

Naquele mesmo ano, o marido de Aya, Bayek, chegou em Alexandria para ajudá-la em eliminar a Ordem. Bayek resgatou Aristo, ajudou a Igreja de Serápis, combateu a censura ptolemaica e matou Gennadios e os outros líderes dos Phylakitai para pôr um fim à caçada a Aya e à opressão local. Ele então infiltrou-se no Palácio Real para descobrir a identidade de seu alvo, que ele acreditava erroneamente ser chamado de a Serpente, e identificou Eudoros como ele.

Infiltrando-se na casa de banho onde Eudoros estava descansando, Bayek subiu nas pilastras e atacou ele de cima, tentando afundar Eudoros na água do banho. Entretanto, Eudoros conseguiu resistir e virou Bayek para baixo dele, tentando estrangular o suposto assassino, mas ele foi surpreendido pela recém-adquirida Lâmina Oculta de Bayek, que usou ela para cortar a garganta de seu alvo.

Bayek mata Eudoros

Bayek assassinando Eudoros.

Em seu último respiro, Eudoros declarou que ele não tinha nada a ver com o incidente no Templo de Ámon em Siuá, e quando Bayek chamou-lhe de Serpente, Eudoros falou que a Serpente é eterna e nunca morreria. Ele então sucumbiu aos seus ferimentos, e Bayek escapou do banho.

Personalidade e característicasEditar

Eudoros era um homem muito elitista, arrogante e pomposo, achando-se superior a todos seus concorrentes, subordinados e rivais, demonstrado quando ele mandou prender Aristo, após ter plagiado ele, ou quando ele sorriu ao ver Gennadios espancar brutalmente um camponês egípcio em busca de Aya, além de completamente desprezar os empregados de lugares nobres como o banho e o palácio. Mesmo assim, ele continuava sendo esperto e audacioso, conseguindo controlar Alexandria através de várias conexões e fantochar muitos indivíduos poderosos como o próprio Ptolemeu e Gennadios.

Por outro lado, Eudoros parecia ter bastante lealdade e fé pela Ordem, constantemente trocando correspondências com outros membros da Ordem para informá-los sobre incidentes na Corte. Suas últimas palavras provaram sua lealdade à Ordem.

Aparições em memóriasEditar

Principais:

Secundárias:

CuriosidadesEditar

  • Eudoros, Rudjek, Medunamun e Júlio César são os únicos alvos que possuem uma cena de morte única.
  • Quando Bayek mata Eudoros, ele perde seu dedo anelar, uma consequência direto de ter usado a Lâmina Oculta desatualizada.

ReferênciasEditar