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"Quem vive à nossa sombra é quem menos merece confiança."
―Cleópatra[src]

Cleópatra Tea Filopátor VII (69 AEC - 30 AEC), conhecida na História simplesmente como Cleópatra, foi a última Faraó do Egito efetiva da Dinastia Ptolemaica, governando de 51-30 AEC e fazendo várias alianças no progresso, entre elas pactos com a República Romana e a Ordem dos Anciões. Ela ficou lembrada por sua audácia, beleza, poder político, ambição e taticidade.

Inicialmente governando junto com seu irmão mais novo, Ptolemeu XIII, Cleópatra foi exilada pelo mesmo mas trabalhou com Bayek, Aya, Apolodoro e vários outros indivíduos para derrubar o irmão, dando início à Guerra Civil Alexandrina. Após a morte de seu aliado Pompeu, ela se aliou com Júlio César e com isso, conseguiu vencer seu irmão e tomar o trono. No entanto, para isso ser feito, ela aceitou se aliar e ser supervisionada pela Ordem dos Anciões e pelos romanos, traindo Bayek, Aya e muitos outras pessoas como consequência.

Quando os recém-fundados Ocultos caçaram e eliminaram os líderes da Ordem e assassinaram César, Aya (agora conhecida como Amunet) confrontou Cleópatra mas decidiu dar outra chance à ela para melhorar o Egito. Entretanto, anos depois, em 30 AEC, Cleópatra foi morta por Amunet usando uma naja.

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

Nascida em 69 AEC como a filha do Faraó Ptolemeu XII Auleta com Cleópatra Trifena, Cleópatra foi escolhida junto com seu irmão mais novo Ptolemeu XIII como os sucessores de Auleta, que morreu em 51 AEC. Cleópatra e o jovem Ptolemeu se casaram, por tradição, e reinaram em conjunto sobre o Egito, mas o verdadeiro poder por trás do governo deles eram as figuras políticas, religiosas e militares que formavam a Ordem dos Anciões, uma organização misteriosa que controlava o Egito pelas sombras.

Com o tempo, Cleópatra começou a mostrar novas ambições maiores que as de seu irmão, e passou a lentamente tomar o poder. A Ordem dos Anciões, vendo nela um obstáculo para a dominação do Egito, influenciou Ptolemeu a exilar sua irmã de Alexandria, o que ele fez rapidamente para continuar a possuir a ilusão do poder. No entanto, Cleópatra conseguiu se esconder na Síria e fazer novos aliados, entre eles o mestre espião Apolodoro, o navarco Phoxidas, o poeta Phanos, o sacerdote Pasherenptah, a caçadora Tahira e Aya, que estava desejando eliminar a Ordem.

Decidindo que estava na hora de tomar o poder, Cleópatra revelou suas forças e começou a abertamente fazer oposição às forças de seu irmão. Iniciou-se a Guerra Civil Alexandrina.

Combatendo a OrdemEditar

Reunião Cleópatra

Cleópatra e os demais na reunião.

Em 48 AEC, Cleópatra se reuniu com Apolodoro, Bayek, Aya e Pasherenptah em uma villa pertencente a Apolodoro. Lá, antes da reunião começar, ela deu uma festa e ofereceu transar com qualquer um, com a condição de que ele concordasse em ser executado no dia seguinte, mencionando que um convidado havia ficado bem satisfeito com a proposta. Após isso, ela e os outros foram para uma sala secreta com um mapa do Egito, e Cleópatra e Apolodoro explicaram que a Ordem controlava todo o Egito através de vários membros, fantoches e aliados.

Eles então deram os nomes de quatro membros da Ordem: O Escaravelho, A Hiena, O Lagarto e O Crocodilo. Cleópatra disse que o irmão dela não servia para nada e era apenas um fantoche total da Ordem, e que para derrubá-lo e restaurá-la, era preciso primeiro acabar com a influência da Ordem sobre o Egito e o reino, e que para fazer isso assassinatos seriam necessários.

Cleópatra discurso

Cleópatra dando um discurso ao povo de Mênfis.

Semanas depois, ela viajou à Mênfis para ganhar o apoio da população local e provocar seu irmão. Ao passar por lá, ela ordenou a execução do Lagarto e das duas sacerdotistas responsáveis pelo envenenamento e letargia do Touro Ápis, mas foi convencido por Bayek a poupar as sacerdotistas. Cleópatra deu um discurso ao povo de Mênfis dizendo que eles precisavam se unir nesses tempos escuros, e que Ptolemeu era incompetente e corrupto, e que ela iria trazer glória ao Egito.

Ainda depois, Cleópatra viajou para Herakleion com objetivos parecidos. Ela se encontrou com Bayek lá para discutir os dois próximos alvos: O Chacal e O Escorpião, e disse que os Gabiniani liderados por Venator estavam na cidade com o intuito de eliminá-la. Os mercenários tentaram isso, mas foram impedidos por Bayek e Aya. Furiosa, Cleópatra decidiu que estava na hora de tomar Alexandria, e ordenou que a reunião com Pompeu acontecesse imediatamente.

Tomando o poderEditar

César Ptolemeu Cleópatra

Ptolemeu tentando discutir com César e Cleópatra.

Infelizmente para Cleópatra e seus aliados, Pompeu havia sido morto pelo Chacal, e por isso Cleópatra decidiu que a última esperança deles era se infiltrar em Alexandria para convencer o general romano Júlio César a se aliar a eles contra Ptolemeu. Navegando pelo Mediterrâneo para chegar na cidade, Cleópatra conseguiu entrar no Palácio Real despercebida ao se esconder em um tapete sagrado carregado por Apolodoro como presente aos romanos.

Ao confrontar César e Ptolemeu, Cleópatra conseguiu convencer o romano de sua competência superior e também seduziu ele com suas grandes belezas. Ptolemeu, humilhado e considerado insignificante por César, correu do Palácio para se juntar aos seus "conselheiros". Cleópatra então mandou Aya encontrar um jeito de acessar a tumba de Alexandre, o Grande para impressionar César. Isso foi um sucesso, mas as forças ptolemaicas lideradas pelo Chacal e pelo Escorpião cercaram Alexandria, mas a batalha não foi perdida.

AC Origins Promocional História

Cleópatra e seu novo trono.

Nos dias seguintes, uma sangrenta e longa batalha foi travada ao longo do delta do Nilo, e o resultado foi a morte de Ptolemeu e do Escorpião, mas César impediu Bayek de matar o Chacal. Satisfeita, Cleópatra viu que a Ordem poderia assegurar seu controle sobre o Egito, e decidiu se aliar a ela junto com César, governando sob o olho cauteloso e vigilante dela e de Roma. Isso, no entanto, enfureceu Bayek, Aya, e os outros, que formaram os Ocultos para combater a Ordem.

MorteEditar

César foi assassinado por Aya (agora chamada de Amunet) e por um grupo de senadores liderados por Marcus Junius Brutus e Gaius Cassius Brutus, o que fez com que o filho de Cleópatra com César, Cesário, perdesse seu direito imediato ao trono. Bayek estabeleceu uma sede em Mênfis e a influência da Ordem foi quase dizimada, e o Egito tonou-se um lugar muito melhor do que antes. Cleópatra foi confrontado por Amunet em seu Palácio, que disse a Cleópatra que ela tinha uma última chance de ser uma boa governante.

Mesmo tendo sido boa, Cleópatra continuou com certos princípios de opressão e corrupção, e por isso foi morta por Amunet em 30 AEC através de uma naja.

Personalidade e característicasEditar

Cleópatra Sedução

Cleópatra seduzindo um convidado.

Cleópatra era uma mulher extremamente audaciosa, ambiciosa, tática, inteligente e politicamente habilidosa, que sabia usar sua beleza extraordinária para alcançar seus objetivos e fazer alianças, algo que ela fez com muitas figuras políticas como o próprio César. Ela também era tática e ciente, sabendo da existência da Ordem e tendo uma ideia formada da presença de seus inimigos no Egito, planejando cuidadosamente a eliminação sistemática de todos eles. Diferente de seu irmão, ela não estava disposta a simplesmente ser usada como um fantoche total, fraco e desrespeitado.

No entanto, ela traiu seus antigos aliados no último momento para assegurar seu poder ao se aliar, junto com César, à Ordem. Ela, desta vez, havia aceitado tornar o Egito uma província romana, mas seus motivos não eram apenas autobeneficentes, pois ela conseguiu de uma maneira ou outra melhorar a área, com o custo da subjugação e desaparecimento da identidade egípcia, além da contínua corrupção, brutalidade e opressão. Isso foi o que levou Amunet a finalmente assassiná-la em seu Palácio.

Ela não era uma pessoa exclusivamente gananciosa, egocêntrica e corrupta, mostrando uma certa preocupação pelo povo e pelas massas egípcias, além de desejar melhorar a área. No entanto, isso fez com que ela, mesmo com todos seus atos e resistências, tornasse-se apenas outro fantoche da Ordem. Isso provou que ela tinha sim um ponto fraco, e que a Ordem estava disposta a explorar todos com os métodos certos.

Aparições em memóriasEditar

ReferênciasEditar

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