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Ahmet
Ahmet
Informações biológicas
Nasceu em

1465
Império Otomano

Morreu em

25 de abril de 1512
Proximidades de Constantinopla, Império Otomano

Informações políticas
Afiliações

Império Otomano
Templários
Bizantinos

Informações do mundo real
Aparece em

Assassin's Creed: Revelations
Assassin's Creed: Recollection
Revelações

Dublador

Tamer Hassan

"Ambos queremos a mesma coisa, Ezio. Apenas nossos métodos são diferentes. Não consegue ver isso? Paz. Estabilidade. Um mundo onde os homens vivem sem medo. As pessoas querem a verdade, sim, mas mesmo quando a têm, se recusam a encará-la. Como combatemos este tipo de ignorância?"
―Ahmet em seu confronto com Ezio Auditore.[src]

Ahmet (1465 - 1512) foi um Şehzade (Príncipe) do Império Otomano, o filho mais velho do Sultão Bayezid II e o Grão-Mestre do Rito Bizantino da Ordem dos Templários. Ele também era o irmão de Selim I e Korkut, e o tio de Solimão I.

Cansado das disputas e diferenças que dividiam os homens e causavam guerras, Ahmet se identificou com os ideais Templários e eventualmente chegou à posição de Grão-Mestre do Rito Bizantino. Ao mesmo tempo, ele foi escolhido por seu pai como o herdeiro do Império Otomano, enfurecendo Selim, que então iniciou uma guerra pelo trono. Ahmet viu isto como apenas outro exemplo das disputas, diferenças e poder que faziam irmãos traírem irmãos e filhos traírem pais.

Acreditando que ele era o garantido sucessor de Bayezid, Ahmet organizou uma expedição Templária para encontrar as chaves que abririam a Biblioteca de Altaïr em Masyaf. Lá, ele acreditava que encontraria a localização do Grande Templo, e com o poder proveniente do mesmo, iria acabar com as diferenças da humanidade e criar um mundo controlado e pacífico. Ahmet e seu braço-direito, o herdeiro bizantino Manuel Paleólogo, ignoraram suas diferenças e desejavam o mesmo, um mundo totalitário sem diferenças, disputas ou guerra.

No entanto, Selim era mais querido pelo povo e pelos temidos Janízaros, e Ahmet estava tendo dificuldade em manter seu prestígio e poder como herdeiro do trono. Enquanto Manuel buscava as chaves de Masyaf, Ahmet esteve ocupado em garantir seu poder em Constantinopla, criando vários planos para aumentar sua imagem pública.

Os planos de Ahmet e Manuel foram todos impedidos pelo Mentor da Irmandade Italiana de Assassinos, Ezio Auditore da Firenze, que estava em Constantinopla com o objetivo de encontrar a Biblioteca de Altaïr. Com a ajuda da Irmandade Otomana, Ezio destruiu o controle Templário em Constantinopla e em Capadócia, mas apenas descobriu das verdadeiras intenções de Ahmet após matar Manuel.

Formulando um plano desesperado, Ahmet sequestrou Sofia Sartor, a amante de Ezio, e pediu as chaves de Masyaf em troca. Após um longo combate entre os Assassinos otomanos e os Templários bizantinos no Arsenal e uma perseguição frenética nos arredores de Constantinopla, Ezio salvou Sofia e impediu Ahmet de recuperar as chaves. No último momento, Bayezid escolheu Selim como seu novo herdeiro, e na marcha dele a Constantinopla, Selim rapidamente matou seu irmão ao atirá-lo de um penhasco.

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

Ahmet nasceu em 1465 como o filho mais velho do Sultão Otomano Bayezid II, e herdou muitas das opiniões, ideais e métodos do seu pai, e ainda jovem, foi escolhido como o herdeiro do trono otomano. Desde pequeno, ele possuiu uma disputa com seu irmão mais novo, Selim I, que tinha pensamentos mais de guerra do que de paz.

Crescendo em um ambiente rico e confortável no Palácio de Topkapı, Ahmet gostava de ler livros e ser pensativo, e isto fez algumas pessoas influentes da época, tal como os temidos Janízaros, a força de elite do Sultão, pensarem que Ahmet faria um trabalho melhor como filósofo e escritor do que como sultão do Império.

Juntando-se aos TempláriosEditar

Vendo as disputas que ocorriam ao redor e as que eles enfrentaria futuramente, Ahmet ficou cansado dos feudos sanguíneos que colocavam familiares contra familiares, amigos contra amigos, irmãos contra irmãos. Trocando cartas com seu tio exilado Cem, que era secretamente um membro da Ordem dos Templários, Ahmet começou a se identificar com os ideais da Ordem.

Cem também informou Ahmet da existência da biblioteca de Altaïr em Masyaf, e sobre o diário de Nicolau Polo que informava a localização da mesma. Em 1509, um terremoto atingiu Constantinopla, e uma facção Templária bizantina liderada pelo herdeiro caído Manuel Paleólogo entrou na cidade, e se integraram ao submundo da cidade, lentamente aumentando a influência deles.

Neste momento, Ahmet juntou-se a estes Templários, mesmo que alguns desconfiassem dele por seus laços de sangue otomano. No entanto, Ahmet e Manuel tinham os mesmos pensamentos, eles não lutavam por um Império denominado, mas pela Ordem em si. Mais jovem que Manuel, Ahmet subiu na hierarquia da Ordem até tornar-se o Grão-Mestre, com Manuel servindo como seu braço-direito.

Eles planejavam abrir a biblioteca de Altaïr, acreditando que descobririam a localização do Grande Templo da Primeira Civilização lá, e com o poder proveniente do mesmo, iriam derrubar as disputas que dividiam os homens e unir a humanidade sob um só mestre.

Disputa no ImpérioEditar

Na época, Selim conseguiu grande apoio das tropas otomanas e de muitos Janízaros, e começou a planejar a derrubada de seu pai para tornar-se o novo Sultão. No entanto, Bayezid, mesmo velho, conseguiu organizar uma defesa contra as tropas de Selim e permaneceu no trono, e não mudou sua decisão de passar o trono a Ahmet. Enquanto Bayezid e Ahmet estavam na cidade, Selim lutava contra os exércitos do pai pelo controle.

Em 1511, Ahmet formou vários planos para aumentar sua influência no Império e ganhar mais apoio. Vendo a disputa que enfrentaria com Selim pelo poder, Ahmet viu-se muito ocupado e encarregou Manuel da expedição a Masyaf e da busca pelas cinco chaves. A primeira chave foi encontrada pelo aliado de Ahmet, Hasan Pasha, nos túneis abaixo do Palácio de Topkapı, enquanto as quatro outras ainda estavam sendo procuradas.

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Ahmet no banquete de Solimão.

No coração do Império Otomano, Ahmet formulou um plano para sequestrar seu próprio sobrinho, Solimão I, durante uma exibição cultural através de agentes bizantinos. Após isso, ele iria convenientemente encontrar e resgatar Solimão das garras dos bizantinos, e ser chamado de herói. Ahmet então conseguiu infiltrar vários agentes Templários para dentro do Palácio, e na exibição, o plano iria ser realizado.

Infelizmente para Ahmet, os agentes dele foram mortos furtivamente por membros dos Assassinos Otomanos, guiados pelo Mentor italiano Ezio Auditore da Firenze e disfarçados de menestréis italianos. Frustrado pelo fracasso do plano, Ahmet tirou proveito e acusou o líder dos Janízaros, Tarik Barleti, de conspiração.

Algum tempo depois, Tarik e os Janízaros foram investigados por Ezio e Solimão, que suspeitaram que ele havia de fato traído o Império Otomano para ajudar os Templários bizantinos. Ezio matou Tarik, mas descobriu que ele estava fazendo uma armadilha para matar Manuel e os bizantinos, e não traindo os otomanos. A morte de Tarik fez muitos pensarem que foi orquestrada por Ahmet, que era um rival bem-conhecido dele.

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Solimão introduzindo Ahmet a "Marcello".

Reunindo-se com Solimão neste tempo para informar a ele que ele não tinha ligações com o assassinato, Ahmet flagrou Ezio conversando com seu sobrinho. Solimão rapidamente disse que Ezio era apenas um diplomata italiano, introduzindo-o como "Marcello", o que fez Ahmet criar suspeitas sobre o homem.

Batalha pelas Chaves de MasyafEditar

Em março de 1512, Ahmet velejou pessoalmente para a região montanhosa da Capadócia, onde Manuel estava escondendo-se e formando um exército armado junto com o renegado Shahkulu, e onde ele estava mantendo a chave de Masyaf, pois todas as outras já haviam sido recuperadas por Ezio em lugares espalhados ao redor de Constantinopla.

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Ahmet chegando em Capadócia.

No entanto, quando Ahmet chegou, Capadócia estava em caos e Manuel havia sido assassinado por Ezio, que recuperou a chave final. Ahmet revelou ser o líder do Rito Bizantino, e pediu que Ezio entregasse as chaves, ou caso o contrário, ele iria sequestrar Sofia Sartor, um interesse amoroso de Ezio. Ahmet então atrasou Ezio com alguns soldados, e retornou a Constantinopla.

Chegando lá, ele imediatamente enviou um grupo de agentes para a loja de Sofia, que estava sendo protegida pelo líder dos Assassinos Otomanos, Yusuf Tazim. O ataque causou a morte de Yusuf e a captura de Sofia, enfurecendo Ezio e os Assassinos Otomanos, que realizaram um ataque direto ao Arsenal, onde Ahmet havia se refugiado.

A Troca 4

Ezio confrontando Ahmet e seus homens.

Mesmo com a morte de muitos de seus guardas, Ahmet conseguiu negociar sua vida ao lembrar Ezio que ele ainda estava com Sofia, dizendo para eles se reunirem perto da Torre de Gálata, onde Ezio trocaria as chaves de Masyaf pela vida de Sofia. Recebendo as chaves, Ahmet então fugiu da área e revelou que Sofia estava no topo da Torre, mas era uma impostora.

MorteEditar

Com todas as chaves em sua posse, Ahmet triunfantemente deixou Constantinopla em um comboio de carroças em direção a Masyaf, para abrir a biblioteca. No entanto, Ezio conseguiu resgatar a verdadeira Sofia e foi direto atrás de Ahmet, em uma frenética perseguição pelas estradas e penhascos nas proximidades de Constantinopla.

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Selim atirando Ahmet do penhasco.

Em meio à perseguição, Ahmet foi atirado junto com Ezio para fora do penhasco, mas sobreviveu ao se agarrar ao paraquedas do Assassino. Os dois então se encararam em solo sólido, e Ahmet então provocou Ezio sobre o que iria acontecer em seguida. Na hora, Selim e seus exércitos apareceram na estrada.

Ahmet gritou aos soldados que a lealdade deles não estava com Selim, e sim com o Sultão. Selim então desceu de seu cavalo e revelou ao irmão que Bayezid havia mudado de última hora seu herdeiro, e que Selim havia sido nomeado Sultão. Implorando por sua vida, Ahmet foi impiedosamente atirado para fora do penhasco pelo próprio irmão.

Personalidade e característicasEditar

Ahmet era um homem arrogante e orgulhoso, fazendo parte da extrema elite otomana de Constantinopla. O fato que ele tinha certeza que seu pai garantiria sua posição como próximo Sultão era a prova disto, além de que ele havia cavalgado em direção a Masyaf imediatamente após seu sucesso, e provocou Ezio várias vezes ao longo do confronto deles.

Mesmo assim, ele era um homem extremamente esperto, manipulativo e planejador, mexendo pauzinhos para garantir sua influência e ganhar o apoio da população e dos militares. Ele foi capaz de formar vários planos engenhosos, que teriam prevalecido sem a interferência dos Assassinos. No entanto, ele era visto por boa parte dos Janízaros e dos civis como um homem fraco e incapaz, pensativo em tempos de guerra e inquieto em tempos de paz.

A principal motivação dele era, de maneira ou de outra, a paz. Ele acreditava que a humanidade deveria ficar sob total controle de um mestre, pois a liberdade que aconteceria no contrário seria devastadora e caótica e que a humanidade não era capaz de pensar por si só. Ele também estava cansado das disputas de poder que viravam irmãos contra irmãos, filhos contra pais e amigos contra amigos.

Ahmet acreditava profundamente na ideologia Templária, pois ele não buscava prestígio e poder para si mesmo, e sim para a Ordem e seus valores. Ele foi descrito por seu sobrinho Solimão como um homem sincero e dedicado.

CuriosidadesEditar

ReferênciasEditar

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