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Ezio Auditore misturando-se com uma multidão de civis

"Afasta tua lâmina da carne dos inocentes."
―Primeira regra do Credo dos Assassinos.

Civis são membros humanos não afiliados de uma população, que poderia ser encontrada em abundância nas cidades, e mais raramente no campo.

Eles geralmente desconhecem a existência tanto de Templários quanto de Assassinos, ou do conflito em curso entre as duas Ordens.

HistóriaEditar

Idade MédiaEditar

Civis eram os habitantes das cidades e campo da Terra Santa, e em questão de ameaça física, civis quase nunca representavam uma. No entanto, se um Assassino não se movimentasse bem em meio à civis, ele poderia ficar potencialmente exposto, como por exemplo, se ele esbarrar em um civil ou derrubar algo que o civil está carregando, muitas vezes o civil ficará enfurecido ou irritado, insultando o Assassino e causando uma cena.

Quando uma luta acontecia, multidões de civis cercavam os lutadores, assistindo com interesse e perplexidade. Após um dos combatentes sair como vencedor, civis geralmente abriam caminho para ele sair, por causa de respeito ou de medo. Eles iriam comentar sobre aqueles que corriam livremente pela cidade, e se um combate mais intenso ou grande acontecesse em uma área restrita, civis geralmente fugiam, e quando ocorria um massacre, eles fugiam também.

De acordo com a primeira regra do Credo, Assassinos não podiam matar qualquer civil, considerando-os inocentes.

RenascençaEditar

Civis durante a Renascença na Itália podiam ser encontrados em quase todos os lugares, com exceção de áreas restritas e em alguns lugares não habitados, como a Cordilheira dos Apeninos. Eles se comportavam de maneira similar às suas contrapartes medievais, mas desta vez, devido à maior diversidade cultural e avanço de habilidades, os Assassinos desta época conseguiam se misturar com a maioria dos grupos de civis, e não apenas à Estudiosos.

Os Assassinos desta época, mais notavelmente Ezio Auditore da Firenze, também começaram com a habilidade de arremessar florins no chão, atraindo a atenção de civis e potencialmente causando uma distração. Em Constantinopla, os Assassinos Otomanos começaram a manufaturar bombas, entre elas Bombas de ouro, que atraíam a atenção de multidões inteiras de civis que brigavam entre si e com agressores pelo dinheiro.

Época Dourada da PiratariaEditar

Edward Kenway não podia de qualquer maneira matar civis diretamente, mas eles podiam ser facilmente pegos no meio do fogo-cruzado e mortos, assim como suas contrapartes medievais e renascentistas. De maneira similar à Ezio, Edward tinha a capacidade de arremessar reales no chão, atraindo civis.

Dançarinas e Beberrões serviam como as classes contratáveis, mas mesmo sem serem pagos, eles (a) iriam ajudar Edward se uma luta acontecesse perto deles, mas não o seguiriam.

Nessa época, civis também começaram a construir pequenos barcos pesqueiros, mais ou menos do tamanho de canhoneiras, para pescar ou fazer trajetos curtos. Piratas não gostavam de atacar esses barquinhos, pois eles não tinham objetos de valor, e ainda tinham um pingo de piedade e honra.

Revolução AmericanaEditar

Os civis na Guerra da Independência Americana ficavam em multidões e variações maiores que seus antecessores, e crianças e animais domésticos eram comummente vistos em meio às ruas. Esses civis não podiam ser atacados diretamente por certos indivíduos, mas podiam ser também pegos em meio ao fogo cruzado.

Ratonhnhaké:ton e Haytham Kenway também tinham a capacidade de se misturar a civis, mesmo que eles não façam parte de uma multidão.

Revolução FrancesaEditar

As multidões de civis na Revolução Francesa eram de longe as maiores, devido aos intensos protestos e atividade sangrentas transcorrendo na época. Civis de característica pobre ou média eram tipicamente vistos em multidões, protestando contra o Clero e contra a Nobreza, e alguns desses revolucionários mais violentos, os Extremistas, livremente massacravam e saqueavam em meio à Revolução, enquanto alguns desses revolucionários mais moderados, os Vigilantes, combatiam Extremistas, Guardas e defendiam inocentes.

Abatedores de carteira corriam rapidamente por inocentes e pegavam suas carteiras, Mendigos ficavam no chão pedindo dinheiro, Vítimas eram atacados por Extremistas e poderiam ser salvos por Arno Dorian.

Era vitorianaEditar

Havia pouca mudança em relação ao caráter dos civis em relação às suas contrapartes passadas. Multidões eram bem menos comuns, devido à construção de ruas e carruagens, e em distritos pobres, civis pobres geralmente pediam dinheiro, trabalhavam em fábricas ou consertavam ruas. Em distritos ricos, civis ricos geralmente caminhavam pelas ruas, parques ou sentavam em diversos locais. Ladrões, mendigos e vítimas também retornaram.

TiposEditar

Existem muitas classes, ocupações e arquétipos de civis, listados abaixo.

MendigosEditar

Mendigos, pedintes ou assediadores eram civis pobres que passavam fome e às vezes não tinham onde morar.

Nas cidades de Acre, Damasco e Jerusalém, mulheres desesperadas iriam assediar Altaïr, pedindo moedas e dizendo que elas são muito pobres e que suas famílias estão passando fome. Essas mulheres muitas vezes atrapalhavam as missões de Altaïr, os expondo, mas Guardas não ficariam violentos se Altaïr empurrasse elas. Se Altaïr tentasse escapar delas através de prédios, elas ficariam frustradas e atirariam pedras.

Na Renascença, mendigos também apareciam nas cidades italianas nas regiões de Toscana e Romanha. Desta vez eles ficavam pacientemente sentados no chão, com suas mãos estiradas para pedir dinheiro, e iriam se levantar e pegar as moedas se fossem dados alguma. Em Roma, que estava em estado de extrema decadência, mendigos sentados e mendigas desesperados retornaram, mas quando os distritos eram libertados e reformados, eles gradualmente desapareciam, simbolizando o enriquecimento das classes baixas. Em Constantinopla, pedintes sempre estavam presentes nas ruas, sem importar se Otomanos ou Bizantinos controlavam a área.

Mendigos também estavam presentes nos próximos períodos, mas sempre eram calmos e podiam ser dados algumas moedas.

CarregadoresEditar

Carregadores são civis que andavam pelas ruas das cidades, carregando vasos, caixas ou suprimentos. Quando um Assassino esbarrava neles e consequentemente derrubava o objeto que eles estavam carregando, eles quase sempre faziam uma cena e insultavam e irritavam o Assassino, mas podiam ser facilmente acalmados com algumas moedas.

Em certos casos, os Assassinos podiam também pegar as caixas que eles estavam carregando, e se algum civil esbarasse nele, ficaria ou nervoso ou apologético.

ArautosEditar

Arautos, também conhecidos como oradores, eram o principal meio de divulgação de notícias e avisos antes dos meios de comunicação modernos, e eram encontrados na maioria das cidades principais do Mundo, gritando informações à multidões. No entanto, muitos deles eram subornados para falar mal de indivíduos e grupos.

Durante a Terceira Cruzada, existiam arautos comuns, que falavam apenas sobre a guerra e sobre as pragas, e existiam arautos que eram alvos de interrogatório, pois eram associados aos alvos de Altaïr. Altaïr os interrogava, e então os matava para não deixar pontas soltas.

Nos períodos posteriores, subornar arautos era um dos três meios de reduzir a notoriedade, junto com assassinar oficiais municipais e arrancar cartazes de procurado. Arautos eram subornados por Templários e por outros poderosos para falarem mal de Ezio, e podiam ser facilmente ser subornados por 500 florins ou 100 akçe para calarem a boca.

EstudiososEditar

Estudiosos eram homens sábios, respeitados e pacientes presentes nas cidades na Terra Santa durante a Idade Média. Eles caminhavam lentamente, orando com suas mãos, e os Guardas deixavam eles passarem por eles na maioria das vezes, só que em áreas muito guardadas e atentas, eles evitavam a área pois os guardas não deixariam.

Estes eram os únicos civis que Altaïr poderia se misturar, devido a similaridade das vestes deles. Eles retornaram em períodos seguintes, como estudantes e monges, mas a importância deles diminuiu muito graças à habilidade de misturar-se com qualquer grupo.

ComerciantesEditar

Comerciantes, mercadores, negociantes ou vendedores eram civis que viviam do comércio de seus produtos, e estavam presentes em quase todas as cidades no Mundo. Eles geralmente ficavam em lojas ou tendas em cidades, e na maioria das vezes eram imunes à ataques, mas alguns fugiriam se situações hostis transcorressem.

Comerciantes viam em várias variações, listadas na página deles.

RufiõesEditar

Rufiões eram os únicos civis que iriam agredir Altaïr se provocados ou roubados, e lutavam apenas com seus punhos. Eles iriam atacar Altaïr se os vissem agredindo um alvo de interrogatório ou se os flagrassem roubando facas deles, e poderiam se provar um desafio pois tinham bastante força. Entretanto, se Altaïr puxasse uma lâmina, os rufiões fugiriam rapidamente.

Na Época Dourada da Pirataria e Guerra dos Sete Anos, Edward Kenway e Shay Cormac, respectivamente, sempre eram atacados por clientes agressivos ou bêbados de uma taverna na primeira vez que fossem lá. Após espancar esses agressores, eles eram bem-vindos na taverna e respeitados.

Homens problemáticosEditar

Homens problemáticos eram homens atormentados na Idade Média nas cidades grandes da Terra Santa, geralmente assim por causa de doenças mentais, excesso de bebida, problemas mentais ou experimentos de Garnier de Naplouse. Eles ficavam geralmente em áreas escuras, como becos e esgotos, ou no Porto de Acre, murmurando coisas estranhas para si mesmos e se movendo inquietamente.

Quando aproximados por alguém, inclusive Altaïr, os dementes iriam violentamente os empurrar, fazendo-os cair no chão e potencialmente os expondo. Dementes no Porto também poderiam empurrar alguém na água, causando morte por afogamento. Assim como pedintes, dementes poderiam ser socados ou empurrados por Altaïr para os afugentar, sem atrair a atenção de guardas, mas rufiões poderiam iniciar uma luta se vissem o ato.

VigilantesEditar

Vigilantes ou Milicianos eram grupos de cidadãos fortes e corajosos, que ficavam dispostos a ajudar Altaïr após ele salvar civis inocentes de guardas abusivos. Durante a Terceira Cruzada, esses vigilantes eram geralmente homens, e sempre ficavam disponíveis após uma mulher ser resgatada, podendo ser a mãe, irmão ou esposa deles.

Para mostrar gratitude, quando Altaïr estivesse fugindo de guardas, os vigilantes iriam agarrar os guardas e os atrasar, dando a Altaïr o tempo suficiente para completar a fuga.

Em Roma durante a Renascença, vigilantes apareciam na cidade após a destruição de Torres dos Bórgia, e não tinham medo de xingar guardas ou os Bórgia. Eles ajudavam Ezio da mesma forma que ajudavam Altaïr.

Na França durante a Revolução Francesa, vigilantes eram revolucionários mais moderados, não afiliados com facções superiores. Eles andavam pelas ruas das cidades, especialmente Paris, e sempre entravam em combate com Extremistas e às vezes guardas.

MúsicosEditar

Menestréis eram músicos e trovadores, que durante a Renascença, gostavam de assediar e irritar pessoas, aguardando algumas moedas em troca de sua música. Ezio podia dar dinheiro a eles sem nenhuma consequência, ou os empurrar ou espancar para os afugentar, que poderia atrair a atenção de guardas ou o expor.

Em Constantinopla, Ezio e os Assassinos roubaram as roupas e instrumentos de alguns menestréis para se infiltrar no Palácio de Topkapı na memória O Banquete do Príncipe.

Abatedores de carteiraEditar

Abatedores de carteira são ladrões independentes na Renascença e nos períodos seguintes que tentavam roubar discretamente a carteira de um civil e então escapar correndo, geralmente através dos edifícios. Esses ladrões podiam ser pegos por Ezio, e eles iriam então pedir piedade, e poderiam ser mortos sem consequência. Ao ver um abatedor de carteira, guardas de longo alcance (Arqueiros, Arcabuzeiros ou Besteiros) iriam sem piedade disparar e matar ele.

Na Revolução Francesa e na Era vitoriana, abatedores de carteira não roubavam Assassinos, mas apenas civis distraídos. Arno, Jacob ou Evie poderiam perseguir e pegar o ladrão, para ajudar a vítima.

MensageirosEditar

Mensageiros são pessoas ágeis que entregam mensagens, tributos ou suprimentos de alguém para alguém.

Mensageiros dos Bórgia são pagos pela Casa dos Bórgia para entregar tributos e especiarias para seus aliados, e andam pelas cidades italianas, e quando veem um Assassino, correm desesperadamente. Pegar um mensageiro dos Bórgia vai lhe render florins e um item raro, mas matar-lo vai aumentar pela metade ou completamente a notoriedade de Ezio.

Em Constantinopla, mensageiros eram substituídos por Coletores de impostos Templários, e agiam da mesma forma que suas contrapartes dos Bórgia.

Na América durante a Época Dourada da Pirataria e Revolução Americana, mensageiros carregavam uma sacola de dinheiro e suprimentos de munição. Eles fugiam assim que vissem Edward ou Shay, e matar-los não acarretava nenhuma espécie de consequência.

Civis em perigoEditar

Civis em perigo são cidadãos que ou estão sendo abusados por guardas, ou estão cometendo atos de revolta contra opressores.

Na Idade Média, estes civis são ou estudiosos sozinhos indefesos, ou mulheres sendo abusadas. Salvar um estudioso faz um grupo de Estudiosos ficarem disponíveis nos arredores, e defender uma mulher faz um grupo de Vigilantes ficarem disponíveis na área.

Na Renascença, em Roma e Constantinopla, eles vem em duas variações. Homens e mulheres cometendo atos de revolta contra guardas dos Bórgia, que ao serem salvos, se oferecem para juntarem-se aos Assassinos. Também podem ser homens e mulheres feridos, que pedem para Ezio matar um homem vil que está caçando a família deles, e ao se recuperarem, se juntam aos Assassinos.

PerseguidoresEditar

Perseguidores são agentes Templários do Império Bizantino, em Constantinopla durante a Renascença, ou agentes Assassinos, nas cidades americanas na Guerra dos Sete Anos. Eles se disfarçam de civis comuns e tentam atacar Ezio ou Shay com Lâminas curtas, e podem ser facilmente impedidos e mortos de volta.

Vendedores de jornalEditar

Na Revolução Francesa, em várias cidades, vendedores de jornais são geralmente mulheres e gritam as notícias e distribuem amostras de jornais. Arno pode pegar um jornal de graça da caixa do vendedor.

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