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Edward Kenway
Edward Kenway Memória 1.png
Informações técnicas
Descrição

Edward se encontra em uma situação difícil. Seu único objetivo é sobreviver contra todas as possibilidades.

Aparição

Assassin's Creed IV: Black Flag

Tipo da memória

Principal

Próxima

A Vivaz Havana

Informações históricas
Ancestral

Edward Kenway

Local

Cabo Bonavista, Cuba, Nova Espanha

Data

Junho de 1715


Edward Kenway foi uma representação virtual de uma das memórias genéticas de Edward Kenway, revivida por um Analista de Pesquisa da Abstergo usando o Animus Ômega.

DescriçãoEditar

Após uma batalha naval contra navios britânicos, Edward se encontra ilhado em uma ilha deserta, mas pouco tempo depois ele descobre que não está só, na verdade ele está com o Assassino Duncan Walpole, o Assassino que ele iria futuramente roubar a identidade.

Editar

O navio em que Edward estava foi atacado.

  • Marinheiro: Segurem-se! Está conosco!
  • Edward: A conseguis ver?
  • Marinheiro: Aos canhões!
  • Bramah: Nosso timoneiro morreu, alguém assuma o timão! Kenway, assuma o maldito timão!

Edward assumiu o timão e disparou contra os navios inimigos.

  • Bramah: Leva-nos para perto, Kenway! Podemos atacá-lo!
  • Marinheiro: Daremos uma boa saraivada. Prontos!
  • Bramah: Disparem com tudo que temos!

O navio inimigo começou a afundar, mas o paiol de pólvora do navio de Bramah começou a queimar.

  • Marinheiro: O paiol, está subindo!
  • Bramah: Apagai as chamas! Mexa-se, cão miserável!

Um Assassino apareceu e matou o Capitão Abel Bramah, e a pólvora explodiu, mandando Edward e Walpole voando para o mar. Edward ficou inconsciente e teve um flashback.

Edward Kenway Memória 7.png

Edward com Caroline

  • Caroline: É perigoso? Edward!
  • Edward: Hm?
  • Caroline: Ser corsário, é perigoso?
  • Edward: Não pagaria tão bem se não fosse.
  • Caroline: Por que não navegar com a marinha? Ganhar um bom ordenado, responder a cavalheiros.
  • Edward: Aos diabos com os cavalheiros da marinha. Para cada xelim que ganhei, o capitão recebeu seiscentos. Fortuna nenhuma se faz assim.
  • Caroline: Não é preciso uma fortuna.
  • Edward: Não é questão de necessidade, Caroline. Eu quero comida que não me adoeça, quero paredes que segurem o vento. Quero uma vida decente.
  • Caroline: Por quanto tempo se ausentarias com esses corsários?
  • Edward: Um ano talvez, dois no mais tardar.
  • Caroline: Tudo bem. Não mais que dois... me prometa.

Edward acordou na água e nadou até a praia, seguido pelo assassino Duncan Walpole.

  • Edward: Foi bom pra ti também?
  • Walpole: Havana. Tenho que ir a Havana.
  • Edward: Ora, é só construir outro navio para nós, não é?
  • Walpole: Eu posso pagar. Não é isso que os piratas gostam de ouvir? Cem escudos.
  • Edward: Continue.
  • Walpole: Vai me ajudar ou não?
  • Edward: Tu não tens esse ouro contigo agora, não é?

Walpole se levantou e apontou uma pistola em Edward.

  • Walpole: Piratas filhos da puta!

Walpole tentou disparar contra Edward, mas a pólvora foi arruinada pela água. Ele saiu correndo e entrou na selva.

  • Edward: Estou logo atrás, seu desprezível!

Edward perseguiu Walpole.

  • Edward: Vamos amigo! Começamos com o pé esquerdo!
  • Edward: São cem léguas ou mais até Havana. Caminhas essa distancia?
  • Edward: Aquele alinhadinho! Pra onde está indo?
  • Walpole: O matarei se me seguires!
  • Edward: Podíamos trabalhar nisso juntos!
  • Walpole: Mantenha distância!

Edward matou Walpole e encontrou uma carta no bolso do assassino.

  • Carta: Senhor Duncan Walpole. Aceito tua generosa oferta, e aguardo avidamente tua chegada. Se realmente tens a informação que desejamos, temos os meios de recompensá-los. Apesar de não conhecer teu rosto, acredito reconhecer a vestimenta que foi tornada infame por tua ordem secreta. Sendo assim, vem rápido para Havana... e tenhas fé que será recebido como irmão. Seu mais humilde servo, governador Laureano de Torres y Ayala.

Edward vestiu as vestimentas de Walpole, e decidiu ir a Havana para coletar a recompensa.

  • Edward: Senhor Walpole... Vamos pegar sua recompensa.

Edward ouviu tiros, e investigou.

  • Soldado: O Comodoro seguiu para Kingston. Temos ordens de tomar este navio de incompetentes e segui-lo.
  • Bonnet: Perdão, Kingston? Não, não, nosso destino é Havana. Sou apenas um mercador...
  • Soldado: Silêncio, pirata insolente! Conheceras a forca pela o que causaste!
  • Bonnet: Senhor, não tive parte alguma nesse ataque. Eu e minha tripulação atracamos unicamente para nos reabastecer!
  • Soldado: Dê-me um motivo para não abrir seu crânio.
  • Bonnet: Levai meu açúcar! Levai tudo que quiserdes!

Edward matou os soldados.

  • Bonnet: Ó deus! Óóóó deus!

Edward libertou Bonnet.

  • Bonnet: Pela graça de deus, senhor, me salvaste. Meus agradecimentos!
  • Edward: Isso é o seu?
  • Bonnet: É minha embarcação, sim, mas... aqui jaz seu pobre capitão, e eu não possuo a arte de navegar.
  • Edward: Serei eu o piloto, não se preocupe.
  • Bonnet: Tu não pretendes fugir no meu navio, pretendes?
  • Edward: Chamo-me Duncan. Qual o seu nome, amigo?
  • Bonnet: Stede. Stede Bonnet.
  • Edward: Bom, senhor Bonnet, que isto fique entre nós... mas estou aqui por uma incumbência secreta de Sua Majestade, o Rei, que Deus o abençoe, e preciso chegar logo a Havana.
  • Bonnet: Ah... que alívio, senhor! Havana é também meu destino. Nossos caminhos se cruzam!
  • Edward: Aliança natural, vejo.
  • Bonnet: Ah, assim me deixas aliviado, senhor. E pensar que eu o julguei um pirata quando apareceu.
  • Edward: É mesmo?
  • Bonnet: Sim! Tu tens uma maneira incomum de se portar. Rápida e fácil... se permite-me. Assustaste-me! Mas no final das contas, acho que esse dia foi um dia assaz fortuito, não é mesmo?

Edward e Bonnet nadaram até o navio, e Edward assumiu o timão.

  • Bonnet: Bem vindo a bordo, Duncan. É uma escuna modesta, porém adequada para meus desígnios. Transporte de cargas da minha plantação e similares.
  • Edward: Ela servirá. O vento está forte agora, mudemos para vela cheia, sim?
  • Bonnet: Ah, sinto a força do vento em meus cabelos! Encontro no cheiro do mar um bem estar reconfortante. O forte odor de... possibilidades!
  • Edward: Uma visão otimista das coisas, amigo.
  • Bonnet: Estamos realmente com tudo agora, não é?

Edward zarpou da Baía.

  • Bonnet: Tu és um marujo nato, Duncan!
  • Edward: Fiz uma coisa ou outra no leme algum tempo atrás e, dois anos antes, no mastro como corsário.
  • Bonnet: Por meus xelins! Se me permite, sua vida parece grandiosa. Tão carregada de aventuras! Que maravilha.
  • Edward: Já vi minha cota de estranhezas, de fato.

ResultadoEditar

Edward roubou a identidade de Duncan Walpole, resgatou Stede Bonnet e navegou para Havana.

ReferênciaEditar

LogobrancodoAnimus.svg Uma galeria de imagens está disponível para
Edward Kenway (memória)

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