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A Conspiração Veneziana foi um esquema orquestrado pelos Templários para tomar posse do governo de
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Veneza. Primariamente formados de poderosos membros da família Barbarigo, os Templários Venezianos eram supervisionados por seu Grão-Mestre Rodrigo Borgia.

O esquema foi frustrado pelo Assassino Florentino Ezio Auditore da Firenze, que caçou cada conspirador um por um. Os Templários, entretanto, conseguiram temporariamente ganhar controle sobre Veneza após envenenar o Doge Giovanni Mocenigo.

Com a assistência de outros Assassinos estacionados em Veneza para guiar os respectivos ladrões, mercenários e cortesãs da cidade, Ezio Auditore conseguiu assegurar que a cidade ficasse longe das mãos Templárias.

Estado corruptoEditar

Estabelecendo-seEditar

Ezio chegou em Veneza com Leonardo, cujo estava organizando seus pertences ao longo da margem do rio perto da Ponte di Rialto. Enquanto conversavam, os dois foram recebidos por Alvise da Vilandino, cujo havia instrupido pelo funcionário de Leonardo para dar-lhes um pequeno tour por Veneza.

Ezio e Leonardo andaram pelas ruas com Alvise como seu guia, escutando ele falando sobre os marcos históricos mais famosos da cidade, tais como a Ponte Rialto, uma velha igreja, os Mercados Venezianos e o Palazzo della Seta. Quando eles se aproximaram dos mercados, o grupo testemunharam a barraca de homem ser destruída por causa de um simples desentendimento com os guardas. Quando eles viram os grande Palazzo della Seta, Alvise explicou à Ezio e Leonardo que o homem que vivia dentro dele, Emilio Barbarigo, desejava unir todos os mercados sob uma única bandeira. Ele também disse que aqueles que resistiram a ele eram frequentemente vítimas de violência sem justificativa. Quando ele disse isso, Ezio testemunhou o mesmo homem cuja a barraca havia sido destruída ser preso sob falsas razões.

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Ezio em Veneza com Alvise e Leonardo vendo o Palazzo della Seta

O tour continuou, e quando eles caminharam para o centro da cidade, Ezio viu um grupo de cortesãs correr por ele, uma das quais esbarrou nele em uma tentativa de roubar sua bolsa de dinheiro. Depois disso, o tour acabou com Alvise introduzindo Leonardo à sua nova oficina, onde o mestre inventor agilmente montou seu espaço de trabalho. Leonardo então perguntou à Ezio se ele gostaria de entrar, no entanto o Assassino recusou, dizendo que precisava ganhar uma audiência com Emilio. Após dizer adeus à Leonardo, Ezio partiu a caminho do Palazzo della Seta.

Ladrões VenezianosEditar

Ezio olhou para o palazzo de longe, procurando um jeito de entrar. Descartando a chance de escalar as paredes, já que havia um espaço grande na superfície de escalada, Ezio procurou por uma alternativa possível.

Ainda procurando por um jeito de entrar, Ezio testemunhou um grupo de ladrões passar pelos guardas do palazzo, instigando uma perseguição. Assim que os guardas deixaram seus postos, uma mulher correu até os muros do palazzo e começou a escalá-los usando técnica desconhecida por Ezio. A mulher conseguiu escalar metade do muro, mas foi atingida na perna por arqueiros e caiu no chão.

Cambaleando em direção à Ezio, a mulher requisitou sua ajuda, a qual o Assassino prontamente deu, apesar de reconhecê-la como aquela que tentou roubá-lo mais cedo. Chegando até a água, Ezio e a mulher, cujo nome era Rosa, batalharam os guardas perseguidores. A dupla continuou até Rosa desmaiar devido ao ferimento em sua perna, então Ezio a carregou em seus braços até a água.

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Ezio carregando Rosa até a salvação

Assim que ele carregou Rosa até o limite do canal, ele encontrou Ugo, o companheiro de Rosa, a esperando com uma gôndola. Ezio a deixou com seus amigos para eles a levassem para a segurança; no entanto, percebendo que havia guardas estacionados pelo canal, ele lidou com os soldados para proteger a gôndola.

Ezio teve sucesso em proteger a gôndola a eles conseguiram chegar em segurança à Guilda dos Ladrões Venezianos. Após aportar a gôndola, Ugo tentou levantar Rosa, mas apenas causou a ela mais dor. Ao invés disso, Ezio levantou Rosa enquanto Ugo correu para chamar Antonio de Magianis.

Ezio então carregou Rosa até dentro da guilda, onde ele cuidadosamente a colocou em uma mesa de trabalho limpa pelos ladrões. Então, Antonio chegou no lugar para examinar a ferida. Embora Antonio protestou que eles deveriam esperar antes de remover a flecha, Rosa exigiu que o fizesse imediatamente. Segurando ela, Antonio, junto com uma pequena ajuda de Ezio, removeram a flecha e cuidaram do ferimento. Rosa foi então levada pelos ladrões para ver um médico.

Antonio então agradeceu Ezio por sua assistência e revelou que ele e sua gente o conhecia por seu trabalho em Florença e no resto da Toscana, comentando que ele era notável, "se talvez um pouco bruto". Antonio também requesitou a Ezio vir ao seu escritório quando ele tivesse tempo, por eles terem muito o que discutir.

PreparaçõesEditar

Assim que Ezio entrou no escritório de Antonio, o homem ofereceu a ele um pouco de café, uma bebida ainda não familiar à alguns Italianos. Após o veredito do Assassino sobre a bebida, Antonio continuou, observando que seus esforços para atacar o Palazzo della Seta haviam sido desperdiçados novamente, e que eles precisariam de tempo para se recuperar. Ele então pediu a Ezio ajuda, a qual o Assassino alegremente respondeu que ele os daria assistência de qualquer forma que pudesse.

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Ezio conversando com Antonio

Nos anos seguintes, Ezio trabalhou de perto com a guilda. Primeiramente, ele auxiliou Anotnio em achar os espiões implantados por Emilio entre os ladrões. Ele então ajudou Ugo a resgatar outros ladrões que foram capturados no ataque ao Palazzo della Seta. A seguir, Ezio também aprendeu a técnica que Rosa havia usado ao escalar os muros do palazzo durante o primeiro encontro deles. Finalmente, o Assassino ajudou a roubar armaduras de arqueiro que ajudariam os ladrões a tomar o lugar dos arqueiros regulares.

Por 1485, todas as preparações foram ditas completadas por Antonio, e ele então instruiu Ezio a encontrá-lo em seu escritório, onde ele iria informá-lo do plano de assaltar o Palazzo della Seta mais uma vez

Assassinato de EmilioEditar

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Ezio, Antonio, Rosa e Ugo discutindo os próximos passos em seu ataque

Antonio, finalmente pronto para iniciar a tomada, informou Ezio sobre seu papel no ataque; ele iria se desfazer dos arqueiros que estavam guardando o palazzo oposto ao edifício, depois então seus homens disfarçados iriam substituí-los. Completando isso, Ezio foi instruído a se encontrar com Antonio e com os outros em uma área próxima e isolada. Ezio concordou e, após com sucesso lidar com os guardas, se encontrou com Antonio e Rosa. Ele foi então instruído por Antonio a se infiltrar no palazzo pelo subterrâneo com a ajuda de vários dos seus homens. Ezio aceitou e retornou à base do palazzo.

Ezio, com ladrões preparados, ordenou-os a causar distração para abrir um caminho para ele entrar. Assim que eles o fizeram com sucesso, Ezio silenciosamente se inflitrou dentro do palazzo. Escalando os muros usando os métodos ensinados a ele por Rosa, Ezio conseguiu alcançar o topo do palazzo ileso e despercebido.

De lá, ele conseguiu observar uma breve conversa entre seu alvo, Emilio barbarigo, e outro homem chamado Carlo Grimaldi, cujo, baseado em sua aparência, era um oficial do governo. Carlo achou que era melhor para Emilio deixar o palazzo, já que o Assassino havia sido visto em númeras ocasiões ao redor de Veneza, para a surpresa de Emilio. Ele estava visivelmente chocado pela revelação da rpesença do Assassino, uma ignorância que o oficial rápidamente reprimiu.

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Os ladrões de Antonio, no palazzo de Emilio

Emilio defensivamente estatou que ele havia estado ocupado com seus outros deveres, ao qual Carlo recomendou a Emilio encontrar um lugar seguro para se esconder por alguns dias, antes de deixar o palazzo. O mercador, temendo por sua vida, Apressadamente ordenou ao seus homens para conseguir a ele um barco. Sem perder tempo, Ezio entrou no palazzo e atacou o velho mercador. Antes de morrer, Emilio admitiu que ele não sentia medo, mas arrependimento, por ele ter apenas buscado unidade e ordem. Os guardas que habitavam o palazzo haviam sido derrotados por Rosa e os outros ladrões disfarçados de arqueiros. Ezio, após falar palavras de respeito ao cadáver de Emilio, se juntou à Rosa para abrir os portões do palazzo para Antonio e os outros.

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Ezio assassinando Emilio Barbarigo

Antonio alegremente cumprimentou Ezio sobre seu sucesso, e observou que eles estavam agora livres da tirânia de Emilio. Quando questionado sobre o que ele queria em retorno, Ezio apenas pediu por duas coisas: dinheiro, e a identidade do oficial do governo cujo ele ouviu falando com Emilio. Ele recebeu ambos de Antonio, um saco de florins, e o nome Carlo Grimaldi, um membro do Conselho dos Dez. Depois disso, Ezio deixou o palazzo, enquanto os ladrões celebravam sua vitória.

Encontro TemplárioEditar

Após algum tempo vasculhando Veneza, Ezio localizou Carlo Grimaldi se encontrando com um associado, Silvio Barbarigo, nas ruas de Veneza. Seguindo os dois homens, Ezio aprendeu que Carlo possuía uma posição perto do Doge de Veneza, Giovanni Mocenigo, e estava constantemente tentando recrutá-lo para a causa Templária.

Chegando no pátio do Palazzo Ducale, os dois homens se encontraram com o primo de SIlvio, Marco
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O encontro Templário entre Marco e Silvio Barbarigo, Carlo Grimaldi, Dante Moro e Rodrigo Borgia

Barbarigo, e seu guarda-costas pessoal, Dante Moro. Trocando apressados comprimentos, Marco então informou Carlo e Silvio da morte de Silvio, a qual os tomou de surpresa. Botando a culpa no Assassino, Marco então continuou dizendo que seus planos teriam de ser executados naquela semana.  Marco então revelou à seus companheiros que o Espanhol, Rodrigo Borgia, havia vindo de Roma para ter com eles. O grupo caminhou até o local de encontro, agora discutindo sobre quem seria escolhido para assumir o papel do novo Doge uma vez que Mocenigo fosse eliminado.

Chegando no local de encontro, o grupo juntou-se com o Espanhol, cujo rapidamente botou um fim na discussão. Estabelecendo o plano, o Espanhol confirmou que eles precisariam eliminar o Doge Mocenigo, e então Marco se tornaria o novo Doge. Continuando a andar pela cidade, os Templários continuaram a tramar o assassinato, deixando a aquisição do veneno com Silvio e o envenenamento com Carlo.

Finalmente chegando na Ponte Rialto, Rodrigo contou à seus companheiros Templários que o plano deveria ser executado prontamente, e que se eles falhassem, um destino similar aos dos Pazzi cairia sobre os Barbarigo. Ezio, cujo havia espionado a conversa inteira, perdeu a trilha dos Templários. Amaldiçoando à si mesmo, ele entçao foi visitar Antonio para consertar a bagunça que ele havia feito.

A máquina voadoraEditar

Chegando em Seta e depois de um momento de flertagem com Rosa, Ezio disse que ele estava lá a negócios, não prazer, e requisitou falar com o líder dela. Se encontrando com Antonio, Ezio revelou o que ele havia aprendido da discussão dos Templários. Após repetir o esquema deles de assassinar o Doge para Antonio, os dois subsequentemente viajaram até o Palazzo Ducale para achar um jeito de entrar nele.

No caminho, Antonio falou se sua vida passada: do trabalho de seu pai como sapateiro e de sua mãe como uma simples camareira. Ele então falou da real malvadeza e intenções de um nobre, e que, no fim, eram os ladrões, mercenários e cortesãs os verdadeiros nobres de Veneza.

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Ezio perguntando a Leonardo sobre a máquina voadora

Eles terminaram sua conversa assim que chegaram no pátio do palazzo. Observando a área ao redor do palazzo, a dupla primeiro examinou a entrada principal, mas rápidamente eliminou ela como uma opção devido aos muitos guardas protengendo-a. Em seguida, eles foram até um alto campanário atrás do palazzo para ver se eles podiam escalar por aquele caminho, embora essa ideia tenha sido imediatamente descartada quando eles viram o número de arqueiros nos telhados. FInalmente, Ezio e Antonio chegaram até atrás do palazzo onde eles conseguiram achar um caminho perfeito ao topo da Basilica. Correndo através do telhado, Ezio e Antonio testemunharam Carlo Grimaldi em uma conversa com o Doge. Percebendo que eles não poderiam ir por aquele caminho e que eles estavam quase sem tempo, Antonio e Ezio retornaram ao pátio.

Assim que os dois amigos caminharam ao redor do pátio, Antonio exclamou que a única rota para dentro do palazzo era para pássaros. Esse comentário deu a Ezio uma ideia, assim que ele subitamente lembrou da estranha engenhoca voadora de Leonardo cuja ele havia visto na sua jornada para Veneza. Espirituoso, Ezio partiu para ver seu amigo.

Se encontrando com Leonardo em sua oficina, Ezio rapidamente perguntou se sua máquina funcionava, embora Leonardo admitiu que sua máquina era apenas um protótipo.

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