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"Seu pai era um Assassino, Arno. Ele deu sua vida lutando pela liberdade de toda a humanidade."
―Pierre Bellec descrevendo Charles a seu filho, 1789.[src]

Charles Dorian (desconhecido - 1776) foi um membro da Irmandade Francesa da Ordem dos Assassinos. Anteriormente aprendiz do Mestre Assassino Pierre Bellec, Charles foi encarregado de proteger um artefato antigo conhecido como a caixa Precursora em 1776, mas foi assassinado logo depois.

Seu filho, Arno, mais tarde, seguiu os passos de seu pai e tornou-se uma figura notável da Irmandade dos Assassinos durante a Revolução Francesa e acabou ganhando o posto de Mestre Assassino.

Biografia Editar

Charles nasceu em uma casa nobre de pequeno porte e também em uma família de Assassinos antiga.[1] Em algum momento antes de 1768, Charles se casou com uma mulher Austríaca chamada Marie, e os dois finalmente tiveram um filho chamado Arno. Como seus antepassados, Charles se juntou à Ordem dos Assassinos e foi treinado por Pierre Bellec, futuro membro do Conselho dos Assassinos. Durante seu treinamento, Charles aprendeu com o Assassino Colonial Ratonhnhaké:ton, que tinha extrema importância no Rito Colonial da Ordem dos Templários durante a Guerra Revolucionária Americana.[2]

Enquanto em uma missão, Charles entrou em conflito com um Templário. Bellec veio em seu auxílio e matou o assaltante, dando a Charles seu relógio de bolso depois, e disse-lhe para voltar para casa para seu filho.[2]

No entanto, quando Marie descobriu a lealdade de Charles para os assassinos, ela o abandonou, fazendo com que Charles criasse sozinho Arno. Durante este período da infância de Arno, Charles levou-o a viajar pela Europa e Norte da África.[2]

Em 1776, Charles, acompanhado por Arno, participou de uma reunião dos assassino no Palácio de Versalhes. Fingindo ser comerciantes de lã que recolhem para uma reunião de negócios, os assassinos confiaram a Charles a missão de proteger a caixa Precursora.[3]

No entanto, após a reunião Charles se distrai procurando seu filho e é assassinado pelo Templário Shay Cormac. Em sua morte Charles diz a Shay que a Revolução Americana tinha desfeito o trabalho dos Templários no recém-formado Estados Unidos da América. Shay sugeriu que os Templários poderiam criar uma outra revolução, a fim de restaurar o equilíbrio de poder entre as duas facções. Quando Shay vai embora, Charles cai no chão, morto.[3]

Depois do assassinato de Charles, Arno foi adotado pelo Grão-Mestre François de la Serre.[2]. A fim de lidar com a perda de seu pai, Arno iria escrever cartas para Charles, por sugestão de de la Serre.[4]

Curiosidade Editar

  • O relógio de Charles possuía uma insígnia Assassina gravada em sua capa. Além disso, ele carregava um pingente em seu peito na forma da insígnia.

Referências Editar