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"Eu deveria ter ficado nos estábulos... que família tem este Papa..."
Toffana, um servo aos Bórgia, 1503.[src]
Casa dos Bórgia
Brasão da família Bórgia
Informações organizacionais
Sede

Roma, Itália

Organizações relacionadas

Papado
Templários

Religião

Sem religião, alegavam seguir o catolicismo romano

Informações históricas
Data de colapso

1507

Membros notáveis

Rodrigo Bórgia
João Bórgia, o Jovem
César Bórgia
Lucrécia Bórgia


A Casa dos Bórgia, ou Borja, foi uma família nobre hispano-italiana que tornou-se proeminente durante a Renascença, e foram a personificação mais impressionável dos Templários – e também os líderes da Ordem. Os membros notáveis incluem Rodrigo, César e Lucrécia Bórgia, e a família é conhecida nos tempos modernos por suas práticas corruptas. Em 1492, com a eleição de Rodrigo Bórgia como Papa, a família tornou-se o corpo legislativo do estado papal. Como resultado, a cidade de Roma diminuiu em corrupção, roubo, assassinato e opressão.

Especialmente durante o reinado de Alexandre VI, a família Bórgia era suspeita de muitos crimes, incluindo adultério, simonia, roubo, suborno, incesto e assassinato - especialmente por envenenamento por arsênico. Por causa de seus alcances constantes ao poder, os Bórgia fizeram inimigos dos Médici, os Sforza, e o frade dominicano Girolamo Savonarola, entre outros. Apesar disso, eles também foram patronos das artes que contribuíram para a Renascença.

Ezio Auditore da Firenze se tornou uma resistência firme contra os Bórgia, no início do século XVI, e recrutou cidadãos para a causa da Ordem dos Assassinos. Como o poder dos Bórgia declinou em desordem, a cidade de Roma experimentou uma mudança, em que os benefícios da arte e da cultura finalmente chegaram e seu povo descobriu a prosperidade da Renascença.

Em 1503, com o assassinato de Rodrigo Bórgia - cortesia de seu filho, César - a família Bórgia tomou uma queda instantânea e César, o Capitão-Geral dos exércitos papais, foi preso e exilado para a Espanha em 1504. Posteriormente, a família perdeu toda a sua influência após a morte de Rodrigo, depois Pio III e mais tarde Júlio II, o sucederam como Papa.

Membros notáveisEditar

Árvore genealógicaEditar

 
 
 
Jofré Llançol i Escrivá
 
 
 
Isabel de Borja
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Rodrigo Bórgia
 
 
 
Vannozza dei Cattanei
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
João Bórgia, o Jovem
 
César Bórgia
 
Lucrécia Bórgia
 
Perotto Calderón
 
Jofré Bórgia
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Giovanni Bórgia
 
Maria Amiel
 
 
 
 
 

ReferênciasEditar

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