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Don Andrés Guzmán y Ruiz Castro t'Scerlaes de Tilly, conde de Guzmán, ou Andrés María de Guzmán (1753 - 1794) foi um aristocrata espanhol e um revolucionário violento e radical da Revolução Francesa.

BiografiaEditar

Guzmán se mudou da Espanha para a França em 1778, e sua cara e rica vida aristocrática quase fez ele falir. Com o início da Revolução Francesa, ele rapidamente se juntou aos Hebertistas de Jacques Hébert, um grupo revolucionário extremamente radical, e aos Enragés de Jacques Roux, outro grupo radical revolucionário.

Ele se tornou um oponente intenso dos Girondinos, particularmente por causa da política revolucionária deles de espalhar a Revolução através das guerras com outras nações, como a Áustria, pois entre outros motivos temia que eles pudessem entrar em conflito com sua terra natal, a Espanha. Ele incitava e encorajava as multidões de revolucionários no Louvre, e defendia a execução de políticos. Ele também se juntou a Bande noire, um grupo fora-da-lei que usava notas de banco falsas e comprava vários edifícios e chateaus.

MorteEditar

Guzmán teve uma participação vital da queda e na execução dos Girondinos, e teve orgulho de anunciar isso em discursos por praças, palácios e ruas através de Paris. A Irmandade dos Assassinos não gostou muito das ações de Guzmán, pois eles desejavam uma revolução mais moderada e pacífica, e de 1789 até 1794 não haviam conseguido.

Eles viram a queda dos Girondinos como algo feito com apenas o propósito de aumentar a influência e o poder dos Jacobinos, os rivais mortais dos Girondinos e marionetes dos Templários. Assim, Guzmán além de ser extremamente violento, também indiretamente ajudou os Templários.

Como retribuição a essas ações, os Assassinos enviaram Arno Dorian para eliminar Guzmán, e o espanhol foi assassinado por Arno durante um de seus discursos em uma praça.

CuriosidadeEditar

  • Historicamente, Guzmán foi executado na guilhotina junto com Georges Danton.

ReferênciaEditar