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Este artigo é sobre o Assassino franco-austríaco. Você pode estar procurando pela hidrovia Tucana.
"O Credo da Irmandade dos Assassinos ensina que absolutamente nada é proibido para nós. Interpretava como se fôssemos livres para fazer o que quiséssemos. Para perseguir nossos ideais, não importando o preço. Eu entendo agora. Não é uma permissão. O Credo é um alerta."
―Arno Dorian, refletindo sobre sua percepção do Credo.[src]
Arno Dorian
Arno Dorian
Informações biológicas
Nasceu em

1768
Versalhes, Reino da França

Informações políticas
Afiliações

Assassinos (1789 – 1793; 1794 – desconhecido)
Casa dos Serre (1776 – 1794)

Informações do mundo real
Aparece em

Assassin's Creed: Unity
Assassin's Creed: Rogue
Romance de Unity

Dublador

Dan Jeannotte

Arno Victor Dorian (1768 – desconhecido) foi um Assassino franco-austríaco ativo durante a época da Revolução Francesa. O filho do Assassino Charles Dorian, que foi morto por Shay Cormac, Arno foi adotado por François de la Serre, o Grão-Mestre da Ordem dos Templários na França. Ele cresceu ao lado da filha de De la Serre, Élise, sua futura amante. Arno foi introduzido aos Assassinos por Pierre Bellec, após ele ser preso injustamente na Bastilha.

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

Filho de mãe austríaca (Marie Dorian) e pai francês (Charles Dorian), Arno foi criado em uma família nobre em Versalhes. Devido à sua origem nobre, recebeu educação com acesso a tutores e à vários livros. Em algum momento, Marie, tendo descoberto as atividades de seu marido, fugiu e abandonou sua família.

Em 1776, quando Arno tinha oito anos, seu pai foi assassinado pelo templário Shay Cormac. Ele foi adotado por François de La Serre, o Grão-Mestre dos Templários Franceses, por respeito a memória de seu inimigo, Charles Dorian. Ele criou Arno ao lado de sua própria filha, Élise. Em respeito a memória de Charles, François manteve Arno longe das atividades da Ordem dos Templários, fazendo com que o garoto nunca soubesse da existência dos Assassinos e Templários.

Em 1789, treze anos depois, Arno, agora com 21 anos de idade, encontrou-se em um problema, tendo perdido o relógio de seu pai para dois irmãos, Hugo e Victor, em um jogo de cartas. Arno rouba o relógio de volta e é perseguido até a mansão de La Serre, com François tentando mediar a situação, mandando Arno ajudar seu mordomo, Olivier, com todas as tarefas que este lhe atribuísse, sendo que este na hora estava limpando os cavalos para o passeio de carruagem de François, que iria se encontrar com Élise.

Apos esse transtorno, François revela a Arno que irá sair para se encontrar com Élise de La Serre, sua filha. Ao entrar na carruagem e seguir viagem, um carteiro passa por Arno correndo dizendo que possui em suas mãos uma importantíssima carta que deve ser entregue ao senhor de La Serre. Arno vê isso como uma oportunidade de se reencontrar com sua amada Élise e fala para o carteiro deixar a carta em suas mãos para que Arno pudesse levá-la pessoalmente, mas infelizmente, Hugo e Victor o alcançaram antes que ele pudesse chegar até François, que havia ido participar da reunião dos Estados Gerais. Embora ele superou seus atacantes, ele foi forçado a fugir quando os guardas o encontraram. Após alguns minutos perseguindo a carruagem, o rapaz percebeu que havia perdido François de vista e resolve voltar para casa e deixar a carta debaixo da porta.

Se Infiltrando no PalácioEditar

Arno se infiltra no palácio em que será realizada uma festa em honra de Élise, por não ter sido convidado, e consegue se reencontrar com Élise, os dois se beijam mas Arno foge, pois foi forçado a fugir quando os guardas vieram atrás do penetra na festa. Um dos principais temas nas conversas da festa era a grave crise econômica que a França estava passando e como o Rei Louis XVI poderia resolver a crise. Arno estava saindo do palácio quando se depara com François esticado no chão. Um dos agressores, Charles Gabriel Sivert, chama os guardas, e diz que Arno foi o responsável pelo assassinato de François e ele é preso na Bastilha.

Depois de sua primeira noite na prisão, Arno descobriu que um de seus companheiros de cela, um veterano da Guerra dos Sete Anos nascido no Canadá (que era uma colônia francesa antes da guerra) chamado Pierre Bellec, havia roubado o seu relógio e brevemente duelaram entre si por isso, até que Arno se distrai com os desenhos misteriosos no canto da cela. Bellec, em seguida, arrastou-o para o canto, percebendo que ele possuía a Visão Aquilina. Uma vez que Arno se apresentou, Bellec, percebendo que estava em frente do filho de Charles Dorian, revela a Arno que seu pai era um Assassino, antes de devolver o relógio. Bellec passou dois meses treinando Arno em combate, se tornando o mestre de Arno, até que no dia 14 de Julho a Bastilha é atacada por um levantamento civil. Arno convence Bellec à escapar. Antes de partirem, Bellec deu a Arno um medalhão, dizendo que iria levá-lo para os Assassinos, e dá um Salto de Fé. Arno fez o mesmo quando um grupo de guardas o encurralou.

As notícias de que os deputados do Terceiro Estado (povo), que haviam se reunido nos Estados Gerais junto do Primeiro Estado (nobreza) e Segundo Estado (clero) para debater com o Rei Louis XVI a crise econômica, haviam decidido se revoltar e formaram uma Assembléia Constituinte Nacional, se espalham na França. Em uma Paris cada vez mais caótica, Arno se reencontra com Élise e confessa que ele era inocente e tentou contar a ela sobre seu pai ser um Templário, apenas para descobrir que ela já sabia, além de fazer parte da Ordem. Ela, então, mostra a carta que ele deveria entregar. O remetente anônimo, "L", estava tentando avisar François que alguém dentro da Ordem dos Templários estava planejando traí-lo. Élise, perturbada, pede a Arno que nunca mais se encontrem.

Juntando-se a IrmandadeEditar

Arno ACU

Arruinado com culpa, Arno procurou a Irmandade dos Assassinos Franceses, descobrindo a sua sede debaixo da Sainte-Chapelle. Ele foi então introduzido na Irmandade e promete caçar os assassinos de François para se redimir por seus fracassos. 

Um ano depois, Arno se juntou a seu mentor Bellec em rastrear Sivert, mas Bellec escolheu adquirir um livro de registros dos Templários, em vez de assassinar Sivert, uma vez que não foram designados para matá-lo. Quando o Mestre Assassino e seu jovem pupilo relataram ao Conselho, Bellec criticou a trégua do Mentor Mirabeau com os Templários, e o resto do Conselho concordou que o novo Grão-Mestre que não deveriam manter a trégua. Arno conseguiu ganhar de Bellec a bênção do Conselho depois de aprender os seus segredos.

Arno pesquisou o ponto de encontro de Sivert na Catedral de Notre-Dame e determinou os pontos fracos que poderia explorar. Ele começou a recuperar as chaves da construção dos ladrões que haviam as tomado e assassinou o cúmplice de Sivert, Duchesneau, e tomou seu lugar no confessionário onde Sivert deveria o encontrar. Posando como Duchesneau, Arno recebeu informações sobre manipulações dos Templários contra a corrupção da igreja. Uma vez que Sivert revelou tudo o que sabia, Arno esfaqueou Sivert na garganta com a Lâmina Oculta, matando-o instantaneamente. Nesse momento, Arno viu as memórias de Sivert e soube que ele tinha um cúmplice, o Le Roi des Thunes (Rei dos Pedintes), na noite do assassinato de François, que atingiu o golpe mortal. Arno retornou ao Conselho para relatar suas descobertas. Quando ele pediu permissão para caçar o cúmplice, ele recebeu uma Lâmina Fantasma.

Em 19 de Janeiro de 1791, Arno chegou no Le Cour des Miracles e deteu o tenente do Roi des Thunes, Aloys la Touche, que iria cortar o pé direito de um homem jovem. Antes de Arno poder intervir, um homem da nobreza que possuía o título de Marquês de Sade casualmente o aconselhou a não lançar-se tão rapidamente e, que deveria seguir La Touche de volta até seu mestre (somado a isso o Marquês também queria ver o pé do homem ser serrado). Arno seguiu La Touche até a sua residência e o interrogou. Arno passou a se infiltrar no covil do Le Roi des Thunes, assim que La Touche havia se libertado para avisar o alvo de Arno do perigo iminente. Arno assassinou Le Roi des Thunes, vendo a partir de suas memórias suas motivações para assassinar de La Serre, e que ele e Sivert fez sob as ordens de seu novo Grão-Mestre.

Depois de assassinar Sivert e Le Roi des Thunes , Arno ouviu do Marquês de Sade, que havia se auto- proclamado o novo Roi des Thunes, que um dos envolvidos pela morte de La Serre, se chama François-Thomas Germain. Depois de localizá-lo, Germain alega que um homem chamado Lafrenière encomendou o assassinato.

Arno persegue e assassina Lafrenière, só para saber que ele era o autor da carta que deveria ser entregue a de la Serre, advertindo-o de uma traição potencial. Arno informou o Conselho, que estavam indignados pelo assassinato de Lafrenière sem o seu consentimento. Quando Arno mencionou que ele estava planejando atacar um hotel, o Conselho o enviou para investigar a reunião.

Infiltrando-se no hotel, Arno intercepta uma reunião de um grupo de Templários, liderados por uma figura desconhecida que conspira para eliminar Élise. Arno foge do hotel e consegue salvar sua amada da emboscada Templaria. Em seguida, a dupla volta à residência de Germain, apenas para encontrá-la vazia, Élise informa Arno que Germain foi exilado da Ordem por suas opiniões radicais sobre Jacques de Molay, o grande herói dos Templários e maior Templário que já existiu (ele é tão importante para os Templários quanto Altair é para os Assassinos). Após isso, Arno leva Élise ao Conselho dos assassinos para discutirem sobre os acontecimentos recentes. Ele traz Élise com os olhos vendados para o Conselho Assassino. Apesar da hostilidade dos Assassinos, indignados por Arno ter trazido uma Templária para a sua sede, principalmente Bellec, Le Mentor Mirabeau estava mais inclinado a conversar com Élise.

Élise encontra um livro-razão de Germain confirmando que assassinou seu pai. Como eles foram alvejados por atiradores de elite, Arno disse Élise para ir à propriedade de Mirabeau, enquanto ele lidava com os seus atacantes.

Confrontando BellecEditar

Mais tarde, Arno planeja falar com Mirabeau, mas encontra o Mentor envenenado. Suspeitando de que alguém estava tentando colocar a culpa em Élise, Arno rastreou o vendedor do veneno e descobre que Pierre Bellec matou o Mentor Mirabeau, acreditando que a paz jamais poderia ser alcançada entre as duas facções, e que ele estava purgando a Irmandade para reconstruí-la em uma organização ainda mais forte, semelhante ao que os lendários Altaïr Ibn-La'Ahad e Ezio Auditore da Firenze fizeram nas Cruzadas e no Renascimento, como também o prodígio Connor havia feito alguns antes na Revolução Americana, Revolução esta que os franceses queriam repetir em sua pátria. Ele tentou convencer Arno a se juntar à sua causa, mas Arno recusou, e foi forçado a matar seu ex-professor.

Arno conseguiu ganhar vantagem na luta, e foi forçado a matar Bellec quando ele tentou matar Elise. Antes de morrer, Bellec elogiou Arno por derrotá-lo, e pediu Arno para acabar com ele, caso contrário, ele nunca iria parar. Uma vez que Bellec morreu por seus ferimentos, Arno pagou-lhe seus ritos finais.

Após esse duelo Arno volta ao Conselho que o atribuiu para se infiltrar no Palais des Tuileries, a fim de destruir as cartas de Mirabeau, que poderia comprometer a Irmandade. Foi então, que Arno se reuniu pela primeira vez com um jovem militar chamado Napoleon Bonaparte (Arno é apenas um ano mais velho que Napoleon), que por sua vez foi à procura de uma Apple of Eden. Após um desentendimento inicial, os dois notam que não estão procurando a mesma coisa... em um momento de distração, quando Arno consegue encontrar as cartas, Napoleão aproveita e rouba a Apple of Eden que os Reis da França possuíam desde a Idade Média. Como o palácio tornou-se cercado com extremistas, Napoleão e seus soldados ajudaram Arno a escapar através de uma passagem secreta, mas não antes de Arno notar outro Templário, Frédéric Rouille. Depois de escapar do palácio, Napoleão da a Arno a localização da prisão onde Rouille estaria, Le Grand Chatelet , permitindo Arno assassinar Frédéric Rouille.

Execução do ReiEditar

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Arno mais tarde se juntou com Élise para parar a trama de Marie Lévesque de acumulação de grãos a fim de fazerem as Classes Média e Baixa se voltarem contra o Rei. Depois de assassinar Lévesque, Arno e Élise conseguiram escapar dos extremistas usando um balão de ar quente, antes de ter um momento romântico entre eles.

Notícias se espalham de que o rei Louis XVI, buscando recuperar seu poder absoluto sobre a França, decide fugir para a Alemanha junto da família real... causando choque na população francesa ao verem que o rei os havia abandonado e estava mais interessado em continuar governando como um monarca absoluto do que ao lado de representantes eleitos pelo povo, isso leva a queda da Monarquia e a proclamação da República. (Louis XVI não era um rei cruel... só era um rei incompetente).

O Rei e sua família são capturados tentando atravessar a fronteira do Reino da França (agora República Francesa) com o Sacro Império Romano Germânico (Primeiro Reich alemão). A família real dos Bourbons é presa e condenada a morte.

Arno descobre que François-Thomas Germain estaria presente na execução do rei deposto da França e resolve ir matar o atual mestre templário.

Em 21 de janeiro de 1793, Arno confronta Germain na execução que estava em andamento Germain diz a Arno que o motivo para o assassinato de François de la Serre era livrar a Ordem dos Templários da corrupção e intolerância, ao mesmo tempo, indicando o assassinato foi apenas a primeira fase da reforma da Ordem, e que esta seria verdadeiramente renascida com a morte do Rei. Germain acredita que os Templários se esqueceram de suas origens e não buscam mais seguir os passos de De Molay e que durante séculos estavam mais interessados em objetivos pessoais como obter dinheiro e poder do que buscar criar um mundo melhor através dos antigos ideais da Ordem.

"O rei é ... apenas um símbolo. Um símbolo pode inspirar medo, e o medo pode inspirar controle - mas os homens inevitavelmente perdem o medo de símbolos Como você pode ver esta foi a verdade que De Molay que porque morreu:... O Direito Divino dos Reis nada mais é que o reflexo da luz solar em cima do ouro. Quando a Coroa e a Igreja se tornarem pó, nós que controlamos o ouro é que decidirar o futuro. (Jacques de Molay, você está vingado.) " (Germain confrontando Arno na execução do Rei)

Germain revelou seus planos, que com o Rei Louis XVI na guilhotina a França estaria livre dos aristocratas, da nobreza descendente de senhores feudais e tudo o que ainda restasse da Idade Média, isso tornaria muito mais fácil para os Templários finalmente ganharem controle sobre a França, através da concessão de poderes para as pessoas através de eleições por exemplo, a França e em breve o mundo que eles conheciam jamais seria o mesmo. Uma vez que o rei foi decapitado, François proclamou que Jacques de Molay foi vingado (pois Louis XVI é descendente do Rei Philippe IV, o Rei responsável pela morte de de Molay e a "extinção" dos Templários), em seguida, fez a sua fuga, deixando Arno para lidar com seus subordinados. Com Élise cercada pelos combatentes, Arno decide defendê-la e deixa de perseguir Germain. Isso desagradou Élise, que desejava vingança e rejeitou qualquer outro auxílio de Arno.

ExílioEditar

Arno se reúne com o Conselho Assassino para discutir o seu encontro com o Grande Mestre Templário, no entanto ele foi direcionado para a câmara de cerimônia. Arno tentou atualizar o Conselho mas este o silenciou e começaram um julgamento. O Conselho não aprova o que eles acreditavam ser uma vingança pessoal. Eles declararam que Arno foi banido da Irmandade e já não era bem-vindo.

Arno deixou o Santuário e Paris para viver na propriedade de la Serre em Versalhes, onde ganhou a reputação de ser um bêbado. Ele entrou em uma briga de bar, terminando em sua humilhante derrota e da perda de seu relógio para o líder da gangue. Ele voltou ao Palais de Versailles , forçado a enfrentar as terríveis lembranças de seu passado, e matou todo o grupo, apenas para Élise aparecer com o seu relógio na mão.

Deduzindo que ela queria alguma coisa dele, Arno furiosamente reabriu velhas feridas da sua última luta, afirmando que ele se preocupa mais com ela do que matar Germain e que ele queria aliviar a culpa que sentia por causar da morte de seu pai. Quando ele abriu uma brecha para Élise falar, esta lhe informa que Paris tinha se tornado mais caótica por causa de Germain. Ela encorajou-o a ser o homem que ela amava e voltar com ela para Paris. Arno concordou em vir, mas só depois que ele assassinar Aloys La Touche.

Durante isto, ele se reconciliou e salvou seus antigos inimigos Victor e Hugo, que deveriam ser condenados à execução. Depois de assassinar la Touche, Arno descobriu que tinha um conspirador de Germain que ainda restava e este era quem estava causando um Reino de Terror na França, Maximilien de Robespierre.

Volta para ParisEditar

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Depois de Arno e Élise retornarem a Paris e apesar da anarquia, a cidade estava no meio de uma festa. Élise revela a Arno que o evento estava sendo oferecido por Maximilien de Robespierre, um dos líderes da Convenção Nacional que governa a República Francesa, e um Templário de alta hierarquia, que ajudou a matar o pai de Élise e se tornou um seguidor de Germain, conhecido no passado como o Incorruptível mas que se revelou um tirano pior que os Reis da França. Arno insistiu em assassinar Robespierre, mas Élise sugeriu uma abordagem diferente, já que Robespierre era bem protegido. 

Depois de se infiltrarem discretamente na celebração e localizar Robespierre, Élise planeja desacreditá-lo aos olhos do público, o que permitiria ela e Arno o matassem mais facilmente. Arno concordou e reuniu provas incriminatórias enquanto Élise envenenava a adega de Robespierre, fazendo com que este drogado e fora de si fizesse o povo pensarem que ele era louco e perigoso, percebendo o erro de o seguirem. Arno roubou cartas contendo os nomes de milhares de indivíduos que estavam a ser vítimas de execuções em massa de Robespierre. Ele, em seguida, sorrateiramente enviou estas cartas a vários dos cidadãos, que, em seguida, consideraram que Robespierre tinha ido longe demais. Depois de Arno encontrar evidências com várias pessoas, as pessoas se voltaram contra Robespierre e o prenderam, para a surpresa de Arno e de Élise.

Após rastrearem Robespierre em um palácio, Arno e Élise se infiltram e o encurralam. Como ele se recusou a cooperar, Élise lhe da um tiro na mandíbula e ele revelou que Germain estava no Templo em Paris. Arno e Élise chegam ao templo e encontram Germain. que usa o poder da Espada do Éden contra o assassino em combate.

Arno posteriormente conseguiu encontrar Élise novamente, e, juntos, eles entram na cripta Templaria, nas catacumbas de Paris, onde mais uma vez confrontam Germain. Depois de mais três tentativas, Arno conseguiu romper a força da espada mas a onda de choque o prendeu sob os escombros. Élise tenta ajuda-lo, mas nota que Germain esta escapando. Apesar dos pedidos de Arno, Élise o deixa para trás e persegue Germain, mas não é párea para o Grande Mestre. A espada de Élise quebra durante a luta, Arno consegue se libertar e corre para ajudar Élise, mas era tarde demais, a Espada do Eden explode, matando Élise e ferindo mortalmente Germain no processo. Em um ato de luto, Arno assassina lentamente Germain por esfaqueá-lo na garganta com a Lâmina Oculta. Em uma visão após a sua morte, Germain explica sua luta por ser um Sábio, suas crenças em de Molay e de mortes infelizes de Elise.

Com Germain finalmente sucumbindo aos seus ferimentos, Arno carregou o corpo de Elise para fora do templo, deixando para trás o corpo sem vida de Germain. Germain pode ter falecido mas deixa claro que no futuro alguém continuaria seu trabalho... o Sábio reencarnaria no futuro.

Escondendo-se em Franciade (DLC Dead Kings)Editar

Uma semana depois de seu confronto final contra Germain, Arno, ainda devastado pela morte de Élise, estava escondido em Franciade, bebendo para afastar suas mágoas em uma taberna local. A República Francesa agora era governada por um Diretório e Robespierre havia sido guilhotinado (uma cruel ironia do destino) já tinha uma semana. O assassino foi então contactado pelo Marquês de Sade, que lhe pediu para encontrar um manuscrito feito por Nicolas de Condorcet, escondido no túmulo do Rei Louis IX de França dentro da necrópole real. Durante o encontro na taberna, o Marquês pagou as dívidas de consumo de Arno e prometeu-lhe uma passagem em um navio que deixaria a França e iria para o Egito, em quatro dias, em troca de estudos científicos de Condorcet.

Enquanto procurava o manuscrito na cidade subterrânea, o assassino exilado descobriu que o manuscrito não estava no túmulo e que um grupo de assaltantes de túmulos estavam procurando a entrada de um templo. Após mais investigações, Arno descobriu que o manuscrito foi roubado por um jovem ladrão chamado Léon, e enquanto busca a necrópole, Arno descobriu que ele tinha sido capturado pelos assaltantes por espionar-los.

Escondido, Arno ouviu que os atacantes eram liderados por Philippe Rose e patrocinado por Napoleon Bonaparte, a fim de abrir o Templo sob a Basílica e tomar o Piece of Eden armazenado dentro. Arno, em seguida, salvou o órfão rebelde dos assaltantes e recuperou o manuscrito, mas estava relutante em se envolver com Bonaparte, querendo deixar a França acima de qualquer outra coisa. Se decidiu após visões de Élise e argumentos do menino, assim como a necessidade imperiosa de salvar a França. Arno finalmente decidiu parar os atacantes de adquirir o artefato antes de partir para o Egito.

Após encontrar o local do templo e roubar a chave de um dos oficiais de Napoleon, Arno foi capaz de abrir a porta que conduz a ele, mas foi emboscado por Rose, que pretendia tomar o artefato para si mesmo. Arno caiu na profundidade da necrópole, mas sobreviveu e conseguiu chegar ao templo antes do líder dos assaltantes pudesse tomar o Piece of Eden.

Arno, em seguida, matou Rose, recuperou a Cabeça de Saint Denis e usou seu poder para repelir os numerosos assaltantes e escapar do Templo. Mais tarde, tal como acordado, Arno encontrou o Marquês de Sade na taberna e deu-lhe o manuscrito de Condorcet. No entanto, ele repagou a sua dívida por bebidas com uma Louis d'or e saiu sem dizer uma palavra, tendo decidido permanecer na França. Arno também contactou a Irmandade, pedindo-lhes para entregar a Apple of Eden contida na Cabeça de Saint Denis para Al Mualim (O Mentor) da Irmandade dos Assassinos Egípcios, além do alcance de Bonaparte.

A traição de RuddockEditar

Agora residente em Versalhes, Arno foi recebido pelo assassino proscrito Bernard Ruddock, um conhecido de Élise que tinha contactado Arno em algum momento depois da morte de Élise. Ruddock deu a Arno uma carta que Élise tinha escrito para ser lida em caso de sua morte, explicando um número de suas ações e direcionando-o a encontrá-la na sua arca de lembranças. Ela só pediu que Arno ajudasse Ruddock a manter um pacote de cartas que a ela tinha sido dado por Jennifer Scott em sua viagem a Londres, o que permitiria Ruddock a ganhar um favor com o Conselho Assassino e se juntar à Irmandade.

Arno concordou em honrar seus desejos, foi ao endereço de Ruddock e disse que ele estaria em contato uma vez que ele tinha obtido as cartas e a arca de Élise. Arno também concordou que ele iria endossar qualquer esforço que ele fez para ganhar o favor com os Assassinos. Arno viajou para a Maison Royale de Saint-Louis, onde conheceu o professor de Élise, Frederick Weatherall e foi dado a arca, como prometido.

Ruddock tinha seguido Arno e o traiu, tentando matá-lo em nome da Ordem dos Templários Britânicos. No entanto, Ruddock foi morto por Weatherall antes que ele pudesse atirar em Arno. Arno ficou com amigos de Elise durante os anos após sua morte, tendo sido convidado a permanecer por sua ex-empregada por respeito à sua senhora.

Vida posteriorEditar

Após entregar a Maçã do Éden para os assassinos e entendendo o verdadeiro significado do Credo, Arno voltou a Irmandade e tornou-se um Mestre Assassino. Ele frequentemente visitava o túmulo de Élise, sempre deixando flores, e proclamou-se redimido de seus erros anteriores. Durante os anos seguintes, enquanto submetido a várias missões para a Irmandade, Arno também tentou honrar a última vontade de Elise de reduzir o fosso entre os Templários e Assassinos.

Em 24 de dezembro de 1800, Arno impediu uma tentativa de assassinato contra o cônsul Napoleão feita por um monarquista envolvendo atiradores de elite, bem como um dispositivo explosivo conhecido como a Máquina Infernal. Arno conseguiu assassinar os atiradores antes que eles pudessem disparar contra a carruagem de Napoleão. A Máquina Infernal foi detonada muito cedo, longe da carruagem de Napoleão. Arno rastreou o líder monarquista por trás da tentativa de assassinato e assassinou ele e seus capangas.

Em 1808, Arno entrou no templo mais uma vez, acompanhado pelo agora Imperador Napoleão. Lá, eles descobriram o cadáver de Germain, que há muito havia deteriorado. Eles, então, enterraram os restos do esqueleto nas catacumbas de Paris.

Personalidade e CaracterísticasEditar

Com seu passado conturbado, Arno partiu em uma busca de redenção. Como um recém-chegado dos Assassinos, ele era propenso a questionar a sua abordagem típica e crenças milenares, mas sua natureza cruel o fez se adaptar mais facilmente a ordem.

Arno era espirituoso e carismático, mas também não era de se importar muito com as coisas, o que alimentou seu senso de humor afiado, utilizando ele quando se sente emocionalmente vulnerável.  Arno era um assassino inteligente, ousado e carismático, mas também era conhecido por ser furtivo e impiedoso.

Ao longo do tempo, Arno percebeu a verdadeira finalidade do Credo, e suas falhas. Ele concluiu que o Credo apenas servia como um guia e um aviso, em vez de um princípio destinado a ser seguido, tendo testemunhado em primeira mão como ideais levam ao fanatismo perigoso, como pode ser visto com Bellec (um Assassino fanático) e Germain (um Templário fanático). Após a morte de Élise, Arno sofria de depressão e tristeza, levando-o a se tornar cínico em sua natureza. Isto levou ao seu abandono da França, e falta de vontade de envolver-se com sua pátria e salvá-la dos planos de Napoleão. No entanto, ele finalmente chegou a um a um acordo com o seu passado, e recuperou a sua vontade de lutar.

Equipamentos e HabilidadesEditar

Ele usava um casaco azul escuro com capuz, colete e calças com polainas de couro. Ele usou a Phantom Blade, uma mini besta localizada em seu pulso que disparava sua lamina oculta, um cutelo francês e uma pistola multi-canos. Um líder dinâmico e um exelente espadachim, Arno usara todas as suas habilidades para descobrir a verdade sobre as forças que controlam a Revolução para o seu próprio ganho.

CuriosidadesEditar

  • O nome de Arno Victor Dorian é um derivado do alemão Arnold  que significa "poder da águia", enquanto Dorian é um nome grego que significa "talentoso", Victor é latim para "conquistador".
  • Arno é o terceiro personagem jogável que não está relacionado a Desmond Miles, sendo a primeira Aveline de Grandpré e segundo sendo Adéwalé.
  • Arno foi um dos primeiros protagonistas a não ter a cor branca como cor principal de seu traje.
  • Arno tem uma história um tanto similar com Ezio Auditore, mas suas motivações eram diferentes e seus entendimentos do Credo diferentes também.
  • Arno é o protagonista com a maior seleção de trajes, armas e cores de traje de toda a série.
  • O idioma nativo de Arno era o francês. Especula-se que Arno pudesse ter sido poliglota devido aos estudos que fez na infância e adolescência. Sabe-se que o modelo de Animus usado para reviver as memórias de Arno fazia uma tradução completa do idioma nativo da amostra genética para se adequar a voz do usuário, essa novidade desenvolvida pela Abstergo eliminava o sotaque da amostra genética na recriação de suas memórias (no caso de Arno, o sotaque francês)... se o usuário do Animus for um falante de português ele veria Arno falando português sem sotaque francês. Especula-se que se um falante de francês reviver as memórias de Arno, este veria Arno usando sua verdadeira voz.
  • Arno aparece no Palácio de Versalhes durante a missão final de Assassin's Creed Rogue, quando Shay vai assassinar seu pai, Charles.
  • No livro de Assassin's Creed: Unity, é sugerido que Arno e Élise fizeram amor durante o passeio no balão de ar quente.
  • É possível que Arno possua um ancestral que viveu em Paris durante a Guerra dos 100 entre o Reino da Inglaterra e o Reino da França na Idade Média, um descendente que viveu na Paris da Belle Epoque no final do século 19 e que chegou a acompanhar a construção da Estátua da Liberdade (dada de presente aos EUA pela França), e outro descendente que chegou a viver na Paris ocupada da Segunda Guerra Mundial e que lutou contra alemães e chegou a subir a Torre Eiffel, pois é possível visitar essas épocas em anomalias temporais que ocorrem na Paris da Revolução Francesa (na realidade um bug do Animus)
  • Arno também é o segundo assassino jogável à ter um romance com uma mulher Templária depois de Altaïr Ibn-La'Ahad.
  • Arno é mencionado em Assassins Creed: Rogue.
  • Entre os demais aliados históricos de Arno, estão Napoleão Bonaparte, a Madame Tussaud, Georges Danton, Eugéne François Vidocq, o Marquês de Sade, Antoine Lavoisier, a Théroigne de Méricourt, Marie Anne Lenormand, Thomas-Alexandre Dumas, Jean-Baptiste Bernadotte, Louis-Dominique Cartouche, André Chénier, o Chevalier D'Éon, Pierre-Simon Laplace, Nicolas de Condorcet, Joachim Murat, Charles-Henri Sanson, Jean-Dominique Cassini e Jacques Necker.
  • E entre os inimigos históricos de Arno estão François-Thomas Germain, Louis-Michel le Peletier, Maximilien de Robespierre, Charles Gabriel Sivert, Louis Antoine de Saint-Just, François-Joseph Carbon, Jacques Roux, Jacques-Louis David e Antoine Fouquier-Tinville.
  • Diferente dos demais protagonistas, Arno possui apenas uma Lâmina Oculta.

GaleriaEditar

ReferênciasEditar

LogobrancodoAnimus Uma galeria de imagens está disponível para
Arno Dorian

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