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PL Treasure HunterHQ Aquele que aumenta em conhecimento, aumenta em tristeza.

Este artigo contém spoilers, o que significa que tem informações e fatos a respeito de lançamentos recentes ou futuros da série Assassin's Creed.
Se você não quiser saber sobre esses eventos, é recomendável ler com cuidado, ou não tudo.

PL Broken-heartedHQ Aqui nós procuramos abrir a mente dos homens.

Este artigo é um esboço e precisa de expansão. Você pode ajudar a Assassin's Creed Wiki expandindo ele.

Bayek de Siuá (c. 86 AEC - desconhecido) foi o último dos Medjai do Egito Antigo, proveniente do vilarejo remoto de Siuá, e um dos primeiros membros e fundadores dos Ocultos, que eventualmente evoluiriam para a Irmandade dos Assassinos, junto com sua esposa Aya.

A morte do filho dele com Aya, Khemu, causada pela misteriosa Ordem dos Anciões, motivou o casal a embarcar em uma longa jornada de vingança contra eles. No processo, eles acabaram sendo membros importantes das forças que buscavam derrubar Ptolemeu XIII, um fantoche da Ordem, e restaurar Cleópatra. Bayek passou por cada região do Egito, tirando a influência da Ordem em região a região.

No entanto, na conclusão da Guerra Civil Alexandrina, Cleópatra e o novo aliado dela, o general Júlio César, acabaram tornando-se outros fantoches da Ordem, e traíram Bayek, Aya e os demais outros que estavam combatendo a Ordem. Decidindo que eles deveriam trabalhar nas sombras ao invés de publicamente apoiar monarcas, Bayek e Aya se separaram e criaram, respectivamente, uma sede dos Ocultos em Mênfis e Roma.

As memórias de Bayek foram revividas no Século 21 por Layla Hassan, uma funcionária das Indústrias Abstergo, que viu as memórias de Bayek desobedecendo ordens superiores com o intuito de obter uma simples promoção dentro da empresa.

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

InfânciaEditar

Nascido em Siuá em cerca de 86 AEC, Bayek era o filho de Sabu, o Medjai local, e de Ahmose, uma fazendeira. Desde pequeno, Bayek tinha o caráter de proteger as pessoas indefesas, e tornou-se um grande amigo das outras crianças ao seu redor, como Hepzefa, Kensa e Claridas. Ele também amava muito Rabiah, uma senhora da vila que ajudava todos de bom grado.

Mas quando uma garota nascida na capital Alexandria, Aya, chegou em Siuá para morar com sua tia, ela e Bayek imediatamente se atraíram, e aos 15 anos dela, já eram um casal. O pai de Bayek não gostava do relacionamento, pois acreditava que os pensamentos gregos de Aya poderiam corromper a mente de Bayek, mas permitiu que eles continuassem juntos de qualquer maneira.

Com o tempo, os amigos de Bayek foram deixando Siuá para buscar suas ambições nas grandes cidades, e entre os poucos que ficaram estava Hepzefa, que com o tempo tornou-se o melhor e mais próximo amigo de Bayek.

Jornada no desertoEditar

Alguns anos depois de completar a adolescência, Bayek já sabia como se defender por si só e já ajudava bastante os moradores de Siuá, como o ferreiro Benipe, a curandeira Rabiah e o fazendeiro Teremun. Nessa época, seu pai, Sabu, foi numa missão ao deserto e não voltou. Bayek decidiu ir procurar por ele, e Aya foi junto com ele.

No caminho, eles foram emboscados por um mercenário misteriosa, mas conseguiram escapar por pouco. Ao finalmente encontrarem Sabu, descobriram a afiliação deles com a antiga ordem militar dos Medjai e também descobriram que um mercenário psicopata chamado Bion havia sido contratado para erradicar os Medjai. Sabu, Bayek e Aya então permaneceram em um refúgio no deserto para perder a atenção do mercenário.

Nesse tempo, Sabu começou a aprofundar o treinamento de combate de Bayek, que com a permissão do pai, depois ensinava o que aprendeu para Aya. A mesma rotina continuou por vários anos, e em algum desses, o casal teve relações sexuais e Aya ficou grávida, mas nenhum deles soube. Quando Bion encontrou eles e atacou-os, Sabu se sacrificou para salvá-los, e Bion hesitou ao perceber a gravidez de Aya, dando Bayek o tempo suficiente para matá-lo.

Depois destes eventos trágicos, quando eles retornaram à Siuá, Bayek pediu Aya em casamento, e ela aceitou. Eles tiveram um filho chamado Khemu.

Tragédia em SiuáEditar

Em 49 AEC, Bayek estava caçando com Khemu e o amigo dele Chenzira, que foi para casa após Khemu recusar a proposta dele de observar hienas. Bayek, buscando livrar Khemu desse medo que ele possuía no coração, levou ele até o Ponto Halma, nas proximidades de Siuá, e disse para ele pular do ponto mais alto ao lago abaixo, mas Khemu hesitou e Bayek decidiu que ele ainda não estava pronto.

De repente, gritos de Chenzira foram ouvidos e Bayek enfrentou um grupo de soldados gregos que estavam chamando ele, mas eles eram muito avançados e conseguiram imobilizá-lo. Bayek acordou no Templo de Ámon em Siuá e, junto com Khemu, foi levado por um homem mascarado até uma câmara escondido abaixo do Templo, onde outro mascarado perguntou a Bayek como abrir a Câmara pois ele era um Medjai, outro deles assegurou Bayek de que ele ficaria bem se cooperasse.

Ordem Câmara

A Ordem interrogando Bayek.

No entanto, os mascarados foram interrompidos pela chegada do Faraó Ptolemeu XIII, e um deles afirmou que se Bayek não falasse com eles quando eles voltassem, ele nunca veria Khemu. Khemu usou a distração para roubar uma adaga de um dos mascarados e dar ela para Bayek, que usou ela para tentar se libertar e atacar os sequestradores, mas o dono da adaga conseguiu desarmá-lo e usá-la para cruelmente executar Khemu. Eles então feriram Bayek e deixaram ele lá.

Caçando a GarçaEditar

Furiosos e frios por causa do acontecimento trágico, Bayek e Aya decidiram caçar e eliminar todos os cinco mascarados presentes no Templo. Enquanto Aya ia para Alexandria para investigar a presença da Ordem lá, Bayek rastreou A Garça, um dos mascarados, para a região desértica no Nomo de Saqqara. Lá, com a ajuda de Nefertari, Bayek identificou A Garça como Rudjek, o nomarca.

O Assassinato da Garça

Bayek confrontando Rudjek.

Indo atrás de seu alvo, Bayek perseguiu ele até a Pirâmide Curvada de Seneferu, nas proximidades de Nítria, matou ou imobilizou todos os guarda-costas e soldados ptolemaicos lá presentes e encurralou Rudjek na câmara final da Pirâmide. Lá, Bayek foi atingido por uma flecha de Rudjek, e usou ela para riscar o nome de Rudjek de sua tatuagem.

Rudjek disse a ele que seus irmãos iriam matá-lo no seu sono, e então atirou uma faca em Bayek, que conseguiu pará-la usando a máscara de Rudjek. Bayek, furioso, então declarou que ele não dorme, apenas aguarda e extermina vermes como ele, e então cobriu a cabeça de Rudjek com a máscara atravessada com a faca, matando-o instantaneamente. Com seu alvo morto, Bayek preparou-se a voltar para Siuá, tendo descoberto que um de seus alvos está lá.

Libertando SiuáEditar

Reencontrando HepzefaEditar

Bayek mata Hypatos

Bayek matando Hypatos.

Nas proximidades de Siuá, Bayek foi emboscado por Hypatos, o leal e dedicado guarda-costas bruto de Rudjek, que ele havia poupado meses atrás. Os dois se enfrentaram em uma cripta antiga, onde Bayek ofereceu uma trégua, mas Hypatos não aceitou, dizendo que era questão de honra, e foi então morto por Bayek em um duelo sangrento.

Após atravessar a cripta, Bayek viu um grupo de soldados atacando seu velho amigo Hepzefa, e matou eles para protegê-lo. No caminho para a casa dele, Hepzefa explicou que um dos mascarados, O Íbis, está brutalizando Siuá e causando muitos problemas, desde falta de ferramentas, remédios ou água, e também mostrou a Bayek uma parte incendiada do vilarejo.

Bayek e Hepzefa

Bayek reencontrando Hepzefa.

Na casa dele, Hepzefa mostrou a Bayek uma lista dos problemas de Siuá, e revelou a identidade do Íbis: Medunamun, o novo Oráculo de Ámon no comando do Templo e da Guarnição. Lá, Bayek reencontrou Rabiah, a velha curandeira local, que cuidou de seus ferimentos e deixou ele descansar por um tempo. Quando ele acordou, a casa foi atacada por soldados à mando de Medunamun, mas eles conseguiram se defender.

Sabendo de tudo que precisava graças à Hepzefa, Bayek decidiu enfraquecer a influência de Medunamun, ajudar os moradores com seus problemas e se fortalecer para finalmente ter o momento oportuno e eliminar seu alvo.

Ajudando os aldeõesEditar

Martelando a Bigorna

Bayek falando com Benipe.

Bayek foi falar com Benipe, o ferreiro da vila, cujas ferramentas e mercadoria haviam sido confiscadas pelo capitão da guarnição, Muthis. Bayek infiltrou-se no Acampamento Shetjeh, eliminou Muthis e recuperou as ferramentas de Benipe, que deixou ele escolher uma arma única dele de graça. Com esse problema resolvido, Benipe conseguiu reabrir a loja, e assim os moradores tinham acesso à ferramentas e armas para se defender e trabalhar.

Ele também foi até a Caverna de Amanai, onde a principal fonte d'água do vilarejo se encontrava, e matou todos os bandidos ocupando ela, dando o acesso à água de volta aos moradores. Depois, ele resgatou vários sacerdotes capturados no Templo e alguns manifestantes, mas não conseguiu salvar Teremun, um velho amigo, mas pelo menos deu um enterro digno a ele.

Sabendo que os soldados haviam confiscado os remédios e suprimentos medicinais de Rabiah, Bayek recuperou uma remessa afundada de remédios no lago, mas logo em seguida também aprendeu que os soldados haviam expulsado Rabiah e seus pacientes da Casa da Vida, e Bayek eliminou todos eles, acabando com os problemas de Rabiah e assegurando a cura do vilarejo. Ele também protegeu Chenzira e seu irmão Fenuku de um bando de hienas na Tumba da Montanha dos Mortos, onde também prestou homenagens a Khemu.

Eliminando o ÍbisEditar

A influência de Medunamun agora estava significavelmente prejudicada, e Bayek estava preparado para finalmente assassiná-lo.

Infiltrando-se no Templo de Ámon, Bayek observou Medunamun dar ordens aos guardas de repetirem todo o processo que Bayek havia desmantelado, e conseguiu encurralá-lo em uma sala do Templo, onde confrontou seu alvo, que provocou Bayek dizendo que a Câmara iria dar a eles o poder dos Deuses, e que a morte de Khemu não importava nada, e que se Bayek matasse ele, muito trabalho duro seria em vão.

Bayek mata Medunamun

Bayek matando Medunamun.

Furioso, Bayek atacou Medunamun, conseguindo derrotá-lo em um duelo de espadas, mas seu alvo incapacitado então declarou que Bayek não era nada, pois nem o próprio filho conseguiu defender deles. Em uma sequência de frenesi, Bayek perdeu controle de si mesmo e tomou o artefato esférica de Medunamun e usou ele para brutalmente atingir o crânio dele até não restar quase nada.

Pronto para partir para Alexandria, Bayek se despediu de Hepzefa e dos outros, e então começou sua jornada.

Visitando Menehet em YamuEditar

Emboscada no Templo

Bayek e os filhos de Menehet.

No caminho para Alexandria, Bayek passou pela vila de Yamu, localizada na costa do Lago Mareotis, no delta do Nilo. Lá, ele visitou seu velho amigo Menehet, um sacerdote no Templo de Sekhmet local, e após uma breve brincadeira de pique-esconde com os filhos dele, Bayek foi conversar sério com Menehet, que explicou que um esquema de corrupção comercial está assolando Yamu, e que ele acredita que alguns mercadores locais estão por trás disso.

Interrogando alguns mercadores, Bayek descobriu que as múmias falsificadas estavam sendo produzidas por bandidos no Esconderijo de Eremos. Bayek eliminou os bandidos lá e destruiu a produção de múmias, e então retornou para Menehet, que disse que tinha outro problema: o campeão de Sekhmet estava incapacitado e o Festival de combate entre ele e o campeão de Isfet estava prestes a acontecer.

Bayek ofereceu ser o novo campeão, e conseguiu derrotar o rival no torneio, assegurando a fertilidade e prosperidade de Yamu. Despedindo-se de Menehet, Bayek continuou para Alexandria.

AlexandriaEditar

Encontrando AyaEditar

Phanos Bayek

Bayek conhecendo Phanos.

Chegando em Alexandria, Bayek foi até a Grande Biblioteca para encontrar Phanos, o primo de Aya que sabia onde ela estava se escondendo. Encontrando ele, Phanos mostrou o caminho ao esconderijo dela, e no caminho explicou que os Phylakitai liderados por Gennadios estavam realizando uma caçada humana brutal em Alexandria por Aya, e por isso eles precisavam de discrição.

No esconderijo dela, Bayek reencontrou Aya e o casal teve um momento de intimidade, e Aya explicou que ela havia matado dois mascarados: Acteon e Ktesos, mas que isso fez com que o quinto mascarado, A Serpente, alertasse os Phylakitai, forçando ela a se esconder. Ela deu a Bayek um papiro da Serpente, que o aliado dela Apolodoro diz ser do Conselho Real, indicando que a Serpente é um dos tenentes de Ptolemeu.

Aya 06

Bayek recebendo a Lâmina Oculta.

Aya também presenteou Bayek com uma Lâmina Oculta, que Apolodoro havia lhe dado à mando de Cleópatra, e mostrou a ele como usá-la sem cortar o dedo. Aya então permaneceu escondida enquanto Bayek ia eliminar seus próximos dois alvos: Gennadios e A Serpente.

Combatendo os PhylakitaiEditar

Bayek se encontrou com Lysander, o sumo sacerdote do Templo de Serápis, que estava tendo problemas em cuidar do Templo, alimentar os pobres e realizar caridades. Ele ajudou Lysander em resgatar o percussionista e recuperar um carregamento de alimentos que os Phylakitai haviam confiscado do Templo, mas isso fez Gennadios colocar um alvo nas costas dele. Bayek escoltou Lysander para fora da cidade, e o sacerdote disse que iria continuar seu trabalho e caridade nos templos e monastérios rurais.

Depois, Bayek se reuniu com Phanos, que estava liderando um movimento dos poetas, atores e dramaturgos de Alexandria contra a opressão dos Phylakitai, que conduziam uma censura enorme. Ele recuperou os roteiros das peças de Phanos e resgatou os atores da prisão, mas Phanos, Bayek e os outros foram emboscados pelos Phylakitai como retribuição, e em seguida eles eliminaram alguns dos tenentes de Gennadios que estavam no comando da censura da cidade. Bayek também resgatou Tefibi, um filósofo humilde, dos Phylakitai.

Bayek mata Gennadios

Bayek matando Gennadios.

Localizando Gennadios na Guarnição de Akra, Bayek conseguiu infiltrar-se na fortaleza, eliminar o comandante e capitães de Gennadios, e ferir Gennadios fatalmente em um combate. Nos seus últimos momentos, o líder dos Phylakitai insistiu que ele estava apenas fazendo ao seu trabalho, xingando Aya de assassina desonrada, e disse que os Phylakes iriam perseguir Bayek após esse assassinato.

Com o problema dos Phylakitai resolvido, Bayek se preparou para ir atrás da Serpente.

Assassinando "a Serpente"Editar

Bayek, seguindo a pista do papiro real, se infiltrou no Palácio Real de Alexandria e entrou no escritório do Escriba Real, onde ele encontrou um grande baú ao abri-lo, descobriu um fundo falso com uma carta para Medunamun, que dizia que Ptolemeu estava completamente sobre o controle deles, além de alertá-lo sobre Bayek e Aya. A carta tinha o selo da Serpente e vinha de Eudoros, o escriba real, que frequentava a Casa de Banho de Alexandria.

Bayek mata Eudoros

Bayek matando Eudoros.

Infiltrando-se na casa de banho, Bayek localizou Eudoros em uma sala particular, e viu que todos os clientes estavam falando sobre e sobre a polêmica ordem dele de prender Aristo, um escritor que ele havia copiado e que Bayek havia libertado. Surpreendendo Eudoros, Bayek quase foi asfixiado por ele mas conseguiu se libertar ao perfurar a garganta do seu alvo com a Lâmina Oculta, perdendo o dedo anelar no processo.

Eudoros, nos seus últimos momentos, disse que ele não teve nenhuma relação com o incidente em Siuá, mas Bayek não acreditou. Com seu último suspiro, Eudoros declarou que a Serpente nunca morreria, deixando Bayek com dúvidas. Ele então escapou do banho e voltou até Aya, tendo outro momento de intimidade com ela, que depois sugeriu que ele fosse ver Apolodoro, um aliado de Cleópatra, para esclarecer suas dúvidas sobre a Serpente.

Reunião com CleópatraEditar

Apolodoro conhece Bayek

Bayek conhecendo Apolodoro.

Bayek se encontrou com um contato de Apolodoro no Hipódromo, que lhe informou que Apolodoro estava no farol de Canopo. No Hipódromo, Bayek também se reuniu com Senefer, agora conhecido como Claridas, um velho amigo dele de Siuá que agora havia se tornado um campeão do Hipódromo, ao mesmo tempo que renunciou sua identidade egípcia, o que distanciou Bayek dele na primeira vez.

No farol, Bayek conheceu Apolodoro, que precisava de ajuda em resgatar Damastes e recuperar o documento que ele carregava. No caminho para Damastes, Bayek contou sobre a eliminação de Gennadios e Eudoros, e Apolodoro ficou satisfeito, mas disse que os Phylakes iriam caçar Bayek como retribuição e, ao escutar que "Eudoros era a Serpente", Apolodoro disse que explicaria isso depois. Bayek conseguiu resgatar Damastes e recuperar o documento, que havia quase afundado.

Reunião Cleópatra

Bayek e os demais na reunião.

Eles então se dirigiram para a villa de Apolodoro, onde haveria uma reunião com Cleópatra esclarecedora de dúvidas. Lá, Apolodoro introduziu Bayek à Cleópatra e Bayek e Aya a Pasherenptah, o sumo sacerdote de Mênfis que também estava combatendo a Ordem. Apolodoro explicou que A Serpente é um nome coletivamente usado para os líderes da Ordem, e que Eudoros era O Hipopótamo.

Após isso, Apolodoro mostrou que as forças da Ordem espalhados no Egito controlam cada região com opressão, brutalidade e corrupção, e disponibilizou seus informantes para Bayek caso ele precisasse de ajuda contra a Ordem. Cleópatra deu um novo brasão de Medjai a Bayek, com o símbolo dela, e Bayek substituiu seu brasão antigo, que tinha o simbolo de Ptolemeu, com o novo.

Com as informações que precisava, Bayek partiu para caçar seus quatro próximos alvos: O Escaravelho, A Hiena, O Lagarto e O Crocodilo. Enquanto isso, Aya navegou no Mar Egeu com Phoxidas para combater os Gabiniani e tentar fazer uma aliança com Pompeu, um poderoso general romano.

As Mentiras do EscaravelhoEditar

Investigação em SaísEditar

O próximo alvo de Bayek era um indivíduo conhecido como O Escaravelho, que exercia controle sobre a porção sul do delta do Nilo, sobretudo nas vilas de Saú e Saís. Chegando em Saís, Bayek se encontrou com Harkuf, um cervejeiro local e informante de Apolodoro, que explicou para ele que o povo local vivia ruim pois o comércio estava interrompido, os soldados brutais e os impostos pesados.

No entanto, Harkuf explicou que talvez o Escaravelho seja apenas uma lenda, dizendo que o problema real em Saís é Sefetu, o mestre de impostos e comandante do Forte de Nikiu. Ele explicou que Sefetu brutalmente explora a população de Saís e Saú, cobrando impostos pesados, trabalho forçado, confiscando itens e eliminando ou torturando qualquer um que se oponha a ele. Um homem, Ghupa, teve sua língua cortada depois de perguntar sobre o Escaravelho.

Examinando a vila, Bayek viu que muitas pessoas estavam se escondendo dos cobradores de impostos, e também que Zervos, um dos maiores comerciantes da área, e Jeska, uma protetora local e aliada de Harkuf, aparentemente foi morta por Sefetu. Ghupa, o homem da língua cortada, também não foi visto recentemente. Bayek decidiu livrar a vila da opressão de Sefetu e dos ptolemaicos.

Combatendo as forças de SefetuEditar

Bayek investigou o mercado de Saís e perguntou sobre Zervos, mas nenhum dos comerciantes cooperou, dizendo que ele havia morrido e outras respostas. Ao seguir um grupo de comerciantes, Bayek descobriu que Zervos estava sendo escondido por eles pois os homens de Sefetu queriam matá-lo por ter trabalhado contra eles. Bayek falou com Zervos, que disse que ele possuía documentos sobre Sefetu escondidos em uma felucca, e Bayek recuperou ela e retornou-a ao dono, eliminando os soldados caçando Zervos no processo.

Depois, ele investigou a suposta morte de Jeska, e ao perguntar isso para Amosis, ela respondeu que Jeska ainda estava viva e havia descido o rio por motivos desconhecidos. Bayek encontrou e ajudou Jeska a sobreviver uma emboscada de hipopótamos, e então vai com ela para matar os saqueadores de Sefetu atacando uma fazenda, chegando tarde demais para salvar os moradores. Mesmo assim, Jeska diz a Bayek que vai continuar a ajudar Harkhuf na luta pela liberdade em Saís.

Bayek então investiga o desaparecimento de Ghupa, e descobre que ele estava sendo mantido prisioneiro por soldados de Sefetu. Após salvá-lo e levar ele para a casa de sua família, Bayek é informado por ele que o Escaravelho está prestes a tomar Letópolis, uma cidade entre o deserto e o delta. Maharet e Kawab, da família de Ghupa e de Taharqa, o homem mais poderoso da região, dizem que vão ir para Letópolis em pouco tempo.

Antes de ir para Letópolis, Bayek descobre que Sefetu capturou Harkuf no Forte de Nikiu, e decide ir salvar ele e matar o mestre dos impostos de uma vez por todas. Infiltrando-se no forte, Bayek mata Sefetu e usa sua chave para libertar Harkuf.

Assassinando o EscaravelhoEditar

Ao chegar em Letópolis, Bayek viu que a cidade estava em um processo de reconstrução, após a famosa tempestade de areia que engoliu a cidade séculos antes. Ele falou com Nito, a mestra de obras local, e descobriu que alguns trabalhadores se perderam na escavação, salvando eles logo em seguida e descobrindo uma antiga sala com vários segredos e papiros. Ele também ajudou Nehi, um novato na cidade, a recuperar seus dois bois de volta e desvendar um mistério de hieroglifos antigos nas casas, descobrindo que sacerdotes usaram a cidade como sacrifício aos deuses para salvar as outras.

Tendo ajudado o povo, Bayek foi falar com Taharqa sobre o Escaravelho, mas uma tempestade de areia atingiu a cidade e um bando de bandidos do deserto iniciaram uma tentativa de saquear a cidade. Junto com Taharqa e alguns guerreiros locais, Bayek conseguiu expulsar os bandidos e acabou com eles de uma vez no Esconderijo de Plesionhudor, resgatando um sacerdote viajante no processo. Após isso, ele acompanhou Taharqa à casa do mesmo, onde Maharet, Kawab e Ghupa haviam acabado de chegar.

Lá, Taharqa explicou que os trabalhadores dispostos a reconstruir Letópolis receberiam uma casa, um pedaço de terra e os objetos necessários para prosperar. Eles então brindaram, mas a bebida de Bayek estava com um tranquilizante e ele desmaiou, Taharqa perguntou falsamente se ele estava bem enquanto sorria malignamente. O mentiroso, que acabara de revelar ser o Escaravelho, então levou Bayek para o deserto, roubou seus equipamentos e deixou ele enterrado apenas com a cabeça para fora na areia, um destino que levaria a uma morte extremamente horrenda e cruel.

Felizmente, Bayek conseguiu se libertar com a ajuda de Senu e de sua montaria, e recuperou seus equipamentos no Acampamento Achlys. Ele então foi imediatamente de volta a Letópolis, onde encontrou Taharqa no Templo local, e usou a distração religiosa para esfaquear Taharqa fatalmente com a Lâmina Oculta. Em seus últimos momentos, o Escaravelho disse que com sua morte, Letópolis se perderia novamente, e assim morreria um sonho. Bayek retrucou questionando os métodos deles, mencionando Ghupa, e Taharqa disse que ele tinha arrependimentos, mas que sangue precisava ser derramado para construir um mundo melhor, e sucumbiu aos ferimentos.

Após isso, ele explicou à furiosa Maharet que Taharqa era o cruel Escaravelho, e Ghupa confirmou isso, e disse para ela que o destino de Kawab estava nas mãos dela, e aconselhou ela a criar ele na luz, longe do legado sangrento e sombrio do pai.

O Terror da HienaEditar

Investigando GizéEditar

Com o Escaravelho morto, Bayek chegou na necrópole sagrada de Gizé para caçar seu próximo alvo: A Hiena. A região havia se tornado uma terra de ninguém devido aos atos da Hiena, que espalhava o terror, brutalidade e morte em todo canto que passava. Ele contatou Mered, um comerciante local e informante de Apolodoro, que disse após um pagamento que uma caçadora letal e saqueadora temida, Khaliset, era a Hiena, mas falou que só diria a localização dela se Bayek recuperasse seu cavalo roubado de um grupo de bandidos no Esconderijo da Pedreira Esgotada, o que Bayek fez rapidamente.

Mered então lhe disse que Khaliset era uma domadora lendária e que ela vivia com um bando de hienas nas colinas ao oeste dali. Antes de ir atrás de Khaliset, entretanto, Bayek decidiu enfraquecer o reino de terror dela na região. Ele ajudou os irmãos Oba, Nebit, Rashidi e Turo a recuperarem um misterioso anel precioso, confiscado pelas autoridades, e encontrou o geógrafo grego Corteseos inconsciente na areia. Investigando mais, Bayek descobriu que as anotações de Corteseos haviam sido roubados por um grupo de crianças, que estavam sendo extorquidas por bandidos. Bayek matou o líder dos bandidos e libertou as crianças, que viajaram com Corteseos para Mênfis.

Bayek também limpou os inúmeros esconderijos de saqueadores e acampamentos de soldados brutais espalhados na área, todos eles controlados de uma forma ou outra pela aterrorizante Khaliset. Finalmente, ele foi até o covil dela nas colinas, mas chegando lá encontrou apenas hienas, cadáveres e um prisioneiro. O prisioneiro informou que Khaliset estava sequestrando pessoas e levando-os para a Grande Pirâmide de Khufu por motivos desconhecidos e macabros.

Confronto na PirâmideEditar

Bayek então entrou na enorme tumba do Faraó, onde ouviu vozes e sons misteriosos de Khaliset, mandando-o ir embora. Ao adentrar a Pirâmide mais profundamente, Bayek descobriu e entrou em um grande salão subterrâneo com uma misteriosa arquitetura brilhante e nem um pouco usual, onde ele também viu sinais de um ritual proibido na múmia de uma criança. Khaliset então se revelou, dizendo que era a filha dela, e que ela iria trazer ela de volta aos vivos. Bayek perseguiu Khaliset pela Pirâmide, confrontando ela no deserto.

Uma tempestade de areia atingiu a área, e um confronto frenético e cego entre os dois então transcorreu na areia, onde Khaliset demonstrou sua visível loucura, causada pela morte triste de sua filha, e declarou que Bayek seria o próximo sacrifício ao ritual. Entretanto, Bayek conseguiu eventualmente ferir Khaliset fatalmente, e a aterrorizante caçadora disse em seus últimos momentos que ela só cometeu todos as atrocidades e atos de terrorismo para ganhar o apoio da Ordem e trazer sua filha de volta.

Bayek então deu seus ritos finais a ela, desejando que ela finalmente reencontrasse sua filha perdida pelo menos na morte.

A Maldição do LagartoEditar

Libertando Mênfis das pragasEditar

Com a Hiena morta, Bayek chegou na velha cidade de Mênfis para caçar seu próximo alvo: O Lagarto. Mênfis havia sido gravemente atingida por uma misteriosa e terrível maldição, com tudo de ruim acontecendo na cidade, entre os problemas a agressão excessiva dos crocodilos, comida intoxicada, ar fedendo à morte, crianças de rua desaparecendo e os soldados ficando mais brutais. Ele contatou Pasherenptah, o sacerdote que havia comparecido à reunião com Cleópatra, que lhe informou dos muitos problemas da cidade, revelando que sua esposa Taimhotep estava infértil e que o sagrado Touro Ápis sofria de uma misteriosa doença que o deixou à beira da morte. Bayek consolou seu amigo, que estava visivelmente muito cansado, pressionado e quase desistindo.

Ele falou com a padeira, Théta, que estava tendo problemas em sua loja e que havia perdido seu provador. Bayek resgatou o provador, que revelou estar apaixonado por Théta, mas mais importantemente, disse que havia escutado uma conversa entre os guardas falando sobre o envenenamento dos alimentos enviados para o estoque da cidade, entre eles os bolos favoritos de Taimhotep. Bayek conseguiu queimar a comida estragada e destruiu o estoque de veneno.

Bayek também ajudou um caçador local, Tutmés, a acabar com um plano brutal de alguns criminosos de jogar restos humanos no canal para atrair crocodilos e fazer eles ficarem mais agressivos ainda. Ele investigou o ar de morte da cidade, até descobrir que o Embalsamador Chefe havia sido ameaçado pelo Lagarto e forçado a colocar areia no lugar do natrão nas múmias, causando um cheiro horrível emitido por elas. Bayek matou os homens ameaçando o Embalsamador e destruiu o natrão estragado.

Finalmente, ele investigou o desaparecimento das crianças de rua, eventualmente descobrindo que uma mercadora grega, Gaia, estava por trás disso e havia prendido Kawit, a protetora das crianças. Bayek salvou Kawit, mas não chegou à tempo para salvar Nef, o homem que alimentava as crianças. Enquanto Kawit ficou para trás para proteger as crianças, Bayek encontrou o trirreme de Gaia e matou ela.

Investigação no TemploEditar

Tendo melhorado a situação de Mênfis, Bayek então decidiu investigar a infertilidade de Taimhotep, esposa de Pasherenptah. Ele visitou ela na cabana do Vidente local, onde ele enfrentou uma sequência de sonhos traumatizante envolvendo a serpente gigante Apep e uma visão de Khemu nos campos de junco. Bayek depois visitou o Vidente novamente para acabar com seus pesadelos sobre Khemu, realizando um ritual na ilha próxima à cidade.

Ao sair da cabana, Bayek surpreendeu-se ao ver Aya, que havia chegado para ajudá-lo na caçada ao Lagarto. Os dois investigaram juntos no Grande Templo de Ptá para encontrar pistas sobre as causas da letargia do touro Ápis e a infertilidade de Taimhotep. Eventualmente, eles descobriram veneno na comida do touro, posto pelas jovens sacerdotistas, que explicaram que o irmão delas, Panchrates, havia sido capturado pelos soldados, que chantagearam elas a fazer o ato herege.

Bayek então resgatou Panchrates das ruínas do Templo de Hator, e o homem revelou que a pessoa que havia lhe interrogado era um sacerdote de Anúbis que vestia uma manta azul e tinha uma tosse muito forte. Antes de informar Pasherenptah, Bayek ajudou Taimhotep a realizar um ritual em Gizé para garantir a segurança de seu próximo filho.

Assassinando o LagartoEditar

Bayek retornou, e descobriu que Cleópatra havia chegado em Mênfis e acabado de dar um discurso ao povo. Ele então relatou a descrição do Lagarto para Pasherenptah, que imediatamente reconheceu-o como Hetepi, um sacerdote de Anúbis e um de seus conselheiros mais confiados. Impressionado com a traição, Cleópatra consolou Pasherenptah, dizendo que aqueles que vivem na nossa sombra são os que mais devem ser vigiados.

Enquanto Aya ficou para proteger Cleópatra, Bayek foi até o Templo, localizou Hetepi e esfaqueou seu alvo fatalmente com a Lâmina Oculta. Em seus últimos momentos, Hetepi declarou que ele fez tudo aquilo para punir Mênfis e restaurar as tradições e caminhos do Velho Egito, e então declarou que as massas eram gado que deveriam ser conduzidos friamente pelo chicote do pastor, e disse que Bayek era um deles, pois havia sido influenciado por Cleópatra a assassiná-lo.

Bayek então informou Cleópatra, Pasherenptah e Aya do feito, e o Festival de Ápis foi então preparado e consumado alguns dias depois. No Festival, Aya disse que ela estaria ocupada nos próximos dias no Mar Egeu, tentando fazer uma aliança com o general romano Pompeu. O casal então compartilhou um momento íntimo antes de irem nos seus respectivos caminhos pela frente.

A Brutalidade do CrocodiloEditar

Personalidade e característicasEditar

Bayek e Khemu

Bayek ensinando Khemu a usar um arco.

Bayek, como um Medjai, sempre foi uma pessoa muito prestativa, leal e ciente que levava seu dever como protetor muito à sério, não pedindo nenhuma recompensa ao ajudar civis inocentes indefesos. Assim, ele mostrava uma personalidade alegre e jovial, ao mesmo tempo que tinha um forte senso de responsabilidade e dever para proteger aqueles que precisam de ajuda. Ele também sabia muito sobre os costumes religiosos do Velho Egito, e também considerava defender a integridade dos deuses e combater a blasfêmia e corrupção religiosa parte de seu dever como Medjai.

No entanto, após a morte de Khemu, Bayek ficou muito mais frio e vingativo, não descansando até encontrar todos os responsáveis e fazer eles pagarem com sangue. Mesmo assim, ele ainda mostrava um grande senso de dever e justiça, e continuou a ajudar as pessoas ao mesmo tempo em que caçava os membros da Ordem. No início de sua jornada, Bayek negligenciou o cuidado a si mesmo, ficando com uma enorme barba e cabelo e várias cicatrizes e feridas, mas ele cuidou disso depois.

Aya memória

Bayek e Aya em um momento íntimo.

O relacionamento de Bayek com Aya era muito estável, amoroso e leal, mesmo com as diferenças étnicas entre eles. Os dois compartilhavam de determinação, dever e amor, e por isso sempre ficaram unidos. Mesmo com a separação deles por causa da Irmandade, eles claramente ainda compartilhavam de sentimentos pelo outro, mas deixaram isso de lado por motivos maiores e mais importantes do que eles mesmos. A fúria que os dois sentiram após a morte cruel de Khemu também é notável.

Ao mesmo tempo que ele era leal, amigável, alegre e prestativo aos seus velhos e novos amigos, Bayek era igualmente frio, cruel e vingativo contra aqueles que ele considerava seus inimigos, não mostrando simpatia ou piedade nenhuma àqueles que faziam os inocentes sofrerem, especialmente os que faziam atos violentos contra crianças. Mesmo com sua dedicação a exterminar a Ordem, Bayek ainda entendia alguns dos motivos e objetivos de seus alvos, mas pensava que os erros deles eram muito maiores que acertos, mas não era incapaz de sentir pena por seus alvos e as consequências da morte deles, como Khaliset, Taharqa e Potino.

O Falso Oráculo

Bayek lutando com Medunamun.

Bayek tinha muito orgulho de sua terra natal, seguindo as tradições do Velho Egito, mas não tinha nada contra estrangeiros e novatos na terra, desejando no fundo de seu coração que egípcios, gregos, romanos e outras etnias conseguissem coexistir pacificamente e prosperamente, sentindo total desgosto por indivíduos e facções que miravam em pessoas só porque elas eram de etnias diferentes. Isso foi mostrado quando ele eliminou o Culto de Uadjet, que queria eliminar a população grega de Faium, e quando ele reuniu Vitrúvio, Praxilla e Díocles para lutar por uma Cirenaica unida.

Equipamentos e habilidadesEditar

Bayek era altamente treinado nas artes do combate, e seu arsenal incluía a espada egípcia khopesh, a lança e o arco longo, além de um escudo. Bayek também era um expert em parkour e furtividade, usando a infame Lâmina Oculta para assassinar seus alvos discretamente.

Bayek também tinha uma águia chamada Senu, e os dois possuíam um relacionamento simbólico, com Bayek usando Senu para ajudá-lo em suas missões.

Aparições em memóriasEditar

Como o protagonista, Bayek aparece em todas as memórias com a exceção de:

CuriosidadesEditar

  • Bayek é uma palavra hieroglífica que significa falcão ou gavião.
  • Bayek, como Altaïr Ibn-La'Ahad, Ezio Auditore da Firenze e Desmond Miles, possuí uma cicatriz no seu lábio superior, mas não é conhecido se ele é um ancestral dos mesmos.
  • Bayek usa um amuleto com o crânio de uma águia, que se visto de uma certa perspectiva, parece a Insígnia dos Assassinos.
  • Bayek também não possuí seu dedo anelar esquerdo, pois a Lâmina Oculta ainda não estava atualizada para permitir o uso dela sem o sacrifício deste dedo.

ReferênciasEditar