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"Pai. Não vês? Controlo tudo isto. Se quero viver, vivo. Se quero tirar, tiro. Se quero que morras, morres!"
―César Bórgia a seu pai, 1503.[src]

César Bórgia (1475 – 1507) foi um filho ilegítimo de Rodrigo Bórgia e um inimigo do Assassino Ezio Auditore da Firenze. Como seu pai, ele foi um membro da Ordem dos Templários. Eventualmente, ele se tornou capitão-geral dos exércitos papais, embora ele tenha conspirado secretamente contra o seu pai para assumir Roma, e toda a Itália depois.[2]

Antes da morte do seu pai, ele reivindicou o cargo de Grão-Mestre dos Templários na Itália, usurpando-se do título completamente depois de assassinar o seu pai. Apesar de sua lealdade aos Templários, eles foram uma preocupação secundária quando comparados ao seu próprio desejo de controlar os poderes da Maçã.[3]

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

Como a maioria dos segundos filhos da nobreza italiana, César foi educado em seus primeiros anos para se tornar um homem da Igreja, como seu pai. Indubitavelmente seu caráter não era de um religioso. Como o pai, César foi um sensual, e suas ligações femininas são amplamente reconhecidas desde sua adolescência. Foi apontado como amante de sua irmã Lucrécia Bórgia, embora tal informação não possua grandes confirmações.

Abandona a carreira eclesiástica (para a qual tinha pouco gosto), utilizando como justificativa o assassinato do irmão João, o qual deveria substituir nos assuntos temporais (João era capitão das forças militares do papado). Feito Duque Valentino em 1498 pelo rei Luís XII de França, que queria um papa aliado, César Bórgia tornou-se modelo para o livro O Príncipe, de Maquiavel. Calculista e violento, tentou, com o apoio do pai, constituir um principado na Romanha em 1501.

No dia 31 de dezembro de 1502, para se livrar de seus inimigos (entre eles, Oliverotto de Fermo), convidou-os para seu palácio de Senigallia, depois aprisionou-os e assassinou-os. Após a morte de seu pai, foi encarcerado sucessivamente pelo Papa Júlio II e pelo rei de Castela. Escapando daquele reino, serviu como soldado no exército de Navarra (que tinha por rei o cunhado de César), e morreu aos trinta e um anos, no ano de 1507, em Viana, na Espanha.

Ao que consta, César Bórgia foi contemporâneo do escritor Nicolau Maquiavel, tendo servido de modelo para o autor em sua obra "O Príncipe". No cinema, César Bórgia foi representado por Orson Welles no filme Prince of Foxes.

Em Assassin's Creed: BrotherhoodEditar

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César Bórgia,em Monterggioni com sua irmã Lucrezia,segurando a maçã do Éden.

Ele conduziu um cerco a Monteriggioni para matar eliminar os Auditore. Estes combateram ao máximo o cerco para a população escapar. Enquanto Ezio conduzio os recém-instalados canhões na muralha, Mario, tio de Ezio, foi pela frente mas foi derrotado. César pegou na Apple (Pieces of Eden) e matou o tio de Ezio com uma pistola, e prendeu Caterina Sforza, que foi violentada muitas vezes. Ele mata mais tarde seu pai Rodrigo Borgia, com a maçã envenenada que o pai lhe tinha preparado.

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Ezio e César

Com a morte de Rodrigo Bórgia, o Vaticano troca de papa. Com o novo papa, César é preso na Espanha em uma alta torre. Depois de dois anos ele é solto, ainda fraco e atacado pela Nova Doença, promete terminar com Ezio. Mas é o contrário. Em uma longa briga, Ezio empurra César de um grande penhasco, assim, causando-lhe a morte.

CuriosidadeEditar

  • Seu nome César Bórgia combina com sua personalidade, César significa "imperador", "rei", mas originalmente significava "“o que tem o cabelo comprido”, “cabeludo” ou “cortado”, “talhado”. *Já seu sobrenome Bórgia significa apenas "nativo de Borja", localidade espanhola onde a família Bórgia teve sua origem. 

GaleriaEditar

ReferênciasEditar