FANDOM


Íconedeera-AC4Íconedeera-RogueÍconedeera-MemoriesEra-ACiÍconedeera-Bandeira Negra

"Lutar ao lado de um homem tão obcecado por ganho e glória é difícil, Edward. E comecei a achar que os Assassinos e seu Credo, são um caminho mais nobre."
―Adéwalé a Edward sobre sua nova vida.[src]

Adéwalé (1692 - 1758) foi um escravo de Trinidad que libertou-se com a ajuda de Edward Kenway e serviu como quartel-mestre dele no Gralha pelos próximos anos, eventualmente descobrindo e juntando-se à Irmandade dos Assassinos no processo, especificamente a Irmandade das Índias Ocidentais de Ah Tabai.

Inicialmente motivado pela riqueza, Adéwalé, assim como Edward, eventualmente evoluiu e começou a acreditar nos valores e objetivos dos Assassinos, abandonando a causa pirata e juntando-se à Irmandade em cerca de 1720. Lutando pela liberdade dos escravos, Adéwalé passou a capitanear seu próprio navio, o Victoire, e concluiu missões contra os Templários da região e pela liberdade de seus compatriotas. De 1735 a 1737, Adéwalé ficou na colônia francesa de São Domingos e foi uma peça chave no sucesso da rebelião dos Fugidos contra o governo brutal escravista do Marquês de Fayet.

Nas décadas seguintes, Adéwalé continuou a lutar pela liberdade e contra a opressão, e ele fez uma reputação excelente entre os Assassinos, sendo considerado por muitos um veterano e um herói. Ele colaborou com a Irmandade Colonial na década de 1750 para ajudar as vítimas do Terremoto de Porto Príncipe de 1751, e também ajudou eles no conflito contra o Rito Colonial Templário, o que fez eles colocarem um alvo ainda maior nas costas dele. Em 1758, Adéwalé emboscou o traidor dos Assassinos Shay Cormac, mas sofreu duras baixas no ataque e teve que recuar ao Vieille Carrière, onde foi morto pelas mãos do Templário.

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

Nascido como filho de escravos em Trinidad, Adéwalé foi subjugado à brutal escravidão nas plantações de açúcar dos governantes espanhóis, e com o tempo reconheceu que todos que eram forçados nessa vida não mereciam isso, e frequentemente fez tentativas de libertar a si mesmo e aos outros escravos. Adéwalé, entretanto, ainda tinha dúvidas se ele era capaz de sobreviver uma vida de escravo fugido, e ficava constantemente ansioso sobre isso.

Em 1708, a oportunidade perfeita de fuga aconteceu, quando um bando de piratas invadiu a plantação, e uma sangrenta batalha entre os piratas e a guarnição começou. Adéwalé e os outros escravos usaram a oportunidade para se libertarem, e a maioria fugiu em navios roubados ou com os piratas. Antes de fugir, entretanto, Adéwalé infiltrou-se na Casa Grande e matou o dono da plantação, conseguindo roubar uma caixa do mais refinado açúcar e então se juntando aos piratas, após ter ajudado eles a derrotar a guarnição e saquear o resto da plantação.

Nos próximos anos, Adéwalé serviu como um tripulante pirata, aprendendo bastante sobre navegação, combate, caça e administração naval. Ele e os outros prosperaram por bastante tempo, mas o navio foi incapacitado na Batalha de Cabo Bonavista em 1715 e naufragou na costa cubana. Consequentemente, Adéwalé foi capturado pelos espanhóis, que perceberam que ele sabia ler, navegar, administrar e falar inglês, francês e espanhol, e decidiram mandar ele para a Espanha com o objetivo de fazê-lo um mensageiro.

PiratariaEditar

Liberdade e início de vida pirataEditar

A Frota do Tesouro

Edward e Adéwalé se libertando.

Enviado como um prisioneiro em um navio da Frota do Tesouro Espanhola, Adéwalé ficou ao lado de Edward Kenway, e os dois juntaram suas forças para quebrar as correntes. Eles então recuperaram seus equipamentos e armas, e libertaram os outros piratas, corsários e escravos da Frota, conseguindo roubar um navio e escapar um redemoinho devastador que afundou todos os navios da Frota, levando incontáveis tesouros, soldados e equipamentos ao fundo do mar.

Adéwalé, reconhecendo que parte da tripulação não iria aceitar um capitão de pele escura, pediu a Edward que nomeasse ele seu Quartel-Mestre, e seu pedido foi imediatamente concedido. O navio foi nomeado o Gralha, e a primeira destinação deles foi a Ilha Ábaco, onde Edward conseguiu caçar vários animais e conseguiu alimentos para a tripulação, enquanto Adéwalé encheu alguns baldes de água fresca da ilha. Eles então navegaram para Nassau, o coração da recém-formada República Pirata.

Contrata-se

Adéwalé sendo introduzido a Hornigold e Thatch.

Chegando em Nassau, Edward introduziu Adéwalé a alguns de seus velhos amigos, entre eles Edward Thatch, Benjamin Hornigold e James Kidd. Eles então resgataram alguns piratas do cativeiro britânico, saquearam vários navios espanhóis, adquiriram novos armamentos e armaduras para o navio, combateram mercenários inimigos, assaltaram uma plantação de açúcar e tentaram roubar um grande Man o' War, a Arca do Mestre, mas falharam inicialmente.

Decididos a roubarem a Arca, eles foram até a costa de Grande Inagua e Edward conseguiu matar o capitão do navio, Julien du Casse, recuperar o navio e tomar a ilha para si mesmo. A tripulação do Gralha então usou Inagua como quartel-general, reformando uma taverna, um bordel, tendas na praia, uma loja e uma capitania do porto. A Arca foi então dada a Thatch, que pegou todos seus armamentos, materiais, tecidos e armaduras, deixando o resto do navio naufragado em uma ilha qualquer.

Após isso, Edward e Adéwalé navegaram para Tulum, onde Kidd havia dito que precisava falar com Edward sobre algum assunto importante. Enquanto Adéwalé ficou no navio, um batalhão de escravizadores britânicos chegou na ilha para capturar todos lá. Adéwalé, os tripulantes e os Assassinos presentes na Ilha foram capturados, mas Edward conseguiu salvá-los a tempo. Foi nesse dia que Adéwalé descobriu da existência dos Assassinos, e embora tenha ficado relativamente interessado, decidiu seguir Edward nos seus próximos passos.

Os Fortes 5

Edward e Adéwalé interrogando Torres.

Nos próximos meses, Edward tentou negociar com Laurens Prins, um brutal escravizador, após ter interrogado Laureano de Torres y Ayala sobre a localização do Observatório, um templo antigo, e o Sábio, o homem que sabia tudo do Observatório e seus segredos. Adéwalé estava começando a ficar de saco cheio com essas novas ambições de Edward, acreditando que ele estava ficando megalomaníaco e ganancioso.

Cerco de Charles-TowneEditar

Em 1718, Nassau estava sendo atingida por uma série de doenças contagiosas, incapacitantes e até fatais, e Hornigold e Thatch estavam divididos, pois o primeiro queria usar métodos mais discretos para recuperar remédios e não atrair atenção das autoridades, e o segundo queria usar métodos diretos e violentos para recuperar remédios. Optando pelo primeiro, Edward e Adéwalé localizaram o naufrágio do San Ignacio, um navio da Frota do Tesouro, e Edward tentou encontrar remédios, mas não obteve sucesso.

Advogado do Diabo 11

O Gralha passando ao lado do Benjamin danificado.

Furioso, Thatch então atacou uma Frota britânica diretamente com seu navio, o Vingança da Rainha Anna, fazendo com que Hornigold e seu navio, o Benjamin, ficassem incapacitados. O Gralha chegou bem à tempo para defender eles, e um combate na Ilha Mariguana entre os tripulantes de Thatch e os soldados britânicos eclodiu. Edward, Adéwalé e a tripulação chegaram bem à tempo, e conseguiram afastar os britânicos.

Depois, eles decidiram que o melhor caminho era tentar roubar os estoques medicinais da cidade britânica de Charles-Towne. Edward e Adéwalé tentaram um jeito mais furtivo, mas o alarme foi tocado quando o Gralha foi encontrado, forçando o Vingança e o Gralha a dispararem com tudo contra as fortificações britânicas, deixando ruínas mas conseguindo uma abundância de remédios para Nassau.

Queda dos piratas e desiludindo-seEditar

Todos os crimes e saques cometidos nos anos anteriores fizeram os britânicos finalmente cercarem Nassau em setembro de 1718 com uma enorme frota. O governador e membro secreto dos Templários, Woodes Rogers, foi auxiliado pelo Comodoro Peter Chamberlaine em uma tentativa de convencer os piratas a se renderem e serem perdoados, caso contrário seriam presos e executados. Alguns piratas, como Hornigold, aceitaram a oferta, mas outros como Edward, Charles Vane, Thatch, Jack Rackham e o próprio Adéwalé decidiram lutar pela própria liberdade.

O Navio Armadilha 3

Adéwalé decepcionado com a postura dos outros piratas.

Eles conseguiram fugir de Nassau após abrirem um buraco enorme no bloqueio usando um navio carregado de pólvora, óleo e explosivos. Vane e Rackham festejaram isso, decepcionando Adéwalé, que achava eles dois estúpidos sanguinários e beberrões. Após isso, Edward e Adéwalé visitaram Thatch em Ocracoke, mas a ilha logo foi atacada por mercenários britânicos liderados por Robert Maynard, que estava perseguindo e tentar eliminar Thatch há bastante tempo.

Edward, Adéwalé e o Gralha conseguiram escapar do ataque, mas Thatch e muitos outros piratas lá presentes sucumbiram ao ataque britânico. No período que seguiu, a pirataria foi muito enfraquecida, a maioria dos piratas, entre eles Vane, Rackham, Kidd e Bonnet, acabaram presos e executados. Edward foi forçado a matar seu velho amigo Hornigold, e Adéwalé consolou ele após isso, dizendo que precisava ser feito, mas que ele fizesse o assassinato valer a pena.

Assassinato e Caos 3

O Gralha perseguindo o Benjamin.

Contudo, para a irritação de Adéwalé, Edward começou a ficar mais e mais obcecado em achar o Observatório, frequentemente trabalhando com o traiçoeiro e desleal Bartholomew Roberts para fazê-lo. Isso culminou em 1719, quando eles navegaram para Long Bay com o objetivo de usar o mecanismo. No templo, Roberts traiu Edward e a tripulação dele começou a disparar contra o Gralha, forçando Adéwalé a ordenar a fuga da ilha, infeliz por ter abandonado seu capitão mas certo que fez a decisão certa.

Juntando-se aos AssassinosEditar

Após essa série de eventos, Adéwalé decidiu ir procurar os Assassinos em Tulum, tendo sempre estado impressionado pela devoção, honestidade e eficácia deles. Reunindo-se com o Mentor, Ah Tabai, Adéwalé aprendeu da história, natureza, ideais e objetivos da Irmandade, e decidiu que essa era a vida que ele iria tomar. Ele então tornou-se um aprendiz, rapidamente provando seu valor, habilidade e confiança.

Delírio 12

Adéwalé encorajando Edward a visitar os Assassinos.

Alguns meses depois, em 1720, Adéwalé decidiu procurar seu antigo capitão, facilmente encontrando ele deitado na praia de Kingston, tendo acabado de sofrer um episódio extremamente emocional que fez ele ter uma nova perspectiva da vida. Adéwalé ajudou ele a se recuperar da ressaca pesada e então encorajou ele a procurar um propósito bom em seu coração, sugerindo que ele seguisse seu exemplo e fosse ver os Assassinos em Tulum para se redimir. Ele também devolveu o Gralha a ele.

Edward consentiu, e ajudou Adéwalé e os Assassinos a se defenderem de um ataque espanhol influenciado pelos Templários na ilha. Nos próximos meses, eles colaboraram para eliminar Rogers, Roberts e o Grão-Mestre do Rito Caribenho: Laureano de Torres y Ayala. No final, Edward, Adéwalé, Ah Tabai e alguns outros Assassinos se encontraram no templo do Observatório, onde Torres foi morto, e devolveram a caveira de cristal ao pedestal.

...Tudo é Permitido 2

Edward, Ah Tabai e Adéwalé.

Adéwalé decidiu permanecer no Caribe para auxiliar na causa dos Assassinos, enquanto Edward resolveu retornar à Inglaterra para ajudar os Assassinos Britânicos a se restabelecerem. Antes de partir, Edward concedeu Inagua aos Assassinos como a nova base, pois Tulum já havia sido marcada pelos Templários.

A Rebelião dos FugidosEditar

Naufragado em São DomingosEditar

A Calmaria Antes da Tempestade 3

O Victoire disparando no navio Templário.

Cerca de 15 anos depois, em 1735, Adéwalé já era um Assassino muito respeitado e habilidoso, e também tinha o seu próprio navio agora, o Victoire. Ele foi enviado em uma missão na costa da colônia francesa de São Domingos para assassinar um Almirante Templário e investigar se ele realmente possui artefatos antigos ou documentos importantes no navio.

Adéwalé conseguiu afundar os navios do inimigo e abordar o navio comandante, confrontando e assassinando seu alvo. Ele encontrou um envelope com uma Caixa Precursora e uma carta destinada a Bastienne Josèphe. Ao retornar ao seu navio, entretanto, Adéwalé foi cercado por uma enorme frota francesa, e teve que evacuar sua tripulação, salvando o máximo antes do navio ser detonado pela artilharia inimiga. Adéwalé acordou na praia de Porto Príncipe no dia seguinte, e decidiu confrontar Bastienne, a dona do bordel La Dame en Rose, sobre o envelope.

Um Inimigo Comum 7

Adéwalé encontrando-se com Bastienne.

Lá, Bastienne disse que ele era apenas uma mensageira, que ajudava os Templários a passarem mensagens em troca de dinheiro para libertar escravos e ajudar os Fugidos. Ela então sugeriu que ele se encontrasse com Augustin Dieufort, o líder dos Fugidos, para entregar uma carta e ver a situação na qual eles se encontravam. Indo até o esconderijo dos rebeldes, Adéwalé chegou bem à tempo de defender eles de um grupo de ataque de capatazes. Dieufort explicou que o governador, Pierre de Fayet, havia enganado eles e não podia ser confiado, e pediu a ajuda de Adéwalé em fortalecer a rebelião.

Roubando o Experto CredeEditar

Colaborando com Dieufort, Adéwalé conseguiu libertar um grupo de escravos de uma plantação de açúcar, leilões urbanos, postos da guarnição e caravanas francesas. Os que sabiam lutar deles decidiram juntar-se aos Fugidos para ajudar na causa e libertar mais de seus compatriotas, fazendo Adéwalé ganhar respeito entre os Fugidos por isso.

Assentando o Primeiro Tijolo 8

Adéwalé recebendo um bacamarte de Dieufort.

Na cidade, Adéwalé se reuniu com Dieufort, e os dois concordaram que eles precisavam achar um jeito de impedir que os navios negreiros chegassem às cidades, e Dieufort convenceu Adéwalé a roubar o Experto Crede para substituir o destroçado Victoire e ajudar navalmente os Fugidos. Usando as dançarinas de Bastienne e bombinhas caseiras de Dieufort, Adéwalé conseguiu subir abordo do Experto Crede, matar o capitão e chamou os Fugidos que sabiam navegar, conseguindo fugir de Porto Príncipe e indo para o mar com o objetivo de encontrar e libertar um navio negreiro.

Com Dieufort como seu imediato, Adéwalé navegou pela costa de São Domingos, atacando navios de capatazes, libertando navios negreiros, assaltando plantações e libertando seus escravos, saqueando equipamentos úteis de fortes abandonados e ilhas desertas, e roubando alguns brigues para os Fugidos.

A Expedição CientíficaEditar

Erguendo o Véu 4

Adéwalé disfarçado de escravo.

Bastienne pediu a ajuda de Adéwalé em investigar o motivo pelo qual De Fayet não está mais contatando ela, e sugeriu que ele se infiltrasse na mansão dele para descobrir isso. Disfarçando-se de escravo, Adéwalé conseguiu se misturar com os outros e na mansão, descobriu que De Fayet e o cientista geodésico Louis Godin estavam planejando realizar uma expedição marítima clandestina com o objetivo de mapear a circunferência da Terra, o que iria fazer da França uma potência naval muito superior aos outros países europeus.

Desejando saber mais sobre a expedição, Adéwalé decidiu investigar a cidade por qualquer pista. Ele espionou o capitão do porto, que contou a uma mulher que Godin precisava de escravos alfabetizados para realizar a expedição. Ele também roubou uma carta de um mensageiro francês, descobrindo que Godin estava indiferente quanto aos espanhóis, acreditando que eles não ligariam se ele entrasse no território deles com um navio francês.

Plante as Sementes 8

O Experto Crede disparando no navio pirata.

Ao espionar dois cientistas, Adéwalé também descobriu que os franceses estavam sendo forçados a colaborar com os espanhóis para realizar a expedição, e estavam relutantes por causa disso. Ao interrogar um mensageiro e um pescador, Adéwalé descobriu que a expedição também seria usada por De Fayet para contrabando. Ele roubou outra carta, que dizia que se a expedição fosse bem-sucedida, eles poderiam ter superioridade naval muito maior.

Ele retornou a Bastienne com a informação, contando que essa era uma oportunidade de ouro para descobrir novos segredos e táticas navais que seriam usados para ajudar tanto os Assassinos quanto os Fugidos, mas Bastienne ficou decepcionado com a atitude ambiciosa dele. Mesmo assim, ela providenciou três Fugidos alfabetizados, e Adéwalé conseguiu trocar os presentes na Expedição por eles. Ele também afundou uma frota pirata que estava prestes a atacar a Expedição.

Assassinando De FayetEditar

Afundando com o Navio 5

Adéwalé libertando alguns escravos.

Pelos próximos dois anos, Adéwalé continuou a ajudar a causa dos Fugidos, e em 1737, ele e Dieufort decidiram atacar outro navio negreiro para libertar mais escravos. Entretanto, antes disso, Bastienne avisou Adéwalé que De Fayet estava ameaçando retaliar brutalmente se eles não parassem a rebelião, mas ele ignorou-a, desmentindo ela como uma informante dele. Infelizmente, o aviso de Bastienne provou-se verídico quando uma fragata concentrou todo seu fogo no navio negreiro, matando a maioria dos prisioneiros.

Sentindo-se culpado por ter ignorado Bastienne, Adéwalé contou a ela e a Dieufort que ele iria assassinar De Fayet para mandar uma mensagem aos franceses e acender a fagulha da esperança para fazer uma revolução ser possível, mas que iria ter que deixar a colônia após isso para preservar a integridade dos Fugidos e voltar aos seus deveres com a Irmandade. Adéwalé infiltrou-se na mansão do governador novamente e feriu seu alvo fatalmente usando o próprio ferrete dele.

Última Resistência de De Fayet

Adéwalé matando De Fayet.

Furioso com a crueldade do governador, Adéwalé brutalmente cortou o estômago dele com sua machete, admitindo que ele sempre havia dado uma morte rápida aos seus alvos, mas que com ele seria diferente, pois ele causou a morte de centenas de almas inocentes. De Fayet respondeu dizendo que os escravos são apenas animais, e que sem o chicote do mestre, eles vão apenas destruir e assassinar. Adéwalé então finalizou De Fayet com outro corte de machete, e fugiu da mansão.

Após isso, ele foi se reunir com Bastienne e Dieufort, e deu o envelope com a Caixa Precursora a ela, que disse que não iria vendê-la, e sim guardar como lembrança. Ele se despediu de Dieufort, mas antes de partir, teve uma noite de amor com Bastienne, engravidando-a sem saber. Adéwalé deixou a ilha sem saber que havia gerado um filho, que Bastienne depois deu o nome de Babatunde Josèphe.

Últimos anos de vidaEditar

O terremoto de Porto PríncipeEditar

Em 1751, Porto Príncipe sofreu de um terrível desastre sísmico, e Adéwalé retornou para lá com o objetivo de ajudar as vítimas disso. Lá, ele conheceu seu filho Babatunde, que o ajudou em resgatar vítimas das ruínas, fornecer suprimentos aos sobreviventes, derrotar os saqueadores que inevitavelmente vieram e, após isso, levou Babatunde para juntar-se à Irmandade, algo que seu filho fez de bom grado. Nessa época, Adéwalé também conheceu Liam O'Brien da Irmandade Colonial.

No meio disso, Adéwalé descobriu de alguma forma que o Mestre Templário Lawrence Washington havia roubado o Manuscrito Voynich e a Caixa Precursora do Mentor Haitiano, François Mackandal, e ido às colônias britânicas ao Norte para deixá-la com os Templários de lá. Perseguindo Washington até a Cidade de Nova York, Adéwalé perdeu o rastro do Mestre Templário lá e aproveitou que estava perto para visitar a Fazenda Davenport, o quartel-general da Irmandade Colonial.

Lições e Revelações 1

Adéwalé reunindo-se com Achilles.

Lá, Adéwalé se reuniu com seu velho amigo Achilles Davenport, o Mentor da Irmandade Colonial que também havia sido um estudante de Ah Tabai junto com Adéwalé. Adéwalé explicou que a situação dos Assassinos no Caribe estava difícil, e também informou Achilles sobre a Caixa Precursora que estava nas mãos de Washington. Ele então recebeu alguns suprimentos dos Assassinos e retornou a Porto Príncipe para continuar a ajudar as vítimas do terremoto.

Guerra dos Sete AnosEditar

Quando a Guerra dos Sete Anos eclodiu entre o Reino Unido e a França, Adéwalé auxiliou os Assassinos e seus aliados franceses nas colônias, usando seus subordinados, navios e conexões para eliminar figuras influentes britânicas, afundar navios de comando, conquistar pontos estratégicos e, o objetivo mais importante, assassinar líderes Templários no lado britânico da Guerra.

Adéwalé começou a reusar a tática usada muitos anos antes para romper o Bloqueio de Nassau: carregar navios pequenos com barris de pólvora, jarros de óleo e explosivos caseiros e então dirigir eles até frotas inimigas para causar grandes explosões e baixas ao inimigo. Usando o Experto Crede, Adéwalé continuava sendo um bom capitão e guerreiro, mesmo com sua idade avançada e feridas de guerra.

Navios de guerra 9

Adéwalé no timão durante o cerco de Louisbourg.

Durante o Cerco de Louisbourg, em 1758, Adéwalé ajudou as forças franceses ao tentar usar navios suicidas contra a frota britânica, mas sua tática foi impedida pelo HMS Pembroke, capitaneado por James Cook e Shay Cormac. Os navios suicidas foram explodidos pelos canhões do Pembroke, e os reforços britânicos chegaram e causaram baixas consideráveis aos franceses. Derrotado, Adéwalé foi forçado a recuar com seu navio.

MorteEditar

Bravata

Adéwalé abandonando o navio.

Perseguido pelos Templários, Adéwalé navegou até a costa do Vieille Carrière no Canadá, onde um Man O' War aliado conseguiu afastar os navios Templários no seu rastro. Adéwalé, entretanto, avistou Shay Cormac, um traidor dos Assassinos e novo membro dos Templários, e imediatamente tentou fugir com o Experto Crede para um ponto mais estratégico. Usando seu navio, o Morrigan, Shay conseguiu fugir do alcance do Man O' War e o Experto Crede e o Morrigan então se enfrentaram.

Mesmo conseguindo danificar consideravelmente o Morrigan, o Experto Crede recebeu danos incapacitantes e Adéwalé, decidindo salvar sua tripulação e realizar uma resistência final contra os Templários, encalhou seu navio na ilha. Lá, ele foi confrontado por Haytham Kenway, o Grão-Mestre do Rito Colonial e filho de Edward, e Adéwalé declarou que o pai dele ficaria horrorizado com o homem que Haytham se tornou, mas isso distraiu ele e deu o tempo necessário para Shay se aproximar e enfrentar Adéwalé. Shay, por questão de honra, não matou nenhum dos homens de Adéwalé, sabendo que eles provavelmente não tinham conhecimento sobre a guerra entre os Assassinos e Templários.

Bravata 8

Últimos momentos de Adéwalé.

Lutando corajosamente, Adéwalé foi superado pelo oponente muito mais jovem, e fatalmente ferido no duelo. Shay, não gostando de ter matado um homem tão bom. pediu perdão a Adéwalé, que declarou que ele iria para o inferno por ter juntado-se aos piores inimigos deles. Shay respondeu dizendo que iria para o inferno com orgulho, sabendo que fez a coisa certa, e Adéwalé disse que ele havia se tornado um monstro, e sucumbiu aos ferimentos. Olhando para o cadáver do velho Assassino, Shay lamentou que talvez ele realmente tenha se tornado um monstro.

LegadoEditar

"Aquele é o Adéwalé, ele já foi um escravo e libertou-se junto com centenas de outros nas Índias Ocidentais. Ele é a encarnação em carne e osso do Credo."
Liam O'Brien sobre Adéwalé.[src]

Devido aos seus inúmeros atos libertando escravos, eliminando figuras opressoras, ajudando a Irmandade e sua reputação divina de combate e sabedoria, Adéwalé havia se tornado praticamente uma lenda entre os Assassinos. A participação dele na Rebelião dos Fugidos foi essencial e tecnicamente possibilitou a histórica Revolução Haitiana que marcou um passo à frente na liberdade dos escravos africanos.

Através de seu neto Eseosa, Adéwalé é um ancestral de Milton Jones, um doador de memórias da Abstergo Industries. Suas memórias foram revividas em 2013 por um Analista de pesquisa da Abstergo Entertainment usando o Animus Ômega.

Personalidade e característicasEditar

Nascido em uma vida de escravidão, Adéwalé era uma pessoa severa, séria e endurecida pela brutalidade do trabalho desde pequeno, que também fizeram com que ele ficasse mais consciente com as vidas dos inocentes. Ao contrário de Edward, Adéwalé era bem mais racional e humilde, e geralmente agia contra a megalomania crescente de seu capitão. Outra prova de sua humildade foi quando ele permitiu Edward tornar-se o capitão do Gralha, com a condição de ele ser o imediato. Ele tinha, contudo, um certo senso de humor, mesmo que ele não mostrasse-o com frequência.

Mesmo tendo escolhendo uma vida de pirataria, Adéwalé percebeu com o tempo que ele vivia sem convicção ou propósito ao ser um pirata, e isso fez ele eventualmente desiludir-se com a ideia de criar uma República Pirata ao ver que a maioria das pessoas que apoiavam isso queriam apenas lucro e diversão. Quando ele descobriu os Assassinos, Adéwalé ficou admirado e impressionado pela natureza nobre e honesta da Irmandade, isto fez com que ele eventualmente abandonasse a vida de pirata e tornasse-se uma pessoa mais sábia com os Assassinos, assim como Edward.

Devido ao seu passado de escravidão, Adéwalé mostrava preocupação profunda pelas vidas de escravos, e constantemente lembrava Edward a não atirar contra navios negreiros, temendo que isso ferisse ou matasse os prisioneiros. Ele também ficou furioso quando Edward tentou negociar com Laurens Prins, um escravizador de reputação brutal, e avisou a ele que isso daria errado, o que provou-se correto quando Prins não cooperou. Ele também, mesmo sendo piedoso com a maioria de seus alvos e fornecendo mortes rápidas, deu uma morte dolorosa e lenta ao brutal De Fayet, outro escravizador brutal.

Inicialmente, Adéwalé mostrava dedicação quase exclusiva à Irmandade, mas ao ver que havia muitos problemas não solucionados pela mesma, como a brutalidade e opressão em São Domingos, decidiu que agir sozinho e independente não era contra os ideais da Irmandade. De início, ele pretendia passar pouco tempo na colônia, apenas para descobrir os interesses Templários lá, mas após ver a situação caótica dos Fugidos, decidiu intervir e permaneceu por mais dois anos. Seus atos foram importantíssimos na libertação e eventual independência da colônia, que tornou-se o Haiti.

Além disso, mesmo frequentemente decepcionando-se com as atitudes gananciosas de Edward, Adéwalé ainda mostrava grande respeito pelo capitão, até depois de anos aturando isso. Ele foi essencial no desenvolvimento da personalidade de Edward, e foi ele que convenceu Edward a finalmente tentar se redimir com os Assassinos. Anos após a morte de Edward, Adéwalé disse a Haytham que o pai dele ficaria decepcionado pela vida que ele tomou.

Equipamentos e habilidadesEditar

Desde seus primeiros anos no mar como pirata, Adéwalé aprendeu rapidamente habilidades de navegação, e esse conhecimento provou-se importante nos anos posteriores dele com Edward e o Gralha. Mesmo após abandonar a vida de pirataria, Adéwalé continuou sendo um navegador experiente e eficiente, capitaneando pelo menos outros dois navios: o Victoire e o Experto Crede, os dois que ele conseguia afundar navios maiores e sobreviver por bastante tempo. Ele também era um nadador eficaz, conseguindo ficar sem respirar abaixo d'água por tempo muito maior que a maioria das pessoas.

Assentando o Primeiro Tijolo 5

Adéwalé combatendo um grupo de capatazes.

Adéwalé era um lutador muito experiente, possuindo um estilo de combate notavelmente mais brutal que outros Assassinos. Isso aconteceu pois aprendeu a lutar em ambientes podres como nas senzalas e com os piratas, geralmente usando armas improvisadas como facões de cortar cana, picaretas, machados de cortar madeira, foices e bastões rústicos. Ao progredir na vida, ele aprendeu a usar espadas eficientemente, mas com o tempo começou a ter uma preferência pela Machete.

Ele tornou-se extremamente eficaz na arte da furtividade após juntar-se à Irmandade Caribenha e ser treinado de perto pelo lendário Ah Tabai, e conseguia esgueirar-se por fortes muito protegidos, plantações vigiadas, palácios restritos e até navios inimigos sem ser visto. Além disso, ele foi treinado e tornou-se um investigador quase profissional, mestre em espionagem, furto e interrogatório. Ele também conseguia usar ferramentas como bombinhas, bombas de fumaça, dardos de corda e a zarabatana com mira boa e eficiência letal.

Aparições em memóriasEditar

CuriosidadesEditar

GaleriaEditar

ReferênciasEditar



Predefinição:ACM