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"Eu errei em ser tão descuidada e matar pessoas em público, temos que trabalhar pelas sombras. Quando assassinamos, visamos só aqueles que merecem: as poucas almas doentias que tentam nos controlar... mas eles nunca vão saber quem somos. Poetas frios e calculistas da morte, sim, nós somos os Ocultos."
―Aya, falando sobre a nova vida tomada por ela.[src]

Aya (c. 79 AEC - desconhecido) foi uma agente greco-egípcia de Cleópatra, a esposa de Bayek e uma das figuras responsáveis pela origem dos Ocultos, que eventualmente evoluíram e tornaram-se a Irmandade dos Assassinos.

Quando a misteriosa Ordem dos Anciões causou a morte do filho dela e de Bayek, Khemu, o casal trilhou uma jornada de vingança contra os integrantes da organização secreta, ao mesmo tempo em que Aya, acreditando na fidelidade e competência de Cleópatra, apoiava-a por vários métodos contra o irmão mais novo dela, Ptolemeu XIII. No entanto, a Ordem passou a ter influência sobre Cleópatra e o novo aliado dela, o líder romano Júlio César, traindo Bayek e Aya.

Depois disso, o casal juntou-se à vários aliados e amigos que eles conheceram durante a jornada, e decidiram criar uma organização secreta para combater a Ordem e qualquer outra figura opressora, injusta ou cruel que surgisse. Após matarem os líderes da Ordem, os dois se separaram e Aya fundou uma das primeiras sucursais em Roma, trocando seu nome para Amunet.

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

Metade grega e metade egípcia, Aya nasceu em Alexandria, mas foi morar no vilarejo remoto de Siuá ainda jovem com sua tia Herit, enquanto seus pais estudiosos permaneceram na capital. Em Siuá, ela conheceu Bayek, o filho do Medjai local, e os dois rapidamente tornaram-se grande amigos e ficaram íntimos. Aos 15 anos, Aya já namorava Bayek, mesmo sem a aprovação de Sabu, pai de Bayek, pois ele achava que as vontades gregas da garota iriam corromper a mente de Bayek.

Anos depois, Bayek deixou Siuá para buscar respostas sobre o desaparecimento de seu pai, e Aya foi com ele. Eles descobriram que Sabu estava rastreando um mercenário contratado por entidades desconhecidas que buscava exterminar todos os Medjai, e quase foram mortos pelo mesmo mas conseguiram escapar junto com Sabu.

O casal e Sabu então moraram no deserto pelos anos seguintes, onde o veterano ensinou a eles como sobreviver naquele inferno quente e também passou a treinar eles no combate corpo-a-corpo e à distância. Nas manhãs, Bayek treinava com Sabu, e no resto do dia, ele ficava com Aya, treinando ou conversando. Nesse tempo, o casal teve relações sexuais e, sem o conhecimento deles, Aya ficou grávida.

Eventualmente, o mercenário conseguiu localizar e enfrentá-los, matando Sabu e encurralando o casal. No entanto, ele hesitou ao perceber que Aya estava gravida, dando Bayek tempo para cortar sua garganta. Após esta série de acontecimentos trágicos que marcou a vida deles, Bayek pediu Aya em casamento, e ela aceitou. O filho que eles tiveram, Khemu, era muito querido por eles.

Combatendo a OrdemEditar

A morte de KhemuEditar

Em 49 AEC, enquanto Aya estava ausente, Bayek e Khemu foram sequestrados por soldados ptolemaicos à mando da Ordem dos Anciões, que buscava informações sobre a Câmara localizada abaixo do Templo de Ámon em Siuá. No processo, Bayek tentou reagir aos mascarados, mas Khemu acabou sendo morto por um dos mascarados e Bayek ficou ferido.

O assassinato de Khemu enfureceu Bayek e Aya, que decidiram trilhar uma jornada de vingança contra os indivíduos responsáveis. Nessa época, Aya começou a acreditar e confiar na irmã exilada do Faraó Ptolemeu XIII, Cleópatra, e tornou-se uma agente dela, mesmo com a relutância de Bayek em confiar em Cleópatra ou apoiar o novo trabalho de Aya.

Retorno à AlexandriaEditar

Ao mesmo tempo em que Bayek caçava a Garça e o Íbis, Aya retornou à Alexandria para investigar se a Ordem estava presente lá e para dar continuidade ao seu trabalho como espiã de Cleópatra. Lá, ela conheceu Apolodoro, um nobre apoiador de Cleópatra que possuía uma rede de espiões por todo o Egito. Ela também reencontrou Phanos, um primo dela e jovem poeta liberal e rebelde que fazia campanhas e críticas contra o governo brutal de Ptolemeu.

Com a ajuda dos dois, Aya iniciou uma investigação na nobreza alexandrina, eventualmente descobrindo que três membros da Ordem: o Abutre, o Carneiro e a Serpente, faziam parte da liderança de Alexandria. Ao investigar mais profundamente, ela descobriu que o aristocrata Acteon era o Abutre, e confrontou e matou ele em seu quarto no Palácio Real de Alexandria.

Aya memória

Bayek e Aya em um momento íntimo.

Após a morte de Acteon, o militar Ktesos revelou ser o Carneiro quando enfrentou Aya abertamente, furioso com o assassinato de seu amigo, mas ele acabou morto também. A morte dos dois fez a Serpente colocar um alvo enorme nas costas de Aya, mandando os Phylakitai liderados pelo brutal Gennadios caçarem e matarem ela. Aya, sem nenhuma opção, refugiou-se com a ajuda de Phanos e Apolodoro, tendo que mudar-se constantemente para não ser pega.

Felizmente, Bayek, que havia matado a Garça e o Íbis, viajou para Alexandria para reencontrar sua amada e continuar a caçada. Encontrando Aya com a ajuda de Phanos, o casal teve um momento íntimo e então discutiram sobre os próximos passos, e Aya deu a Bayek uma Lâmina Oculta, presente de Cleópatra, e contou que ela suspeitava que a Serpente estivesse entre os conselheiros de Ptolemeu. Ela também disse que Gennadios precisava ser morto para que ela pudesse andar nas ruas com segurança. Bayek também deu uma esfera misteriosa a Aya, que em seguida deu a Apolodoro para estudos.

Aya 06

Aya dando a Lâmina Oculta a Bayek.

Bayek matou Gennadios e seus tenentes na Guarnição de Akra e, após uma breve investigação, descobriu que o escriba real Eudoros era a Serpente e assassinou o mesmo na casa de banho. Após isso, pensando que a jornada de vingança havia acabado, o casal se reuniu em uma torre e compartilharam outro momento íntimo.

No entanto, Bayek suspeitava que Eudoros não era o último, devido às últimas palavras dele. Aya disse que eles iriam tirar essas dúvidas em uma reunião com a própria Cleópatra na mansão do Apolodoro.

Reunião com CleópatraEditar

Na propriedade de Apolodoro, Aya e Bayek foram até uma festa sendo dada em honra à Cleópatra, e se divertiram um pouco. Aya, Bayek, Apolodoro, Cleópatra e o sacerdote Pasherenptah se encontraram em uma sala secreta, e quando Bayek explicou sua dúvida sobre a identidade da Serpente e a Ordem, Apolodoro explicou que a Serpente não é apenas um indivíduo, e sim um termo global para a Ordem, revelando que Eudoros era conhecido como o Hipopótamo.

Reunião Cleópatra

Aya e os demais na reunião.

Após isso, Cleópatra, Apolodoro e Pasherenptah explicaram que a Ordem controlava toda a extensão do Egito, desde a sagrada necrópole de Gizé, a antiga cidade de Mênfis, a região extremamente oprimida de Faium e o delta do Nilo e o deserto próximo. Eles revelaram os codinomes dos homens por trás disso, e Aya e Bayek viram que ainda havia muita coisa a ser feita contra a Ordem.

Enquanto Bayek caçava o Crocodilo, a Hiena, o [[Taharqa|Escaravelho e o Lagarto, Aya buscava investigar sobre a liderança da Ordem, além de continuar seus trabalhos de agente para Cleópatra, fazendo várias atividades contra Ptolemeu, e consequentemente, contra a Ordem.

Caçada em MênfisEditar

Após Bayek ter matado o Escaravelho e a Hiena, ele foi atrás do Lagarto em Mênfis, e Aya decidiu ajudá-lo lá. Aya encontrou-o na cabana do Vidente, onde eles falaram sobre os sonhos e pesadelos que Bayek estava tendo sobre Khemu, e então sobre a maldição que o Lagarto havia posto sobre Mênfis, causando a letargia do Touro Ápis e a infertilidade de Taimhotep, esposa de Pasherenptah.

Máscara do Lagarto interrogatorio

Bayek e Aya interrogando as sacerdotistas.

Os dois investigaram a área ao redor do Grande Templo de Ptá, eventualmente descobrindo veneno na comida do Touro, posto pelas duas jovens sacerdotistas. Ao serem interrogadas, elas revelaram que o irmão delas, Panchrates, havia sido sequestrado por guerreiros contratados pelo Lagarto, e estavam sendo chantageadas para envenenar o Touro. Bayek resgatou Panchrates, que disse que o homem por trás do sequestro era um sacerdote de Anúbis que tinha uma forte tosse e uma manta azul.

Aya e Bayek levaram essa informação a Pasherenptah e Cleópatra, que estava fazendo um discurso a uma multidão na cidade, para provocar Ptolemeu. Pasherenptah ouviu a descrição do Lagarto e reconheceu ele como Hetepi, um de seus conselheiros. Aya ficou para garantir a segurança de Cleópatra e Bayek foi assassinar Hetepi no Templo. Após isso, os dois comemoram em meio às festividades que seguiram.

Derrubando PtolemeuEditar

Fazendo uma aliança com PompeuEditar

Aya Phoxidas

Aya conhecendo Phoxidas.

Enquanto Bayek ia atrás do Crocodilo, Aya e o capitão grego Phoxidas velejaram no Mediterrâneo para formar uma aliança com Pompeu, um poderoso general romano, à Cleópatra, precisando de apoio militar. No caminho, eles enfrentaram navios dos Gabiniani, soldados romanos subordinados de Ptolemeu, e Aya formou uma amizade boa com Phoxidas, e vice-versa.

Ao encontrar o octorreme de Pompeu, eles foram atacados por uma frota dos Gabiniani, mas conseguiram proteger o navio romano dos mercenários. Aya e Phoxidas então conheceram Pompeu pessoalmente, e conseguiram persuadi-lo a apoiar Cleópatra ao dizer que ela buscava um rei para governar ao seu lado, e que esse rei poderia ser ele. Pompeu admitiu que era uma proposta interessante, e aceitou a aliança.

Nos dias seguintes, Aya e Phoxidas realizaram várias operações navais à favor de Cleópatra, várias delas contra os Gabiniani, que Aya suspeitava estarem planejando algo contra a rainha.

Operações em HerakleionEditar

Com a morte de todos os membros da Ordem que estavam controlando as regiões, Aya enviou uma carta a Bayek informando que os líderes da Ordem, o Escorpião e o Chacal, ainda estavam vivos e planejando algo na cidade de Herakleion, mas ela ainda estava ocupada em serviços navais com Phoxidas, e precisava que Bayek cuidasse dos próximos passos.

Investigando a cidade, Bayek descobriu que o Chacal era Lucius Septimius, o impiedoso líder dos Gabiniani, e que o Escorpião era Potino, o regente de Ptolemeu, e conseguiu impedir uma tentativa de assassinato à Cleópatra pelos agentes de Septimius. Aya, que acabara de chegar, parabenizou Bayek, mas em pouco tempo o capanga de Septimius, Venator, e outros Gabiniani chegaram e tentaram outra vez matar a rainha.

Bayek, Aya e Apolodoro conseguiram eliminar Venator e os outros assassinos, mas Cleópatra estava furiosa, pois toda vez que ela tentava algo, o irmão dela estava um passo à frente devido à Ordem e ao seu trono. Ela decidiu que estava na hora de se reunir com Pompeu, tomar Alexandria e acabar com a Ordem de uma vez.

Eles navegaram até o ponto de encontro com Pompeu, mas chegaram tarde demais, Septimius e os Gabiniani já haviam matado ele e deixado o corpo degolado do general romano na costa. Descobrindo que outro general romano, Júlio César, estava em Alexandria se reunindo com Ptolemeu, Cleópatra decidiu participar da reunião para aliar-se com César.

O Cerco de AlexandriaEditar

Após atravessar o Mediterrâneo e chegar em Alexandria, Aya decidiu que seria melhor eles se disfarçarem como os Phylakes de Apolodoro, e Apolodoro pensou em levar Cleópatra enrolada em um tapete. O disfarce deles conseguiu enganar os soldados romanos de César, e no Palácio, eles viram Ptolemeu presenteando César com a cabeça de Pompeu, que era um grande inimigo dele.

César, pouco convencido, concordou que Pompeu era um inimigo, mas antes de qualquer coisa, Aya e Bayek interromperam-os e revelaram Cleópatra do tapete, que quase instantaneamente conseguiu convencer César de que ela era mais competente do que o irmão dela. Os dois foram deixados à sós para "resolver um acordo", e Apolodoro assegurou Aya e Bayek que eles teriam a vingança contra Septimius e Potino através de Cleópatra.

Para impressionar César, Aya e Bayek encontraram uma entrada para a tumba de Alexandre, o Grande, onde haviam escrituras sobre a Câmara em Siuá, o Cetro de Alexandre e a Esfera do Oráculo. No entanto, Ptolemeu, como reação à intervenção de sua irmã, capturou alguns dos tenentes de César, mas Aya e Bayek rapidamente conseguiram resgatá-los, e eles revelaram que Septimius e Potino estavam planejando um ataque ao porto para acabar com César. Eles também descobriram o codinome do líder da Ordem, o Leão.

Alertando César, Aya foi até o Pharos, controlado pelos soldados ptolemaicos, matou o guardião e colocou uma substância sinalizadora no fogo do farol. Com o sinal dado, as tropas romanas surpreenderam o exército ptolemaico e uma grande batalha começou, com os romanos se sobressaindo.

Batalha do Nilo e traiçãoEditar

A região do delta do Nilo foi envolvida em uma grande e sangrenta batalha entre os exércitos romanos de César e os exércitos gregos de Ptolemeu. Enquanto Bayek enfrentava Potino, que estava em um elefante de guerra, Aya rastreou o próprio Ptolemeu, buscando matá-lo para assegurar sua queda.

Aya avistou Ptolemeu tentando fugir da batalha, que ele estava perdendo, em uma felucca. Tendo um tiro certeiro nele, Aya decidiu deixá-lo à mercê do destino. Pouco tempo depois, a felucca de Ptolemeu foi atacada por um bando de crocodilos, que devoraram ele e seu guarda-costas. O sangue de um "Deus" não ficou nas mãos de Aya, como consequência.

Enquanto isso, Bayek matou Potino e derrotou Septimius, mas César o impediu de matá-lo, pois ele era romano e por isso deveria ser julgado por leis romanas. Bayek não obedeceu,e por isso foi nocauteado e abandonado.

No dia seguinte, o Egito estava sob controle de César, e coroou Cleópatra. Entretanto, Bayek e Aya foram banidos do palácio e Septimius foi inocentando por Flavius Metellus, o tenente de César. Furiosos, o casal confrontou Apolodoro sobre o que estava acontecendo, mas ele apenas disse que César havia mudado de ideia, e disse que eles precisavam dar tempo a ele. O casal ignorou ele e decidiu sujar as mãos.

Colapso da Ordem, Origem da IrmandadeEditar

RevelaçõesEditar

O casal foi investigar a tumba de Alexandre o Grande para ver o que havia interessado César tanto, mas ao chegar lá, viram Apolodoro ferido por soldados romanos e o braço-direito de César, Flavius Metellus, fugindo. Eles mataram os soldados, mas Apolodoro estava fatalmente ferido, e em seu último respiro, ele revelou que Flavius havia tirado a esfera misteriosa dele e estava indo para Siuá. Ele também revelou que Flavius é o líder da Ordem e que ele foi quem matou Khemu.

Perdoando Apolodoro, o casal então correu até Siuá e ao chegarem lá, viram uma cidade fantasma repleta de pessoas feridas, casas arrasadas e sangue no ar. Eles chegaram no Templo, e viram Rabiah gritando por Hepzefa, grande amigo de Bayek. Na Câmara, eles viram várias projeções divinas e o cadáver de Hepzefa. Flavius havia passado por Siuá para descobrir os segredos da relíquia na Câmara e já havia partido.

Após darem um funeral decente a Hepzefa e aos outros aldeões que foram mortos pelos romanos, Bayek foi atrás de Flavius em Cirenaica enquanto Aya foi fazer preparativos para caçar Septimius e organizar a bagunça que havia sido feita.

Separação de BayekEditar

Bayek retornou, tendo assassinado Flavius, e viu que Bayek havia juntado vários aliados que eles fizeram ao longo da jornada deles: Phanos, Pasherenptah, Phoxidas, Tahira e dois novos aliados romanos: Marcus Junius Brutus e Gaius Cassius Longinus. Embora Bayek, de início, tenha ficado relutante em separar-se de Aya novamente para tais ambições, Aya explicou que se eles parassem agora, a Ordem iria simplesmente se reerguer novamente, e que eles precisavam criar algo para impedi-la de dominar novamente.

O último medjai conversa

Bayek a Aya conversando sobre a nova vida deles.

O casal refletiu sobre o relacionamento deles, que havia se deteriorado com o tempo, mas a causa pela qual eles lutam se multiplicou, tornado-se algo muito maior do que eles. Eles viram que a melhor coisa a se fazer seria se separarem, Aya iria para Roma para assassinar César e Septimius antes que eles pudessem ter total dominação enquanto Bayek permaneceria no Egito para criar o Credo e impedir a Ordem de crescer novamente.

Para fazer isso, teriam que trabalhar nas sombras, usando facadas, conexões e ajuda popular para efetivar suas operações. Eles também matariam apenas àqueles que merecerem, e países, religiões, dinastias, poder e material não seriam a força por trás deles, mas sim a crença na liberdade e justiça.

Com isso, Bayek se despediu de Aya e deixou a praia, indo até Mênfis para estabelecer uma sede lá, enquanto Aya velejou junto de Phoxidas até Roma para assassinar César e Septimius.

Assassinato de CésarEditar

Aya Mata Septimius

Aya matando Septimius.

Chegando no Fórum Romano, Aya reuniu-se com Brutus e Longinus e avistou César e Septimius conversando, com Septimius conseguindo fazer César uma total marionete para dominação. Aya mandou eles irem para o Fórum enquanto ela ia atrás de Septimius, que a avistou e confrontou ela em frente ao Fórum, declarando que a Ordem é maior do que Roma e que o Egito é o lugar para miseráveis como ela.

Uma longa luta então explodiu entre os dois, com uma série de provocações, mas Aya conseguiu superar Septimius e ferir o Gabiniani fatalmente com suas lâminas. Ele afirmou em seus últimos momentos que o Cetro está com a Ordem e ela nunca vai recuperá-lo, além de declarar que ele fez sua parte em escrever a História do mundo, e será recompensado com uma eternidade de prazer. Aya respondeu dizendo que ele será recompensado com esquecimento, fetidez e devoramento, e então cortou a garganta de seu alvo.

Aya Mata César

Aya dando o golpe inicial em César.

Septimius morto, Aya disfarçou-se com uma manta branca e foi até o Fórum, onde ela viu os senadores, liderados por Brutus e Longinus, questionarem César sobre o que ele estava fazendo, se proclamando ditador vitalício e divino. Vendo César vulnerável e sem Septimius para ajudá-lo, Aya foi a primeira a apunhalar o ditador, seguida por todos os senadores até Bruto dar o golpe final.

A morte de César significou o enfraquecimento considerável da Ordem e a chance dos Ocultos se erguerem e estabelecerem-se na sociedade. Aya deixou seu passado egípcio de lado, trocando seu nome para Amunet, e criou uma das primeiras sedes da Irmandade no mundo, em Roma, enquanto Bayek criou uma em Mênfis.

Anos depois, Aya foi responsável pela morte de Cleópatra, usando uma vespa venenosa, depois de que ela se recusou a largar suas posições aliadas à Ordem.

LegadoEditar

No santuário abaixo da Villa Auditore, Aya foi homenageada (sob o nome de Amunet) como a assassina de Cleópatra e uma figura de grande importância na origem da Ordem. Em 1486, o Mestre Assassino Ezio Auditore da Firenze recuperou o selo de Amunet da Basílica de São Marcos em Veneza e o retornou ao santuário.

Em 2017, o sarcófago dela foi encontrado na Depressão de Qattara por Layla Hassan.

Personalidade e característicasEditar

Aya era uma mulher de personalidade forte, dedicada e séria, que como Bayek, foi motivada principalmente pela vingança para eliminar aqueles responsáveis pela morte de Khemu e pela ruína do Egito. No entanto, diferente de Bayek, Aya acreditava fielmente que Cleópatra iria manter sua promessa e ser uma boa governante, e sua personalidade amadureceu notavelmente quando isto foi contrariado. Embora tenha sido uma pessoa cruel e letal quando enfrentando seus inimigos, Aya tinha uma consciência boa, e quando tinha o tiro perfeito em Ptolemeu, optou por deixar o destino decidir o futuro dele.

Após descobrir que Cleópatra e César apoiavam Flavius e Septimius, Aya ficou desiludida com a ideia de que eles podem depender de uma pessoa no poder, e viu que eles deviam trabalhar pelas sombras, eliminando os corruptos e opressores e apoiando os justos e corretos. Ela também estava disposta a renunciar a tudo para criar a Irmandade, separando-se de Bayek, mesmo amando-o profundamente e docilmente.

No início, Aya era mais ingênua, vingativa e apaixonada, mas com o tempo, ela foi se desiludindo com os bens materiais e imateriais e viu como tudo funcionava de verdade.

Equipamentos e habilidadesEditar

Mesmo não sendo oficialmente uma Medjai, Aya recebeu treinamento de elite junto com Bayek do pai dele, além de se vestir de maneira parecida com Bayek. Ela mostra eficiência de combate e letalidade extrema quando usando suas lâminas duplas e arco de caça, tendo provado isso ao derrotar Septimius sozinha e ao sobreviver grandes batalhas como a do Nilo e a de Alexandria.

Além disso, Aya também era uma excelente investigadora e caçadora, tendo descoberto a identidade de dois membros discretos da Ordem em poucas semanas e matado-os em menos tempo ainda. Ela foi fundamental na investigação de Bayek em Mênfis e também era uma habilidosa agente e espiã quando trabalhava por Cleópatra. Ainda mais, ela mostrava habilidades de navegação marítimas boas, aprendidas junto de Phoxidas.

Sua habilidade furtiva era tão perfeita ao ponto de ter se infiltrado no Palácio Real de Cleópatra sem ser vista e sem deixar nenhum corpo sem ser o de seu próprio alvo para trás.

Aparições em memóriasEditar

ReferênciasEditar